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20 de Junho de 2018

Eunápolis ainda é um imenso deserto cultural sem investimentos do poder público na área

Quais são as opções culturais para jovens e adultos em Eunápolis? A BR 367 com destino a Porto Seguro, onde lá o Centro de Cultura, com apoio do poder público, sempre faz alguma coisa na área. Mas a população eunapolitana sem carro ou moto se vê obrigada a ficar na cidade bebendo em barzinho, posto de gasolina, dançando em alguma boate ou festinha privada. Os festejos juninos agora em junho são tradicionais em toda a Bahia e ainda acontecem porque se não rolar o povo explode. De resto temos um imenso deserto cultural.

 

Espaço Viola de Bolso, sem apoio do poder público municipal e nem recursos próprios, de vez em quando promove alguma peça de teatro ou apresentação musical ou ainda algo voltado para a cultura em si. Eunápolis continua sem dar opções culturais aos jovens e adultos. Os políticos que já começaram a pedir votos na cidade para deputado, senador e governador têm por obrigação incluir em seus compromisso com o município apoiar a Cultura local, com políticas públicas que destinem recursos à área, sob a fiscalização da sociedade.

 

Caso você concorde ou discorde, ou ainda tenha alguma opinião e sugestão a respeito, mande um zap identificado para (73) 99814-6777. Vamos ampliar o debate.

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Novo livro de Roberto Martins conta a história de Porto Seguro da Capitania aos dias de hoje

Destinado ao grande público pela atualidade do tema, o mais novo livro do jornalista, empresário e escritor Roberto Martins, ex-secretário municipal de Eunápolis, relata a formação e a evolução da então Capitania de Porto Seguro até os dias atuais. Fruto de pesquisa exaustiva, o livro não chega a ser uma obra acadêmica, mas discute as polêmicas que envolvem a chegada dos portugueses, rememora o povoamento primitivo da América, discute a intencionalidade do roteiro de Cabral, o local onde aportou e, finalmente, fala da prosperidade da Capitania em seus primórdios e o fim de seu primeiro donatário, Pero do Campo Tourinho, preso, processado, levado a ferros para Lisboa e entregue à Santa Inquisição, para ser absolvido (postumamente) apenas no ano 2000.

 

Por que Porto Seguro ficou esquecida por tanto tempo, para ser redescoberta apenas em meados do século XX? Por que a Capitania não se transformou em Província e futuro estado, como as demais? Quais as causas econômicas, políticas, geopolíticas? De onde partiram as primeiras entradas em busca do ouro e metais preciosos? Como evoluiu a história da Capitania, e a criação da ouvidoria e da comarca? Qual o destino do último donatário, submetido ao garrote?

 

As resposta se encontram no livro que mostra a transformação de esquecida Capitania num dos mais conhecidos destinos turísticos do Brasil; como se deu a exploração madeireira que destruiu a última grande reserva de Mata Atlântica; a implantação e o fim da Estrada de Ferro Bahia-Minas; o reinado da sociedade do automóvel com a construção a BR-101; o tombamento como Patrimônio Histórico; a chegada do turismo e a descoberta da região pelas artes. leitura obrigatória. O lançamento regional será no dia 30 de junho (sábado), no Marco do Descobrimento na Cidade Histórica, em Porto Seguro, a partir das 16 horas.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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