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18 de Outubro de 2018

Presidente nacional do PP é alvo de operação da Polícia Federal

  • Publicado em Poder

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) é alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, 27 de setembro. As investigações da PF começaram a partir de depoimentos em delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht junto à PGR (Procuradoria Geral da República). Foram cumpridos 2 mandados de busca e apreensão em Teresina, no Piauí, um na sede do PP (Partido Progressista) e outro na casa de um funcionário do partido. Nesta etapa da investigação, não houve pedidos de prisão.

De acordo com o G1, os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em inquérito que investiga crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa baseados em delações premiadas de executivos da empreiteira Odebrecht. Nogueira é candidato à reeleição, lidera as pesquisas de intenção de voto, com 36%, segundo o Ibope, e está relacionado, conforme os delatores, com dinheiro desviado de obras públicas concedidas à construtora.

MANIFESTAÇÃO DA DEFESA

Em nota, o advogado de defesa de Ciro Nogueira, Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, indagou o porquê de o mandado de busca e apreensão contra o PP ser cumprido a 10 dias das eleições. Segundo ele, o partido enfrenta a criminalização da política, com o agravante de estar em pleno processo eleitoral.

“Uma busca baseada em uma delação antiga, dentro de 1 inquérito aberto há tanto tempo e determinada a 10 dias das eleições é uma verdadeira intromissão do Poder Judiciário no processo eleitoral“, afirmou.

A defesa classificou a operação como inoportuna e inadequada. Eis a íntegra da nota:

 

“O senador Ciro Nogueira foi citado nas delações da UTC e da Odebrecht. A delação da UTC deu ensejo a uma denúncia feita pela PGR que foi rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal. Nela o Supremo desconsiderou o valor probatório mínimo da delação e sequer permitiu a abertura do processo penal contra o senador. A outra delação, da Odebrecht, fez com que fosse aberto o Inquérito 4407 no Supremo. Esta delação, bastante conhecida, é antiga. O inquérito está aberto no Supremo Tribunal há 18 meses. A defesa indaga o porquê de ser determinada busca e apreensão contra o PP há 10 dias das eleições? Obviamente não havia necessidade e urgência para esta medida neste momento. Embora o senador não seja alvo da medida de busca o prejuízo eleitoral é evidente. Mais uma vez enfrentamos a criminalização da politica, com o agravante que agora estamos em pleno processo eleitoral. Uma busca baseada em uma delação antiga, dentro de 1 inquérito aberto há tanto tempo e determinada a 10 dias das eleições é uma verdadeira intromissão do Poder Judiciário no processo eleitoral. A defesa não se preocupa em absoluto com o que foi apreendido, mas denuncia o uso eleitoral que certamente se fará desta decisão judicial inoportuna, inadequada e desmedida neste momento. A criminalização da política tem que ser enfrentada em nome da normalidade democrática.”

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Vereador pede à Polícia Federal para investigar uso das verbas da Saúde em Eunápolis e destino dos equipamentos

Falta transparência e sobra desconfiança de que o dinheiro do SUS estaria sendo usado ilegalmente.

 

O vereador Jurandi Leite (PPS) protocolou, na quarta-feira, 12 de setembro, denúncia dirigida ao delegado Pancho Vilas, chefe regional da Polícia Federal, em Porto Seguro, para que a PF investigue o uso das verbas recebidas pela prefeitura de Eunápolis referente a saúde pública municipal (SUS) e ainda o destino de equipamentos hospitalares e recursos recebidos para construção e implantação da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), localizada no bairro Rosa Neto, até hoje sem funcionar. A denúncia do edil está embasada em farta documentação e na citação de leis que regulam o uso de recursos do SUS. O caso da UPA se encaixa como uma luva no quadro do programa Fantástico: “Cadê o Dinheiro que Tava Aqui?”.

 

Jurandi foi eleito com 1.058 votos em 2016.

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Polícia Federal prende em flagrante 3 advogados ligados à máfia dos precatórios

Organização criminosa pode ter retirado mais de R$ 20 milhões de forma fraudulenta, segundo estimativas.

 

No começo da semana passada (3/9), a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante 3 advogados e um bacharel em Direito efetuando saques fraudulentos de precatórios judiciais numa agência da Caixa, em São Paulo, capital, usando procurações falsas. A prisão ocorreu no momento em que o grupo tentava sacar R$ 50 mil. Policiais federais, apoiados pelo banco, investigaram um grupo de pessoas que, tendo conhecimento de precatórios judiciais não sacados (ganho judicial depositado em conta e disponível para saque pelo beneficiário), falsificavam documentos que ‘autorizavam’ o saque, passando-se por procuradores dos beneficiários. Assim, sacavam os valores nas agências da Caixa em prejuízo dos verdadeiros beneficiários e/ou do próprio banco.

 

 

Outros estados - Em 2015, a PF realizou uma grande operação prendendo estelionatários que praticavam o mesmo golpe com saques fraudulentos de precatórios na Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco, Pará, São Paulo e Piauí. O esquema contava com participação de advogados e funcionários da Caixa.

 

A investigação em São Paulo se deu em ação conjunta entre a PF e a área de segurança institucional da Caixa. Estima-se que o grupo ao qual pertencem os advogados presos possa ter retirado mais de R$ 20 milhões em nome de terceiros.

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Blog de Conquista diz que assessor do deputado Ronaldo Carletto teria sido detido pela PF

  • Publicado em Bahia

Embora a informação não tenha fonte oficial, o blog Sudoeste Hoje publicou que Vivaldo Gois, conhecido assessor do deputado federal Ronaldo Carletto (PP) e ex-presidente do Pros, teria sido detido na operação da Polícia Federal realizada na Bahia, na quinta-feira, 30 de agosto, para desarticular um esquema de compra de votos que elegeu o vereador Rodrigo Moreira (PP) em Vitória da Conquista, envolvendo empresas de fachada e contratações de eleitores por empresas fornecedoras do governo e prefeitura, onde algumas pessoas também foram nomeadas para cargos de confiança. Vivaldo teria sido detido durante execução de mandado de busca e apreensão pela PF em sua residência, supostamente devido a porte ilegal de arma de fogo. Bahia40graus não conseguiu confirmar oficialmente a informação.   

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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