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25 de Setembro de 2018

Vereador pede à Polícia Federal para investigar uso das verbas da Saúde em Eunápolis e destino dos equipamentos

Falta transparência e sobra desconfiança de que o dinheiro do SUS estaria sendo usado ilegalmente.

 

O vereador Jurandi Leite (PPS) protocolou, na quarta-feira, 12 de setembro, denúncia dirigida ao delegado Pancho Vilas, chefe regional da Polícia Federal, em Porto Seguro, para que a PF investigue o uso das verbas recebidas pela prefeitura de Eunápolis referente a saúde pública municipal (SUS) e ainda o destino de equipamentos hospitalares e recursos recebidos para construção e implantação da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), localizada no bairro Rosa Neto, até hoje sem funcionar. A denúncia do edil está embasada em farta documentação e na citação de leis que regulam o uso de recursos do SUS. O caso da UPA se encaixa como uma luva no quadro do programa Fantástico: “Cadê o Dinheiro que Tava Aqui?”.

 

Jurandi foi eleito com 1.058 votos em 2016.

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Dono da empresa e contador são acusados pelo Ministério Público no caso da fraude dos cilindros de oxigênio em Teixeira de Freitas. Cadê os políticos?

  • Publicado em Bahia

Lógico que há políticos por trás dessa fraude que pode ter levado à óbito pacientes das unidades de saúde onde o gás industrial foi usado no lugar do medicinal. Outras cidades da região precisam ser investigadas também.

Até agora, o comerciante Izaias Rodrigues dos Santos e o contador Diogo Lemos Dias dos Santos, da empresa Assis e Rodrigues Ltda, foram os únicos denunciados à Justiça pelo Ministério Público estadual da Bahia (MP-BA) no caso da fraude dos cilindros de oxigênio, onde foi flagrado uso de oxigênio industrial no lugar do medicinal, com adulteração ainda de quantidade e prazo de validade nos cilindros entregues e usados nas unidades de saúde de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano.

A denúncia foi feita pelos promotores de Justiça Gilberto de Campos, Michelle Resgala, Graziella Pereira, José Dutra Júnior, George Elias Pereira, Fábio Corrêa, João Batista Madeiro, Kerginaldo de Melo e Moisés Garnieri. Segundo as investigações, Izaias, que é sócio administrador e representante da empresa, fraudou contrato decorrente de licitação realizada para aquisição de mercadorias, entre o final de 2017 e primeiro semestre de 2018, entregando produtos de empresa diversa à indicada na licitação, bem como alterando a substância e a qualidade da mercadoria fornecida. Ele se comprometeu a fornecer gás de oxigênio medicinal da marca Air Products Brasil Ltda para atender as demandas existentes nas unidades de saúde do Município, mas entregou produtos de outras empresas e com alteração da substância.Resultado de imagem para PACIENTE USANDO OXIGÊNIO MEDICINALLaudo da Vigilância Sanitária do Município confirmou que os cilindros fornecidos apresentavam:

1 - Diferença entre os lacres e selos de origem

2 - Ausência de prazo de validade

3 - Lacres sem a origem do produto

4 - Cilindros de oxigênio industrial, da cor escura, pintados de cor verde para serem entregues como medicinal

Uma operação deflagrada pelo MP-BA apreendeu na sede da empresa diversos lacres de cilindros de oxigênio em desconformidade com o determinado pela Anvisa, além de diversos instrumentos utilizados para corromper, fraudar e adulterar os cilindros, afirmam os promotores de Justiça. Eles ressaltam que Diogo Lemos, “em comunhão de vontade e unidade de desígnios com o primeiro denunciado, tinha em depósito para venda produtos corrompidos e adulterados destinados a fins medicinais, como o oxigênio medicinal sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização e com a redução de seu valor terapêutico”.

Cadê os políticos envolvidos nesse esquema? Não existe crime com dinheiro público sem envolvimento de agentes políticos. Não pode aumentar a sensação de impunidade que prevalece em todo o extremo sul da Bahia.

 

 

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Bolsonaro: cuidados médicos quem paga é o SUS e a Câmara dos Deputados

  • Publicado em Brasil

O atendimento vip que salvou a vida de Jair Bolsonaro na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG) custou R$ 367,06 ao Sistema Único de Saúde (SUS), valor que será pago ao cirurgião cardiovascular Oliveira Júnior. O hospital ganha um pouco mais: R$ 1.090,80. Já o atendimento no hospital Albert Eistein, em São Paulo, o preferido de 100% dos políticos e ricos do país, deverá ser pago pelo plano de saúde da Câmara dos Deputados (inclusive o deslocamento de UTI aérea), um direito que Bolsonaro também tem.

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Deputado Marcell Moraes é denunciado por colocar em risco a saúde humana, animal e ambiental

  • Publicado em Bahia

O deputado estadual Marcell Moraes é alvo de denúncias do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA) por abuso de poder econômico e irregularidades em campanhas itinerantes de castração e vacinação de animais que o parlamentar realiza em municípios da Bahia. A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Regional Eleitoral, segundo o site BocãoNews. O Conselho diz que o parlamentar “pratica atos assistencialistas às vésperas da campanha eleitoral”. Em outras duas denúncias apresentadas ao Ministério Público - estadual e federal -, no dia 30 de julho, o CRMV-BA diz que as ações de Marcell colocam em risco a saúde humana, animal e ambiental. B.O.

Eunápolis - No mês passado, pessoas que se apresentaram como prepostos do deputado Marcell Moraes tentaram realizar uma campanha de vacinação e castração de animais numa praça da cidade de Eunápolis, extremo sul da Bahia, mas foram impedidas por ação preventiva da Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária e Centro de Controle de Zoonoses.

Marcell - O jovem deputado se defende: “Me deixa triste porque o Conselho não faz nenhuma ação para os animais. Só faz ação contra Marcell. O que acontece é que na Bahia são 200 mil animais de rua. Qual ação do Conselho? Eu incomodo os veterinários gananciosos que só querem lucrar em cima dos animais”, declarou, ao citar que o serviço de castração chega a custar até R$ 1 mil em algumas clínicas.

Marcell é pré-candidato a reeleição, também negou que suas investidas tenham cunho eleitoral. “Estranhamente só sai na imprensa contra Marcell. Isso ocorre desde que eu era vereador. Trabalho com isso há 18 anos. Hoje estou deputado estadual, mas vou continuar as campanhas com ou sem mandato”.

Mais acusações contra as campanhas itinerantes:

1 - Falta de autorização prévia das respectivas vigilâncias sanitárias

2 - Falta de anotações técnicas obrigatórias nas cadernetas de vacinação, o que pode provocar danos à saúde do animal e interferir o controle de zoonose e a eficácia da campanha de cada município

3- Ausência de responsáveis técnicos devidamente habilitados pelo Conselho

4 -  Os restos de tecidos dos animais, medicamentos, anestésicos, objetos perfurocortantes etc, provenientes dos procedimentos, são descartados de forma indevida contaminando o meio ambiente

5 - Veterinários estariam atuando nas campanhas cometendo infrações profissionais, segundo o Conselho

Marcell nega todas as acusações.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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