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23 de Junho de 2018
GERALDINHO ALVES

GERALDINHO ALVES

PPS anuncia apoio a José Ronaldo

O Partido Popular Socialista (PPS) confirmou, na manhã deste domingo (17), o apoio à candidatura de José Ronaldo, ex-prefeito de Feira de Santana, a governador do estado, pelo Democratas. O anúncio foi feito durante o Congresso Estadual da legenda, realizado no auditório do Salvador Shopping Business, no Caminho das Árvores.

O evento foi presidido pelo vereador por Salvador Joceval Rodrigues - presidente do partido e pré-candidato à Câmara Federal. Participaram ainda o vereador Euvaldo Jorge, lideranças estaduais e municipais e membros de outros partidos, como, Antônio Albino e Marcos Maurício do PSDC.

Dentre as pautas do congresso, discussões sobre o cenário político baiano, as estratégias traçadas para as eleições de 2018, a apresentação oficial dos pré-candidatos do partido para deputados estadual e federal, além do anúncio da coalizão com a candidatura de José Ronaldo para o Governo da Bahia.

Quatro anos depois do 7x1 prefeitura de Cabrália faz homenagem à Alemanha

Agnelo Júnior, prefeito de Cabrália, gastou um pouco do escasso dinheiro do município para colocar no letreiro turístico na entrada da cidade, na praia de Arakakaí, as cores do Brasil, além de decorar as ruas do centro da cidade de verde e amarelo. Até aí tudo bem, o clima é de Copa do Mundo na Rússia. Mas ele também colocou no letreiro e na decoração de rua as cores da Alemanha, cuja lembrança da torcida brasileira ainda é aquele placar de 7x1. Agnelo disse, por meio de sua assessoria, que vai torcer para Alemanha caso o Brasil seja eliminado na Copa (vira essa boca pra lá), citando o fato dos alemães terem se hospedado em Santo André na Copa de 2014. A assessoria inclusive disse que o letreiro vai aparecer na TV. "Somos todos Brasil nessa Copa, mas tenho certeza que a Alemanha é a segunda seleção de todos nos cabralienses", disse o prefeito Agnelo Júnior.

 

Nenhum legado - Mas qual legado deixou para o município a Copa de 2014? Nenhum. O Campo Bahia, local onde ficou a seleção alemã, foi um investimento dos próprios alemães, virou opção vip de hospedagem para estrangeiros, mas tudo isso não gerou nenhuma contrapartida para a cidade. Se gerou, alguém embolsou no caminho. Aliás, há rumores nos bastidores sobre o dinheiro da Copa, envolvendo protagonistas que continuam atuando na política e no turismo na região. Uma famosa revista da Alemanha já andou até investigando isso.

 

Turismo de sobras - Torcer para os alemães justificando o fato deles se hospedarem no município na Copa é forçar a barra. O turismo da cidade ainda vive das sobras de Porto Seguro. Também precisa ser melhor fiscalizado. Veja o caso da falta de transparência com o dinheiro da taxa de embarque dos passeios náuticos. A prefeitura até agora não esclareceu ou mostrou a prestação de contas.

 

Cadê o dinheiro? - Com tantas festas, eventos e oba-oba, para onde está indo o dinheiro dos turistas que visitam Cabrália? Não só Agnelo precisa responder a essa pergunta, mas também todos os gestores que sentaram na cadeira de prefeito nos últimos 18 anos. A cidade continua sendo uma das mais pobres da região sem perspectiva de mudança na economia e com a desigualdade social aumentando. Por sinal, ‘mudança’ foi promessa de Agnelo no palanque da campanha eleitoral 2016. Mas viva a Alemanha!

 

Fake news viram drogas virtuais que estão viciando as cabeças de vento

O gosto pelo sensacionalismo e a politicagem barata alimentam o sucesso das notícias falsas (fake news) nas redes sociais. Como quase ninguém responde pelos crimes cometidos na internet, a esculhambação é geral. E a mentira viraliza todo dia.

 

Na contramão, o jornalismo tradicional, no entanto, que apura os fatos e ouve o contraditório, continua resistindo quase que romanticamente. Ainda é fonte de consulta de quem quer saber a verdade.

 

O fato é que fake news viraram drogas virtuais, com muitos viciados consumindo e compartilhando as mentiras disseminadas. Mas quando a onda passa, o que fica no final das contas é a pura verdade, a vida como ela é. Os mentirosos e usuários da mentira não teriam oportunidade atuando fora das redes sociais, por incompetência, má formação de caráter ou inclinação marginal mesmo. Buscam a notoriedade negativa e estão ganhando a batalha, por enquanto.

 

Geraldinho Alves, jornalista e editor do Bahia40graus.

Dados defasados (de 2016) colocam Eunápolis como cidade mais violenta da Bahia. Não é mais!

A desinformação dominou o noticiário negativo nesta sexta-feira, 15 de junho, colocando Eunápolis como a cidade mais violenta da Bahia e a 2ª mais violenta do Brasil entre 309 mil cidades com mais de 100 mil habitantes.

 

O fato é que o Atlas da Violência 2018, divulgado como ‘realidade’ dos municípios baianos não passa de um documento com números bem defasados, coletados no ano de 2016, elaborado com banco de dados fornecidos pelas secretarias municipais de Saúde que não correspondem à realidade atual da violência na Bahia e principalmente em Eunápolis, nos dois últimos anos.

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O delegado Moisés Damasceno (foto), coordenador regional da Polícia Civil na microrregião de Eunápolis, postou nas redes sociais uma Nota esclarecendo que em 2016 Eunápolis registrou 110 homicídios (um a cada três dias), enquanto que em 2017 esse número caiu para 54, mais de 50%. Damasceno destaca que a tendência de queda no número de homicídios continua em 2018.

 

O delegado ressalta ainda na Nota que a redução da criminalidade na cidade resultou na premiação (Prêmio Desempenho Policial) dos profissionais de Segurança Pública da microrregião, recebida do governo estadual.

 

Contestação - Em Nota a SSP-BA (Secretaria de Segurança Pública) contestou os números do Atlas, criticando a metodologia de coleta do banco de dados das secretarias municipais de Saúde, que para o órgão apresenta diversas falhas. A SSP-BA critica ainda o fato de o Atlas não usar dados do Ministério da justiça, fornecidos pelas secretarias de segurança estaduais. “Infelizmente, são aventureiros querendo surfar em uma situação cuja origem está nos problemas sociais e não na ausência das forças de segurança”, conclui a Nota.

 

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