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18 de Agosto de 2017

Imbassahy diz que programa do PSDB na TV ofende o partido

A autocrítica feita na TV pelo PSDB, nesta quinta-feira, 17 de agosto, e as críticas ao presidente Temer geraram uma crise no ninho tucano. O programa exibido às 20:30 horas, em cadeia nacional de rádio e TV, durou 10 minutos e atacou o fisiologismo, inclusive o praticado por políticos da própria legenda. O PSDB também levantou a bandeira do parlamentarismo no Brasil. “O presidencialismo de cooptação que vigora no Brasil faliu, tendo gerado crises sucessivas e muita instabilidade política”, diz um locutor, sem citar que ministros do partido negociaram emendas parlamentares em troca de votos de deputados a favor da rejeição da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer. 

Nenhum político aparece no programa, encomendado pelo presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE). A linha foi definida por ele sem consultar a executiva nacional. O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, do PSDB da Bahia, divulgou nota na qual afirma que a peça “ofende fortemente” o partido. Segundo ele, o programa “apresenta colocações rasas, genéricas, e não teve a coragem de apontar os culpados pelos vícios e mazelas que o programa condenou”. “A linha adotada no programa partidário ofende fortemente o PSDB, colocando o partido numa posição extremamente ruim e desconfortável, como se fosse o culpado por todos os problemas, inclusive aqueles criados por governos do PT, dos quais foi oposição”, escreveu o ministro.

 

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Eunápolis: só a Justiça vai decidir se nomeação de parente do prefeito para cargo de agente político é ou não nepotismo

O caso de Eunápolis, onde o Ministério Público estadual pediu a exoneração da filha e do irmão do prefeito Robério, alegando que as nomeações seriam prática de nepotismo, parece que deve ser decido mesmo no tapetão. O STF também precisa definir de uma vez a jurisprudência sobre o tema, ainda objeto de opiniões divididas sobre a legalidade do ato entre advogados, Ministério Público e os próprios ministros da Suprema Corte, que divergem entre si, uns admitindo nomeação de parente para cargo de agente político e outros não. Recentemente, o STF acrescentou à discussão o critério da capacidade técnica do nomeado. Enquanto isso os parentes - filha e irmão - do prefeito de Eunápolis seguem trabalhando nos cargos. 

NOMEAÇÕES NO PASSADO - Casos semelhantes fazem parte da histórica política da cidade. Na gestão do ex-prefeito Neto Guerrieri, o advogado Flávio Viana, filho da então vice-prefeita Maria Menezes, foi nomeado secretário de Relações Institucionais. Na gestão do ex-prefeito Paulo Dapé, ele também nomeou a esposa e o filho como secretários.

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