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17 de Julho de 2018

Rui Costa diz que ‘pedaladas’ são práticas de governos nos estados e municípios

"Não fica um gestor público de pé”, disse o governador, “se isso fosse implementado no rigor que estão falando”.

As chamadas 'pedaladas fiscais' foram tema do comentário do governador da Bahia, Rui Costa (PT), na segunda-feira (4 de abril). Ele disse que as ‘pedalas’ não sustentam o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que está tramitando no Congresso em Brasília. Segundo Rui, caso os mesmos critérios fossem aplicados nos estados e nos municípios, "todos os gestores deveriam ser afastados".

"Não fica um gestor público em pé. Só quero saber qual o estado brasileiro que ficaria de pé se isso fosse implementado no rigor que estão falando. Assim se tocou o Estado brasileiro – e quando estou falando estado estou falando de estados e municípios e do governo federal", disse Rui em entrevista coletiva.

Ele afirmou ainda que "a oposição está procurando um motivo para derrubar a presidente e o atual momento político prejudica a imagem do país no exterior". 

"O problema é que se quer fazer um golpe e está se procurando um motivo. Aí toda hora se bota a lupa em um motivo. A gente precisa pensar no Brasil e nas pessoas. Estamos brincando com essa questão. Está causando um prejuízo gigantesco para a população. O desemprego está aumentando, o país está parando e está começando a ser mal visto internacionalmente", disse o governador baiano. Informações do Bahia247

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Efeitos colaterais da saída de Dilma para as prefeituras aliadas serão danosos

Mas caso a presidente se salve, ninguém sabe como o país vai sobreviver ao grande balcão de negócios instalado no Planalto: ao menos 7 de ministérios, 600 cargos do 2º escalão, R$ 50 bilhões em emendas parlamentares. Isso somado a cortes brutais na Saúde, Educação e Infraestrutura, além dos programas sociais. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, eis a questão. 

Embora seja o caminho encontrado pelos políticos para retomar o crescimento econômico do país e resolver a crise política em Brasília, com grande apoio popular, o impeachment também terá efeitos colaterais desastrosos para os municípios onde os prefeitos que apoiam o governo petista e dependem da permanência da presidente Dilma para a reeleição ou fazer o sucessor.

1 - A mudança de governo significa troca de todo o 1º escalão no Planalto, o que deve resultar em:

2 - Interrupção dos programas na Saúde (como o Mais Médicos, por exemplo);

3 - Paralisação de obras de Infraestrutura;

4 - Não liberação de emendas este ano de parlamentares que passam a fazer parte da oposição;

5 - Interrupção de convênios em andamento. 

Toda mudança traz dores e bônus. Como estamos em ano eleitoral, o impeachment trará mais danos e dores para muitas prefeituras. Candidatos da oposição local vão ganhar o bônus de concorrerem contra aliados de um governo que perdeu o posto, carimbado por corrupção, desmandos e ineficiência.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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