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20 de Setembro de 2018

Assalto a Prosegur em Eunápolis começa a ser desvendado, Polícia Federal prende suspeitos

Uma operação da Polícia Federal nesta segunda-feira, 28 de maio, cumpre dois mandados de prisão temporária, cinco de busca e apreensão em Osasco e em São Paulo, além de bloqueio de valores em contas bancárias como parte da investigação ao assalto cinematográfico realizado em Eunápolis, contra a empresa de transporte de valores Prosegur, em março passado. O nome da Operação é Costa do Descobrimento.

 

Segundo a PF, os bandidos seriam de São Paulo e chegaram em 11 automóveis e uma moto na cidade no sul da Bahia. Eles bloquearam as entradas do quartel da PM na cidade com carros, que foram incendiados. Em seguida, o grupo efetuou diversos disparos de fuzil, atingindo um segurança da empresa, que morreu no local.

 

Durante a investigação, a PF descobriu que a ação foi organizada por um consórcio de duas facções criminosas, uma de Porto Seguro e o Primeiro Comando da Capital (PCC). Eles teriam alugado um galpão usando documentos falsos e chegaram a constituir empresas em São Paulo para abrir contas e movimentar o dinheiro obtido de forma ilícita.

 

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Prosegur vira o jogo, bota culpa na polícia e ainda consegue liberação da nova sede em Eunápolis

O jogo virou a favor da empresa de transporte de valores Prosegur, que na quinta (15) teve a nova sede na estrada da Colônia embargada pela prefeitura e vem sofrendo pressão popular para pagar indenização dos imóveis prejudicados com as explosões no assalto do último dia 6.  

Em duas reuniões nesta sexta, 16 de março, provocadas por ação da prefeitura por meio da subprocuradoria jurídica, a empresa esclareceu alguns pontos ainda obscuros. Na primeira reunião, com participação do diretor jurídico da Prosegur Alexandre Canal; do subprocurador do município, Antônio Pitanga, e de prepostos da prefeitura, a empresa apresentou praticamente toda a documentação exigida para o funcionamento da nova sede. Após a reunião, o embargo foi retirado, mas a prefeitura justificou o recuo alegando que havia risco de desabastecimento de dinheiro nos bancos e comércio da cidade.

Em seguida, na segunda reunião, a diretoria da Prosegur recebeu proprietários de imóveis, comerciantes e moradores vizinhos prejudicados com os efeitos colaterais do assalto à sede antiga. O diretor jurídico da Prosegur deixou claro que a empresa só vai pagar os prejuízos a terceiros em caso de decisão judicial e ainda criticou a “falta de ação da polícia militar” em relação ao assalto (antes e durante) e a “demora do Samu” em socorrer os feridos após o cessar-fogo.

 

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Prefeitura chama a Prosegur para discutir prejuízos a vizinhos da empresa

Por determinação do prefeito em exercício Flávio Baiôco, o Subprocurador Geral de Eunápolis, Antônio Pitanga, enviou ofício a empresa de transporte de valores Prosegur, alvo do grande assalto da última terça-feira (6) na cidade, solicitando que a empresa envie um representante legal com poder de decisão para dialogar com o município, o que 4 dias após a ação ainda não foi feito.

A prefeitura quer discutir e viabilizar as questões relacionadas ao evento, como os prejuízos causados aos imóveis vizinhos da sede da Prosegur, na Rua Dr. Gravatá. De acordo com o documento enviado pelo Subprocurador, até agora a Prosegur não se comunicou com a prefeitura nem com a vizinhança para tratar a respeito do ocorrido.

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Quem vai pagar os prejuízos do assalto a Prosegur em Eunápolis, o povo?

Está caminhando para um grande impasse jurídico o ressarcimento dos prejuízos causados pelas explosões durante o assalto a empresa de transporte de valores Prosegur, na Rua Dr. Gravatá, no centro de Eunápolis, na última terça (6). Cinco imóveis foram interditados pela Defesa Civil, a Prosegur está demolindo os escombros, mas moradores e comerciantes ainda não sabem quem arcará com os prejuízos.

Nesta quinta (8), os donos de lojas e imóveis prejudicados foram à rua reivindicar uma solução para cobrir os prejuízos. Pelo que tudo indica, vai sobrar para o povo pagar os prejuízos depois de prováveis ações na Justiça contra a prefeitura, que deve perder a causa. E o dinheiro da prefeitura é o dinheiro dos contribuintes. Nem é preciso procurar muito pelos culpados, a Prosegur representava um alto risco naquela localização, mas as autoridades da cidade permitiram seu funcionamento, inclusive próximo a 2 hotéis e um posto de gasolina.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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