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20 de Julho de 2018

"O Brasil tem sede de mudança": Polícia Federal vai às urnas unida em outubro com dezenas de delegados candidatos

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Na Bahia, o delegado aposentado Renovato Dias, ex-superintendente regional no extremo sul, pretende ser deputado estadual pelo PSL de Bolsonaro.

 

 

Delegados da Polícia Federal (PF) de diversos estados do país se reuniram na manhã desta quinta-feira, 12 de julho, em Curitiba, no lançamento da campanha “O Brasil tem sede de mudança”, que inicia o movimento para eleger dezenas de delegados federais pré-candidatos nas eleições deste ano. Dentre os temas debatidos no encontro estão: impunidade, combate à corrupção e segurança pública. O evento é organizado pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).

 

Uma das propostas do movimento é alterar a Lei de Licitações para impedir as fraudes e direcionamentos, conforme identificado em fases da Operação Lava Jato. Além disso, o fim do foro privilegiado é outra bandeira defendida pelos delegados.  

 

Condições de trabalho - Os delegados da PF reclamam que o órgão não tem equipes mínimas de investigação nas unidades, que há carência de servidores administrativos – muitos deles substituídos por mão de obra terceirizada – e que não houve regulamentação da chamada indenização por trabalho em fronteira, dois anos depois do governo federal ter assumido esse compromisso com os policiais. Os delegados também estão insatisfeitos com a proposta do Ministério do Planejamento de reajuste salarial para a categoria da ordem de 21,3%, mas escalonado em quatro anos.

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A 3 meses da eleição, Odebrecht faz acordo para voltar a ser contratada por estatais

  • Publicado em Brasil

 

Grande vilã da Lava Jato, a empreiteira Odebrecht fez acordo de leniência com a União para voltar a ser contratada pelas estatais. A empresa, que chegou ter um departamento para administrar as propinas pagas aos políticos, vai pagar R$ 2,7 bilhões para limpar sua ficha. O acordo acontece a três meses das eleições, a Odebrecht financiou com caixa 2 de campanha diversos políticos que disputam o pleito em outubro.

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Lula arrumou as malas, mas vai continuar preso. Manobra petista não deu certo

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O governador Rui Costa, todo o PT na Bahia e no Brasil chegaram a comemorar a manobra jurídica para tirar Lula da cadeia neste domingo, 8 de julho. Até simpatizantes do lulismo usaram e abusaram das redes sociais para festejar. Mas a ideia não deu certo.

Solta e prende - Depois de três liminares mandando soltar o ex-presidente petista, todas expedidas pelo desembargador plantonista do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), Rogério Favreto (que foi filiado ao PT por 19 anos e trabalhou com Lula em Brasília), a manobra petista para soltar seu maior líder esbarrou na decisão do presidente do TRF4, Thompson Flores, que determinou nas primeiras horas da noite deste domingo que Lula continue preso e que o processo retornasse ao relator dos casos da Lava Jato na Corte, desembargador federal Gebran Neto. Ponto final.

Thompson Flores atendeu pedido do procurador da República da 4ª Região, José Osmar Pumes, que solicitou a retirada imediata das mãos do desembargador plantonista o pedido de habeas corpus para soltar Lula.

Corrupção e lavagem de dinheiro - Condenado na Lava Jato em 1ª instância pelo juiz Sérgio Moro e em 2ª instância pela 8ª turma do TRF4, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá, que ele teria recebido da OAS como propina em troca de contratos milionários na Petrobras.

Polícia Federal foi sensata - A Polícia Federal aguardou o desfecho da situação sem se mexer, uma vez que foi criado um impasse com decisões judiciais contraditórias, três do plantonista mandando soltar (com pressão, prazo e esporro), mas também uma decisão do desembargador e relator do caso Gebran Neto proibindo soltar. Por fim, veio a decisão do presidente do Tribunal mantendo Lula preso. O Brasil vai acordar na segunda-feira sem pesadelo.

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Relator do caso Lula no TRF4 derruba habeas corpus de plantonista e mantém ex-presidente preso

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O desembargador Gebran Neto, da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, decidiu manter na prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cancelando a liminar do desembargador plantonista da Corte concedendo habeas corpus ao petista. Gebran determinou que a Polícia Federal não cumpra a decisão de soltura, pois caberia a ele, que é o relator do processo que condenou Lula a 12 anos e um mês de prisão, analisar o despacho. Game over.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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