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17 de Outubro de 2018

Ditadura da Venezuela que o PT chama de democracia mata político de oposição a Maduro mas diz que foi ‘suicídio’

  • Publicado em Mundo

Por que o PT se cala no caso do assassinato de Fernando Albán pela ditadura venezuelana quando a ONU, OEA, União Europeia, igreja católica e o Brasil protestam?

Fernando Albán, parlamentar de oposição ao regime do ditador da Venezuela Nicolás Maduro, foi jogado pela janela do 10º andar da sede do Sebin (Serviço Bolivariano de Inteligência), mais conhecido como centro de tortura. O fato aconteceu em Caracas, na segunda-feira (8/10), repercutindo muito mal nos países democráticos, mas teve pouco espaço no noticiário no Brasil. O PT, que chama a ditadura na Venezuela de ‘democracia’, não deu disse uma só palavra sobre o caso.

 

Albán foi preso 3 dias antes de morrer, ao chegar no aeroporto da capital venezuelana, vindo de Nova York, onde moram sua esposa e filhos. Ele foi levado para interrogatório na sede da polícia política (Sebin), que o acusa de atos contra o ditador Maduro. O governo conta a versão de que a morte foi “suicídio”. Fernando Albán teria pedido para ir ao banheiro e se jogado pela janela. Familiares e aliados de mais uma vítima da ditadura venezuelana contestam a versão, afirmam que Albán nunca se mataria e que as janelas do prédio sempre estão fechadas e travadas.

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Repercussão negativa - Embora pouco noticiado na imprensa brasileira, o caso gerou grande repercussão negativa internacional. Uma delas partiu do governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores que pede uma investigação independente.

Os Estados Unidos e a OEA (Organização dos Estados Americanos) acusam o governo venezuelano de participação na morte do político. A ONU disse que vai investigar o caso. A União Europeia também se manifestou de forma semelhante contra a Venezuela.

Imagem relacionadaQuem era Fernando Albán - O opositor era vereador da Área Metropolitana de Caracas pelo partido ‘Primeira Justiça’, uma das principais forças contra Maduro, reunindo nomes como Henrique Capriles (duas vezes o 2º colocado nas eleições presidenciais) e Julio Borges (ex-presidente da Assembleia Nacional). Albán associava sua figura pública à fé católica e tinha proximidade com a Igreja. A oposição ao presidente fala em perseguição e repressão política, inclusive com assassinatos, além de corrupção e fraudes eleitorais para os governistas permanecerem no poder.

 

VEJA NO VÍDEO A SEGUIR A HISTÓRIA DA CRISE NA VENEZUELA

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Balas que mataram Marielle vieram do arsenal vendido a Polícia Federal

  • Publicado em Brasil

A Polícia Civil carioca rastreou a origem da munição usada pelos criminosos para assassinar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Pedro Gomes, na noite de quarta-feira, no Rio de Janeiro. De acordo com informações da TV Globo, as balas disparadas por uma pistola calibre 9mm pertenceram a lotes vendidos para a Polícia Federal (PF) de Brasília em 2006. A partir de agora as polícias Civil e Federal vão iniciar investigação para saber se houve desvio do material e como isso ocorreu.

Segundo a investigação, os lotes de balas foram vendidos à PF pela empresa CBC no dia 29 de dezembro de 2006, com as notas fiscais número 220-821 e 220-822. Na tarde desta quinta-feira, a polícia já sabia que os criminosos fizeram 13 disparos contra o carro da vereadora: nove na lataria e quatro no vidro.

Em nota, a PF diz: “Além da investigação conduzida pela Polícia Civil pelo crime de homicídio, já foi instaurado inquérito no âmbito da Polícia Federal para apurar a origem das munições e as circunstâncias envolvendo as cápsulas encontradas no local do crime.” 

“A Polícia Federal no Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro reiteram o seu compromisso de trabalhar em conjunto para a elucidação de todos os fatos envolvendo os homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes, ocorrido na noite da última quarta-feira, no Rio de Janeiro.” 

A morte de Marielle

A vereadora a foi morta com três tiros na cabeça e um no pescoço quando ia para casa, de carro, com o motorista Anderson Gomes, de 39 anos, assassinado com três tiros pelas costas. Uma assessora que estava ao lado de Marielle sobreviveu e prestou depoimento à polícia.

Até a noite desta quinta-feira, a polícia sabia também que, na altura da Praça da Bandeira, na Rua Joaquim Palhares, um Chevrolet Cobalt prata emparelhou à direita do veículo em que Marielle seguia. Um dos ocupantes disparou contra a parlamentar, atingindo o vidro e parte da porta traseira direita do automóvel. O carro onde estava a vereadora andou mais alguns metros, e os assassinos fugiram. Marielle e Gomes morreram imediatamente. A assessora foi atingida só por estilhaços e prestou depoimento ainda de madrugada, por cinco horas.

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BA: Delator da Lava Jato que entregou desvios na Transpetro é assassinado 2 meses após depor à PF

  • Publicado em Bahia

José Roberto Soares Vieira, 47 anos, delator da Lava Jato que levou à prisão do ex-gerente da Transpetro na Bahia, José Antonio de Jesus, foi assassinado com 9 tiros a queima-roupa, nesta quarta-feira, 17 de janeiro, na rodovia BA-522, quando chegava em sua empresa – JRA Transportes - em Candeias, interior da Bahia. Ex-prefeito de Ourolândia pelo PT, a vítima tinha prestado depoimento à Polícia Federal há dois meses e foi fundamental para o caso.

A JRA Transportes teve como sócio, entre 2011 e 2013, o filho do ex-gerente da Transpetro, José Antônio de Jesus, preso provisoriamente em 21 de novembro pela Operação Lava Jato, acusado de receber propina de subsidiárias da Petrobras através de empresas e contas bancárias de parentes. O dinheiro, diz o Ministério Público Federal, ia para o PT da Bahia.

José Roberto Soares Vieira decalrou à PF que a JRA Transportes foi usada por José Antônio de Jesus para receber pagamentos de empresas fornecedoras da Transpetro sem prestar qualquer serviço. O MPF identificou R$ 2,3 milhões pagos ao o ex-gerente.

O depoimento serviu para que a Procuradoria-Geral da República pedisse a prisão do ex-gerente, acatada pelo juiz Sergio Moro. José Antônio está preso há dois meses em Curitiba. O assassinato pode ter ligação com o caso.

A delegada Maria das Graças Barreto, da delegacia de Candeias, disse ao jornal Folha de São Paulo que "não há dúvida" de que a morte de José Roberto Soares Vieira foi um crime planejado. O assassino procurou Vieira várias vezes nos últimos dias. 

Por volta das 11h40 de quarta, o assassino abordou Vieira quando entrava na empresa, deu os 9 tiros e fugiu. A polícia trabalha com três hipóteses, queima de arquivo, vingança e crime político, já que a vítima era filiada ao PT.

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Veja vídeo de despedida do ex-vereador assassinado na porta de casa em Porto Seguro

O ex-vereador de Porto Seguro Aldair Silva Andrade, de 41 anos, evangélico, conhecido como Aldair do Campinho, foi assassinado na manhã deste domingo, 7 de janeiro, na porta de sua residência no bairro Tabapiri. A vítima, saia de casa quando recebeu vários tiros. A polícia apura o crime, mas ainda não há informações sobre o autor. 

Aldair nasceu em Arataca, sul da Bahia. Ele exerceu o mandato de 2014 a 2016, ao substituir (era suplente pelo PMDB com 712 votos) a vereadora Lívia Bittencourt, então nomeada secretária municipal. Em em um ano e meio de mandato, Aldair fez 128 requerimentos, mais 120 indicações ao Executivo Municipal e assinou 26 projetos de leis. Em 2016 concorreu a reeleição pelo PSC, mas perdeu.

Assista a seguir vídeo emocionante postado no Youtube de despedida do mandato que o edil gravou na Câmara Municipal:

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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