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18 de Outubro de 2018

Brasil gasta mais dinheiro com seguro-desemprego do que em obras e equipamentos

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Com 13,7 milhões de desempregados no mês de março deste ano, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil já gastou este ano R$ 12,1 bilhões no pagamento do seguro-desemprego. A previsão é chegar aos R$ 42,5 bilhões até o final do ano. O dinheiro gasto com o benefício previsto na Constituição é maior do que o valor investido pelo governo federal em obras e compras de equipamentos neste ano: R$ 8,4 bilhões.

 

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Brasil tem hoje quase 14 milhões de desempregados segundo o IBGE

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Número de trabalhadores com carteira é o menor da série histórica, iniciada em 2012.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou dados que atestam o crescimento do desemprego no país. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD Contínua), agora divulgada mensalmente, registrou no trimestre encerrado em março um aumento expressivo de 1,4 milhão de pessoas que ingressaram na fila do desemprego. Isso elevou a taxa de desocupação do país medida pela pesquisa de 11,8% no último trimestre do ano passado, para 13,1% no primeiro trimestre de 2018.

Foram especialmente as demissões no mercado de trabalho formal (ou seja, de postos com carteira assinada) que fizeram com que o contingente já elevado de pessoas desocupadas no país – agora avaliado em 13,7 milhões de pessoas – crescesse ainda mais de um trimestre para o outro. De acordo com a pesquisa, 408 mil pessoas que trabalhavam com carteira assinada agora estão desempregadas. Uma queda de 1,2% no número de empregados com carteira no trimestre encerrado em março frente ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2017). Atualmente são 32,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada no Brasil, o menor número de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012, segundo o IBGE. A máxima foi registrada em junho de 2014, com 36,8 milhões de empregos formais, quando teve início a recessão de Dilma e Temer que lançaram a economia do país no fundo do poço.

Um bom termômetro para a dramática situação da economia do país é o comportamento do setor produtivo. Os número de trabalhadores com carteira assinada na indústria caiu 2,7% de um trimestre para o outro, o que representa a diminuição de 327 mil empregos. Com a indústria da construção parada por falta de investimentos públicos, juros altos e arrocho no crédito para os empresários, os dados da construção também são preocupantes: queda de 5,6% ou redução de 389 mil postos de trabalho. O comércio, impactado pela queda nas vendas, reduziu o número de trabalhadores em 396 mil – ou -2,2%.

O rendimento médio real, que segundo o IBGE ficou “estável” (R$ 2.169) no trimestre de janeiro a março de 2018,  frente ao trimestre outubro a dezembro de 2017 (R$ 2.173), só demonstra o arrocho nos rendimentos do trabalhador brasileiro. Há um ano atrás, o rendimento médio era exatamente o mesmo de março deste ano: R$ 2.169.

O IBGE não computa na taxa de desocupação aqueles que, desempregados, passaram para a informalidade realizando bicos, pequenos serviços ou viraram ambulantes na rua, o que faz com que a taxa de desemprego seja subestimada, apesar de bastante elevada. No primeiro trimestre de 2018, o contingente de trabalhadores “por conta própria” atingiu 23 milhões, de acordo com a pesquisa.

 

 

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Um milhão de jovens fora da escola e sem trabalho na Bahia

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No ano passado, na Bahia, de acordo com o IBGE, cerca de 1 milhão de jovens, entre 16 e 29 anos, não trabalhavam nem estudavam. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 15 de dezembro.

Assim como ocorreu no país como um todo, a proporção dos jovens desocupados na Bahia cresceu a partir de 2014, com maior intensidade entre 2015 e 2016 – reflexo principalmente da saída de jovens de ocupações no mercado de trabalho.

Considerando-se os jovens de 16 a 29 anos, no estado, a percentagem dos que não estudavam nem trabalhavam se manteve relativamente estável entre 2012 (26,0%) e 2015 (25,5%). Em 2016, ela passa a 30,5% ou cerca de 1 milhão de pessoas.

Um exército que se torna presa fácil da criminalidade, principalmente o tráfico de drogas.

 

 

 

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Robôs vão desempregar de 400 a 800 milhões de pessoas até 2030

Entre 400 e 800 milhões de trabalhadores em todo o mundo podem ficar sem emprego até 2030 devido a automação da indústria, aponta um estudo da McKinsey Global Institute, dos EUA. Os robôs vão assumir os postos de trabalho, especialmente nos países desenvolvidos. Nos países mais pobres, a mão de obra barata ainda vai compensar para a indústria.

A McKinsey analisou o efeito da robotização em 46 economias que representam quase 90% do PIB mundial. Além disso, fez projeções detalhadas do impacto da automatização em seis países: Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, México e Índia.

As mudanças tecnológicas atingirão com mais força os trabalhadores com menos estudo. As pessoas com formação universitária e pós-graduação serão menos afetadas. Entre as atividades mais prejudicadas destacadas pela consultoria estão os operadores de máquinas e os funcionários de redes de fast food, além de trabalhadores que fazem coleta e processamento de dados.

“Ocupações que exigem alto nível de especialização ou uma alta exigência de interação social e emocional serão menos suscetíveis até 2030”, diz o estudo. 

Apesar dos efeitos esperados no mercado de trabalho, os pesquisadores destacam que a inovação, o crescimento econômico adequado e os investimentos podem gerar empregos suficientes para compensar os postos de que serão perdidos pra os robôs.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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