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19 de Julho de 2018

Dinheiro da conta-salário já pode ser transferido para conta não bancária

  • Publicado em Brasil

A partir deste mês de julho, o trabalhador (do setor público ou privado) poderá transferir seu salário automaticamente para uma conta não bancária. Antes, a operação só era permitida de banco para banco. Além disso, a portabilidade da conta-salário pode ser realizada também pela instituição que vai receber o recurso, como no modelo de portabilidade telefônica. A mudança não terá custo para o cliente. As novas regras foram aprovadas em resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) em fevereiro e entram em vigor agora.

Contas não bancárias - A nova instituição poderá ser até uma start-up financeira (a chamada fintech) que ofereça conta de pagamentos e cartão pré-pago, como Nubank e Mercado Pago, ou serviços como PayPal e PagSeguro. Tudo deve ser concluído em cinco dias. A portabilidade da conta-salário existe desde 2006, mas só podia ser feita para conta de depósito tradicional.

Nas novas regras definidas, a instituição financeira ou instituição de pagamento que irá receber os recursos transferidos da conta-salário precisará, além de obter manifestação da vontade do cliente, confirmar e garantir a sua identidade, a legitimidade da solicitação, bem como a autenticidade das informações exigidas.

Conta-salário

A conta-salário é uma conta aberta por iniciativa e solicitação do empregador, em nome do empregado, para efetuar o pagamento de salários, aposentadorias e similares. Apenas o empregador pode fazer depósitos, e o empregado conta com isenção de tarifas em relação a serviços

 

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Fábrica da Heineken na Bahia pode fechar

  • Publicado em Bahia

 

A produção da cerveja Heineken na fábrica de Alagoinhas, uma das maiores da marca na América Latina, está ameaçada. A coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, informa que a Justiça Federal em Brasília (TRF1) deu um prazo de 30 dias para o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) revogar os atos que permitiam a exploração de água pela cervejaria holandesa. Mas o imbróglio pelo direito de explorar a fonte de água mineral, hoje usada para produzir a Heineken, já dura 22 anos e ainda cabe recurso.

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Crise no comércio de Eunápolis reflete “instabilidade política e econômica no país e região” diz presidente eleito da Associação Comercial

  • Publicado em Bahia

Eunápolis, no extremo sul da Bahia, vive uma crise preocupante nas vendas do varejo, com lojas fechando e desemprego crescente, criando incertezas quanto ao futuro da economia da cidade, que hoje se segura, basicamente, graças à massa salarial da prefeitura, Veracel (que agrega também a massa salarial dos terceirizados) e o bom desempenho da agropecuária. O cancelamento da festa do Pedrão pela prefeitura, por dificuldades financeiras, agravou ainda mais o cenário.  

Instabilidade - Para o presidente eleito (mais uma vez) da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Eunápolis (ACIAE), Mirabeau Andrade, essa crise local reflete a “instabilidade política e econômica no país e na região”, e estaria “criando medo nos empresários para investirem mais”. O presidente da ACIAE admite que a agricultura familiar e a agropecuária estão conseguindo obter melhores resultados com a crise.

Além de Mirabeau, que é professor de empreendedorismo, a nova diretoria da Associação Comercial e Industrial de Eunápolis, eleita recentemente, conta ainda com Fito Matos, empresário do ramo imobiliário; Anderson Mota, consultor administrativo e Admir Vetler, economista.

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O pior ainda vem aí com a queda geral na arrecadação nos estados e municípios

A paralisação dos caminhoneiros trará danos quase irreversíveis para a economia do país, já em recessão, além do que se comenta nos noticiários superficiais. O dinheiro deixou de circular nas cidades, os estados não arrecadam ICMS e daqui a 30 dias os efeitos colaterais serão sentidos ainda mais pela população, muito além do desabastecimento de alimentos, combustíveis e medicamentos, mas na precarização ainda maior dos serviços públicos essenciais diante da inevitável queda na arrecadação, reduzindo os repasses de FPM, ICMS e demais receitas dos estados e municípios. Podemos ter um cenário de guerra no Brasil.

A paralisação atingiu em cheio a indústria, o agronegócio, o comércio e os serviços. O governo federal hesitou demais levando uma semana para ceder os tais R$ 10 bilhões para baixar o preço do óleo diesel, enquanto o rombo no PIB passou dos R$ 100 bilhões, fazendo as contas por baixo. Faltou visão aos engomadinhos do Planalto para matar o mal pela raiz. Trata-se da economia de um país que está se esfarelando. Agora, rearrumar a casa vai ter um custo muito mais alto, porque o governo não encontrou a solução a longo prazo para reduzir os preços dos combustíveis. E continua sem querer cortar na carne (leia-se dívida pública, mordomias dos políticos, cargos comissionados, custeio da máquina estatal) mas apenas na castigada pelanca do contribuinte, já sufocado por uma das maiores cargas tributárias do planeta: 38%.

 

Por Geraldinho Alves, jornalista e editor do Bahia40graus

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