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20 de Junho de 2018

Secretários de Governo, Saúde e Educação pedem exoneração em Eunápolis

A recondução do prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira (PSD), ao cargo, do qual estava afastado há 5 meses, por decisão do TRF1, nesta quarta-feira, 4 de abril, altera o cenário político da cidade. Por decisão própria, o secretário de Governo Rafael Oliveira, a secretária de Saúde Anara Sartório e a de Educação Adail Brito, colocaram os cargos à disposição, no mesmo dia, com objetivo de facilitar a remontagem do governo por parte de Robério, segundo Rafael. Os nomes interinos que responderão pelas pastas ainda não foram definidos. Dos nomeados no 1º escalão pelo então prefeito Flávio Baiôco após a Operação Fraternos apenas permanece Valdiran Marques (Finanças).    

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Operação Fraternos sofre 1º revés na Justiça que devolve cargos aos prefeitos de Eunápolis, Porto Seguro e Cabrália

  • Publicado em Poder

 A decisão liminar que afastava dos cargos os prefeitos Robério (Eunápolis), Cláudia Oliveira (Porto Seguro) e Agnelo Júnior (Santa Cruz Cabrália), todos do PSD, foi derrubada pela 2ª turma do mesmo tribunal que expediu a liminar, o TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), em Brasília, na tarde desta quarta-feira, 4 de abril, devolvendo a titularidade dos cargos aos três.

 

A decisão é o 1º revés na Justiça sofrida pela Operação Fraternos, que foi deflagrada no dia 7 de novembro, pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e CGU (Controladoria Geral da União), mobilizando 250 agentes federais, dezenas de procuradores da República e servidores da CGU, segundo divulgado pela PF, que ainda não concluiu o inquérito onde apura as suspeitas de formação de organização criminosa, fraudes em licitações e desvios de dinheiro nas 3 prefeituras do extremo sul baiano.

 

 

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Mais um pedido de investigação arquivado revolta eleitores e manifestação interrompe sessão na Câmara Municipal de Eunápolis. Entenda o cenário

  • Publicado em Bahia

O presidente da Câmara Municipal de Eunápolis, Paulo Brasil, foi xingado por ao menos três eleitores que assistiam a sessão ordinária nesta quinta-feira, 22 de fevereiro, e se manifestaram contrários ao arquivamento de mais um pedido de investigação de supostos ilícitos cometidos pelo prefeito Robério Oliveira. As manifestações interromperam a sessão.

Um dos manifestantes, de prenome Cristiano, seria parente da esposa do vereador Jota Batista, que votou a favor do pedido de investigação anterior e defende que a Câmara instale uma Comissão de Investigação. Cristiano teve de ser contido pelos seguranças do Legislativo. O pedido desta quinta é o terceiro que é arquivado na Câmara, sendo que um deles foi levado a plenário e rejeitado pela maioria dos edis. No final da tarde, a Comissão da OAB/Eunápolis que atua no âmbito do Poder Legislativo municipal emitiu Nota cobrando dos vereadores que cumpram o papel fiscalizador.

ROBÉRIO

O prefeito eleito de Eunápolis, Robério Oliveira, está afastado do cargo pela Justiça Federal desde 7 de novembro passado, aguardando a conclusão do inquérito da Polícia Federal sobre as acusações relatadas na Operação Fraternos, que afastou também a prefeita de Porto Seguro, Cláudia Oliveira (esposa), e o prefeito de Cabrália, Agnelo Júnior (cunhado), todos acusados de organização criminosa, fraudes em licitações e desvios de recursos federais. Os recursos da defesa dos três que pede retorno aos cargos também não foram julgados. 

O QUE DIZ A CÂMARA

O presidente da Câmara, vereador Paulo Brasil, disse ao Bahia40graus, por telefone, que o arquivamento do pedido nesta quinta-feira, 22 de fevereiro, foi devido “ao teor ser o mesmo do pedido anterior que foi votado em plenário, o que pelo Regimento Interno da Casa impede o novo requerimento de ser incluído em pauta e ir a votação, sendo rejeitado por duplicidade pela Mesa Diretora”, explicou Brasil.

ASSISTA MOMENTO DA MANIFESTAÇÃO DE CRISTIANO

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Ressaca do carnaval com demissões nas prefeituras para troca de equipes

A continuar o cenário jurídico em Eunápolis, Porto Seguro e Cabrália, com os prefeitos eleitos afastados há mais de 90 dias, sem previsão de retorno, com os vices nos cargos como interinos, vai ser difícil segurar as exonerações dos chamados ‘cargos de confiança’, ao menos do 2º escalão, nomeados nas gestões anteriores. Os interinos querem montar suas equipes para desenhar o perfil de seus governos. Vozes dos bastidores garantem que algumas exonerações já estariam até assinadas. A ressaca do carnaval promete subir a temperatura nas prefeituras.   

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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