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18 de Janeiro de 2018

Secretária de Saúde de Porto Seguro resiste no cargo mas pode se tornar 'peso morto' na gestão

Os governos interinos de Cabrália e Eunápolis já trocaram as titulares da Saúde depois da Operação Fraternos. Mas em Porto Seguro a secretária Edna Alves resiste no cargo. A assessoria da prefeitura disse que não há previsão de troca na pasta. 

Mas mesmo se mantendo no cargo a todo custo, Edna pode se tornar um 'peso morto' no governo municipal. Não tem bom trânsito nas esferas políticas em Brasília, nem nos conselhos gestores de Saúde no estado. Também estaria com o filme queimado na Sesab, o que prejudica o município no atendimento das demandas do setor, que não são poucas.

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60 dias de agonia da Operação Fraternos, qual será o desfecho?

Neste fim de semana a Operação Fraternos completa 60 dias, tempo longo demais para uma decisão liminar manter afastados dos cargos, apenas na condição de investigados, três prefeitos que foram eleitos pelo voto popular e ainda sequer foram denunciados formalmente à Justiça, ao menos que se tenha conhecimento.

INSEGURANÇA JURÍDICA

Mas já são dois meses de insegurança jurídica e tensão no campo administrativo nas prefeituras de três importantes cidades para a região da Costa do Descobrimento. Apesar de os serviços públicos municipais estarem funcionando bem, os prefeitos interinos dormem e acordam com a dúvida do tempo que vai durar a tinta na caneta.

Não pretendo minimizar os fatos, muito menos prejulgar como inocentes os envolvidos. Mas o caso extrapola o bom senso expondo os investigados ao prejulgamento e condenação da opinião pública (sem direito de defesa), caso típico dos regimes autoritários onde os direitos não são garantidos por lei.

MOROSIDADE

Já passou tempo de sobra para se formalizar denúncias, definir o cenário jurídico mínimo dos envolvidos, depurar a Operação do viés político inevitável que surgiu. Pedir a punição de quem tem culpa no cartório e dar o direito de defesa aos denunciados. 

A população das três cidades não pode pagar o preço por causa do excesso de burocracia que alimenta a morosidade da Justiça em casos que exigem urgência. 

Por Geraldinho Alves, editor do Bahia40graus

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Demissão extraofical de Márcia Quaresma da Saúde em Cabrália está na boca do povo

A secretária de Saúde de Santa Cruz Cabrália, na Costa do Descobrimento, sul da Bahia, Márcia Quaresma, teria pedido exoneração do cargo, surpreendendo a população e o prefeito em exercício Carlos Lero (PSC). A informação é extraoficial e ainda não foi confirmada nem publicada no Diário Oficial, mas vem de fonte segura com quem Márcia teria comentado o asunto.

Márcia Quaresma é concursada na Saúde da prefeitura de Porto Seguro, para onde volta e parece que ganha salário maior do que como secretária em Cabrália. Com ela, também deixariam os cargos a superintendente de Vigilância em Saúde, Urânia, e o superintendente de Regulação, Nei Wilker, professores da faculdade onde a secretária faz pós-graduação.

Apesar dos poucos recursos disponíveis, a Saúde de Cabrália chegou a ter destaque na região, mas caiu de produção depois do afastamento do prefeito Agnelo Júnior (PSD) pela Operação Fraternos.  

Para substituir a secretária o nome que está sendo cogitado, por enquanto, é o de Bruno Pessoa (PCdoB), médico do município que disputou e perdeu uma vaga na Câmara de Vereadores em 2016, pela Coligação Socialismo e Trabalho, obtendo 203 votos.  

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Polícia Federal tem ‘vazamentos’ e ações de ‘viés político’, admite diretor-geral

  • Publicado em Brasil

Fernando Segovia, de 48 anos, diretor-geral da Polícia Federal, delegado de carreira escolhido pelo presidente Michel Temer (PMDB), em entrevista a revista Veja acusa o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot pelos resultados pífios da investigação sobre o presidente e critica as ações “com um certo viés político” adotadas pela instituição que agora chefia. 

Segovia diz na entrevista que a única coisa que Temer lhe falou foi sobre “a necessidade de uma polícia republicana”. O diretor geral da PF disse na entrevista que garantiu ao presidente que “a PF tem de seguir a Constituição, as leis do país”. 

A Veja perguntou a Segovia se a PF não seria republicana e ele respondeu: “a Polícia Federal é republicana, mas tem alguns problemas. A gente vê, de vez em quando, desvios de conduta e ações com certo viés político”. E citou como exemplo a questão dos vazamentos. “Qualquer vazamento que houver, vamos apurar. Isso é desvio. Soltar informação de uma investigação que ainda não foi concluída pode formar um prejulgamento”. 

 

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