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18 de Janeiro de 2018

Perfis falsos e blogs ‘fake news’ infestam a internet para promover e atacar políticos

Milhares de perfis falsos nas redes sociais e blogs piratas noticiando mentiras infestam a internet. Foram criados para promover ou atacar políticos diariamente. E vão crescer neste ano eleitoral.

No facebook e whatsapp eles agem como se fossem reais. Na imprensa também os blogs ‘fake news’ estão disfarçados, confundindo os internautas ao usarem fatos verdadeiros para contar mentiras.  

Em 2014, milhares de ‘fakes’ foram contratados por políticos para turbinar suas campanhas eleitorais e atacaradversários no facebook, twitter e whatsapp, cada um recebendo em média de R$ 1.200,00 por mês, segundo reportagem da BBC Brasil.

Os estudiosos do assunto chamam quem ‘trabalha’ nessa atividade de ‘ciborgues’, que produzem uma cortina de fumaça, orientam discussões sobre determinados temas, atacam políticos, criando rumores e explorando o comportamento de ‘manada’ comum na sociedade. E os ‘ciborgues’ não ‘trabalham’ apenas na política, já são vistos em outros setores, como no futebol e mundo das celebridades. 

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Demissão em massa nas prefeituras de Eunápolis e Porto Seguro

As prefeituras de Eunápolis e Porto Seguro enxugaram bem suas folhas de pagamento no final do ano, demitindo centenas de servidores contratados e de cargos de confiança. Muitos dos nomeados eram ligados aos prefeitos titulares ainda afastados pela Justiça.

A pergunta óbvia que fica no ar é: caso os prefeitos afastados retornem ao poder – possibilidade ainda não descartada - haverá nova lista de demitidos e os agora exonerados serão readmitidos? 

PORTO SEGURO

O Diário Oficial de Porto Seguro desta terça, 2 de janeiro, publicou mais de 100 exonerações. A lista foi parar nas redes sociais motivando brincadeiras e provocações. Em Eunápolis as demissões foram antes do fim do ano. 

A versão oficial das duas prefeituras é de que a maioria das exonerações foram para adequar a folha à exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal. Outras porque os contratos venceram em dezembro. Em Eunápolis o processo seletivo feito em 2017 venceu, todos admitidos foram exonerados e um novo processo deverá ser realizado.   

2018 promete muito na política e ainda por cima é ano eleitoral.

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Vídeo de suposto esgoto lançado em praia de Arraial D’Ajuda gera polêmica

Gerou muita polêmica nesta terça-feira, 2 de janeiro, um vídeo postado em grupos de imprensa nas redes sociais por uma jornalista de Porto Seguro mostrando o que seria a vazão de esgoto desaguando na praia de Mucugê em Arraial D’Ajuda. 

A jornalista Áurea Chatarina, que postou o vídeo, diz que a autora seria uma turista indignada, mas que a situação ocorre no local há alguns anos sem que as autoridades tomem providências. Áurea disse ainda que a turista iria prestar queixa na delegacia de polícia do distrito. Mas houve quem dissesse que o fato não procedia. 

A prefeitura informou que no local não há lançamento de esgoto por parte da Embasa e que o vídeo mostraria um fenômeno natural de vazão do pequeno Rio Mucugê, que “em determinadas épocas do ano e com as mudanças climáticas, incluindo alterações do lençol freático, sofre interferências naturais e rompe barreiras, causando maior vazão de água e com isso carrega no leito matérias orgânicas em decomposição, como folhagens e até aves desse habitat que se alimentam de dejetos naturais”. 

Ainda segundo a prefeitura, “essa correnteza mais forte deságua na praia de Mucugê, com águas turvas em razão dos sedimentos acumulados no fundo do Rio e com odor específico de água parada”. 

O vídeo provocou ao menos a mobilização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente que deslocou fiscais e técnicos da pasta até o local, constatando a “normalidade das águas e balneabilidade apropriada, não havendo qualquer vazamento de esgoto”, de acordo com a fiscalização. 

Bahia40graus ainda não conseguiu contato coma  Embasa, estatal responsável no município pelo serviço de água e esgoto. 

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Demissão em massa em faculdade privada cria tensão entre professores universitários

  • Publicado em Brasil

A notícia de que o grupo de ensino superior Estácio de Sá, um dos maiores do Brasil em número de alunos, havia demitido mais de mil professores viralizou nas redes sociais nos últimos dois dias. Além da cifra de de desligamentos da empresa, o episódio expôs a tensão e as dúvidas em torno da nova legislação trabalhista e certo desconhecimento sobre a reforma trabalhista aprovada no governo de Michel Temer.

A informação extraoficial que circulou foi a de que os supostos 1.200 professores demitidos, de um universo de pouco mais de 7.000, seriam recontratados em janeiro via trabalho intermitente, pagos por hora ou terceirizados. A nova lei permitiria isso?

A enxurrada de críticas foi grande. Professores e alunos se revoltaram. Dezenas de políticos, especialmente da oposição, se uniram à onda dos comentários virtuais. Em nota oficial, a Estácio confirmou que havia desligado alguns profissionais e lançado um cadastro reserva de docentes para atender possíveis demandas nos próximos semestres. Frisou, no entanto, que "todos os profissionais que vierem a integrar o quadro da Estácio serão contratados pelo regime CLT, conforme padrão no grupo".

Justificou ainda dizendo que a medida tinha como objetivo manter a sustentabilidade da instituição e foi realizada dentro dos princípios do órgão regulatório. Questionada pela reportagem sobre o número de desligamentos, a assessoria de imprensa da empresa não confirmou o número de 1.200 demissões e afirmou que não divulgaria a quantidade exata de desligamentos efetuados.

A faculdade informou ainda que as novas contratações não serão via trabalho intermitente, quando o funcionário é convocado esporadicamente e pago por hora. Para justificar a reestruturação da empresa, a Estácio ressaltou que muitos dos professores demitidos estavam com o salário acima da média do mercado.

 

 

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: janeiro de 2008
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