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17 de Outubro de 2018

Dinheiro da conta-salário já pode ser transferido para conta não bancária

  • Publicado em Brasil

A partir deste mês de julho, o trabalhador (do setor público ou privado) poderá transferir seu salário automaticamente para uma conta não bancária. Antes, a operação só era permitida de banco para banco. Além disso, a portabilidade da conta-salário pode ser realizada também pela instituição que vai receber o recurso, como no modelo de portabilidade telefônica. A mudança não terá custo para o cliente. As novas regras foram aprovadas em resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) em fevereiro e entram em vigor agora.

Contas não bancárias - A nova instituição poderá ser até uma start-up financeira (a chamada fintech) que ofereça conta de pagamentos e cartão pré-pago, como Nubank e Mercado Pago, ou serviços como PayPal e PagSeguro. Tudo deve ser concluído em cinco dias. A portabilidade da conta-salário existe desde 2006, mas só podia ser feita para conta de depósito tradicional.

Nas novas regras definidas, a instituição financeira ou instituição de pagamento que irá receber os recursos transferidos da conta-salário precisará, além de obter manifestação da vontade do cliente, confirmar e garantir a sua identidade, a legitimidade da solicitação, bem como a autenticidade das informações exigidas.

Conta-salário

A conta-salário é uma conta aberta por iniciativa e solicitação do empregador, em nome do empregado, para efetuar o pagamento de salários, aposentadorias e similares. Apenas o empregador pode fazer depósitos, e o empregado conta com isenção de tarifas em relação a serviços

 

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Estudo mostra os sobrenomes que ganham menores salários no Brasil

Silva, Santos, Oliveira, Souza e Pereira são os sobrenomes mais comuns de 46,8 milhões de trabalhadores do setor privado, com idade entre 23 a 60 anos, no Brasil. Juntos, respondem por cerca de 45% dos sobrenomes que constavam, em 2013, na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), uma base de dados socioeconômicos do Ministério do Trabalho.

Variação da remuneração da remuneração por ancestralidade se comparada a de um profissional com sobrenome de ancestralidade branco ibérco

Comparados com outros sobrenomes, especialmente de origem estrangeira, as chances desses sobrenomes ganharem salários menores são grandes. Observada também a raça, verifica-se que pardos, negros e índios, refletindo a já conhecida desigualdade que persiste no país, também ganham menos, independente do sobrenome.

 

 

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