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25 de Setembro de 2018

Em reunião da Corrente do Bem arquiteto denuncia degradação do Córrego do Gravatá em Eunápolis

Em rápida palestra proferida durante reunião do grupo Corrente do Bem, na quinta-feira, 30 de agosto, em Eunápolis, o arquiteto urbanista Hugo Seguchi mostrou aos presentes o estado de degradação que se encontra atualmente o Córrego do Gravatá, em seus 5 km de extensão dentro da cidade. Hugo foi convidado pelo grupo para uma rodada de conversas sobre a questão hídrica envolvendo os mananciais do município, que contempla ainda a situação do Rio Buranhém, saneamento básico e fornecimento de água potável pela Embasa.

A imagem pode conter: Eliete Colares, sorrindo, em pé

Ação civil pública contra a Embasa - Na mesma noite, também falaram a jornalista Rose-Marie Galvão, que relatou sua experiência no comitê gestor da Bacia do Rio Buranhém e a bióloga Eliete Colares, que denunciou a má qualidade da água consumida pela população da zona rural. Após a fala de Eliete, ficou decidido que a Corrente do Bem moverá ação civil pública cobrando da Embasa os pontos que foram colocados na reunião.

 

Córrego do Gravatá - O Córrego do Gravatá nasce no bairro Colonial, passa pelo centro da cidade e deságua entre os bairros Minas Gerais e Alecrim no Rio Santa Cruz, um afluente que chega até o Rio João de Tiba em Santa Cruz Cabrália. Para o arquiteto Hugo Seguchi, a poluição do manancial é causada por esgoto sanitário, lixo doméstico, águas de chuva vindas das ruas, resíduos e vísceras de animais jogados por comerciantes do mercado Dona Alzira, no Bueiro, e ainda sofre erosão na área da BR 101.

 

Soluções - Seguchi aponta como soluções para reverter a degradação ações de educação ambiental, alteração do modelo de ocupação urbana, tratamento ou relocação do mercado municipal Dona Alzira. Para o arquiteto, “os cidadãos é que têm que lutar pela preservação ambiental, sabendo eleger os governantes e legisladores”. Hugo Seguchi alerta também os proprietários de terras às margens do Rio Buranhém para que mantenha e reponham matas ciliares como ação de preservação essencial.

A imagem pode conter: Jorge Maécio

 

Corrente do Bem - O grupo Corrente do Bem, liderado pelo ex-prefeito Neto Guerrieri e o atual vice Flávio Baiôco, reúne-se regularmente para tratar de assuntos voltados para a qualidade de vida da população eunapolitana. A próxima rodada de conversa será sobre segurança pública.   

A imagem pode conter: 14 pessoas, incluindo Arnaldo Vianna e Paulo Miranda Roberto, pessoas sentadas e área internaA imagem pode conter: 7 pessoas, incluindo Arnaldo Vianna, pessoas em pé, pessoas sentadas e área internaA imagem pode conter: Jorge Maécio, em pé e área interna

  

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Embasa deixa bairros populares de Eunápolis novamente sem água nesta quarta

Quando a Coelba não deixa sem luz, a Embasa vem e deixa sem água. Este é o jeito como a população de Eunápolis, no extremo sul baiano, é tratada. Nesta quarta, 15 de agosto, a Embasa avisou que vai suspender o fornecimento de água - de qualidade duvidosa inclusive - nos bairros Pequi, Minas Gerais, Dinah Borges, Moisés Reis, Urbis II, Santa Izabel, Motor, Estela Reis e Juca Rosa. Moradores estão sendo aconselhados a reservar água para diminuir os transtornos. A justificativa da Embasa é o conserto de uma adutora.

 

 

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Governador Rui Costa tá devendo a Eunápolis obra do saneamento básico

A visita do governador Rui Costa (PT) a Eunápolis nesta sexta-feira, 27 de julho, é uma boa oportunidade para cobrar a importante obra de saneamento básico da cidade, onde 85% dos imóveis não têm rede de esgoto. O Ministério Público estadual, por exemplo, já cansou de cobrar da Embasa o cumprimento do contrato com o município.

 

Voltou pra gaveta - O governador chegou a anunciar R$ 45 milhões de contrapartida do estado para iniciar a obra, mas o projeto voltou para a gaveta da Embasa, responsável pela rede de esgoto, cujo investimento ultrapassa R$ 200 milhões e mais de 80% dos recursos foram destravados no Ministério das Cidades na gestão do ex-prefeito Neto Guerrieri, em 2013.

 

Interesse político - “O impasse que travava o financiamento da obra pela Caixa Econômica Federal era o interesse político dos que queriam que o dinheiro fosse administrado pela prefeitura”, comentou o ex-prefeito Neto. Ele lamenta que até hoje, apesar da cidade já ter implantado uma Faculdade de Medicina, a população continua andando, literalmente, em cima de fossas.   

 

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Cadê o poder público de Eunápolis que não vê isso?

Domingo, 15 de julho, pela manhã. Morador ou lojista da Rua Castro Alves, no centro de Eunápolis, abre uma vala quebrando o asfalto da via, de um lado ao outro, na cara de pau, pra fazer alguma ligação clandestina de água ou esgoto. Aproveitou que é domingo, dia de final de Copa do Mundo.

 

Será que ali tem rede de esgoto? Eunápolis tem 120 mil habitantes, não é uma cidadezinha qualquer. Mas ainda falta saneamento básico - dever do Estado - em 90% dos imóveis. O morador não quer ficar mais com o cocô da família dentro da fossa cavada dentro de casa.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livreA Embasa (leia-se governo Rui Costa) continua é inerte nesse ponto. No dia anterior esteve na cidade o ministro da Educação para credenciar um curso de medicina. A prefeitura não tem plantão na Secretaria de Infraestrutura para coibir casos como esse. E o remendo no asfalto vai ficar lá sem que o poder público (prefeitura, Ministério Público e Embasa) tome providência.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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