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21 de Janeiro de 2018

Porto Seguro e Eunápolis não precisam de vacinação em massa contra febre amarela

Segundo informações das prefeituras de Porto Seguro e Eunápolis as duas cidades estão fora da zona de risco da febre amarela definida pelo Ministério da Saúde. na Bahia, apenas 8 dos 417 municípios terão campanha de vacinação em massa. 

Ainda de acordo com informações das secretarias municipais de Saúde de cada cidade, Porto Seguro, com 149 mil habitantes, vacinou 38 mil pessoas em 2017 e Eunápolis vacinou 35 mil pessoas. Os dois municípios do extremo sul baiano vão seguir o calendário normal de vacinação nos postos de saúde sem necessidade de campanha de vacinação em massa.

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Indígenas desconfiam que houve erro médico em 3 mortes no HLEM em Porto Seguro

  • Publicado em Bahia

Reportagem de Taísa Moura, da TV Santa Cruz, mostrou nesta segunda-feira, 15 de janeiro, a revolta da comunidade indígena da região pela morte de três pessoas da etnia no HLEM (Hospital Luís Eduardo Magalhães), cujos diagnósticos são diferentes do atestado de óbito do IML. A comunidade pataxó decidiu levar o caso ao Ministério Público e Ministério da Saúde para que seja feita uma investigação. A direção do hospital ainda não se manifestou publicamente, mas nega qualquer irregularidades nos óbitos. Assista a reportagem:

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Hospital de Porto Seguro é acusado de “maus tratos” e “negligência” com indígenas

  • Publicado em Bahia

O secretário de Assuntos Indígenas de Santa Cruz Cabrália e também cacique, Zeca Pataxó, está acusando nas redes sociaisa direção do hospital público Luís Eduardo Magalhães (HLEM), em Porto Seguro, de “maus tratos” e “negligência” com os indígenas da região e disse que já levou os fatos ao conhecimento do Ministério da Saúde para que investigue as mortes de indígenas no hospital. O HLEM é administrado pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH), em regime de terceirização com o governo estadual. Tentamos contato com a direção e a assessoria do HLEM sem sucesso. 

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O que esperar da nova secretária de Saúde de Eunápolis?

O mínimo que se pode esperar da nova secretária de Saúde de Eunápolis, Anara Sartório, que assumiu o cargo nesta sexta-feira, 12 de janeiro, é mostrar o trabalho que sabe fazer, mas com autonomia e austeridade. Boa parte dos avanços na saúde num município como Eunápolis se conquista nas articulações políticas fora da cidade. O gabinete local administra os problemas, mas são as articulações em Salvador e Brasília que trazem verbas e equipamentos. 

A Saúde é um setor usado e abusado, na maioria das cidades do interior, por vereadores e demais lideranças políticas como cabide de empregos, tráfico de influência no atendimento, marcações de consultas, exames, internações hospitalares e distribuição de medicamentos. O fisiologismo escancarado no setor e as fraudes nas compras são as mazelas mais difíceis de se livrar. Mas Anara deve contar com apoio do prefeito em exercício Flávio Baiôco para enfrentar os desafios. 

O boicote da máfia de branco (os médicos), os interesses da saúde privada e o lobby dos fornecedores serão as maiores batalhas a vencer na defesa de uma saúde pública de qualidade que saia da teoria e seja posta em prática.

Por Geraldinho Alves, jornalista e editor do Bahia40graus

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