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18 de Junho de 2018
GERALDINHO ALVES

GERALDINHO ALVES

Professores fazem passeata em Porto Seguro, prefeita marca reunião para dia 6

 Mais de 200 professores realizaram, nesta terça, 28, como anunciado, uma passeata de protesto por mais escolas em Porto Seguro. O ato saiu do Trevo do Cabral, seguindo pela Avenida Getúlio Vargas até a Casa da Lenha, onde fica o gabinete da prefeita Cláudia Oliveira.

Lá, os professores, comandados pela ALPB Sindicato, tiveram uma audiência com o chefe-de-Gabinete Josemar Siquara que agendou na hora uma reunião com a prefeita Cláudia Oliveira para o próximo dia 6 de agosto.

Na pauta de reivindicações os manifestantes querem a construção de mais escolas no município para livrar Porto Seguro do aluguel de prédios adaptados como escolas. Eles também querem a retomada da construção de creches.

 GOVERNO – O governo argumenta que já construiu duas escolas municipais, uma em Arraial D’1Ajuda e outra em Vera Cruz. E que também já entregou duas creches no Parque Ecológico. E acenou com a promessa de que retomará os processos licitatórios para construção de mais creches e mais escolas.

 

Decisão do TSE sobre contas rejeitadas seria inconstitucional

Está se fazendo muito barulho diante da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de considerar inelegíveis gestores que tiveram contas rejeitadas pelos tribunais de contas, sem levar em conta o julgamento das câmaras de vereadores. Mas a decisão fere a Constituição, na opinião de advogados eleitorais. A Carta Magna diz que os tribunais de contas são órgãos auxiliares do Legislativo, argumentam. Vamos acompanhar o desfecho. 

Prefeitura vai reformar 2 feiras e construir 2 escolas até 2016

O prefeito de Eunápolis Neto Guerrieri está autorizado pelo Legislativo a tomar empréstimo de R$ 25 milhões no Desenbahia para reformar as feiras do Pequi e Juca Rosa, além de construir duas escolas municipais, uma no Minas Gerais e outra no Dinah Borges.

Uma sessão extraordinária foi realizada pelo vereadores, na manhã desta terça-feira, 28, para autorizar o prefeito a obter o empréstimo junto ao Desenbahia.

 

 

 

Ambulantes demais em Eunápolis, reflexo da crise econômica nacional

O Ministério Público e a CDL de Eunápolis precisam levar em conta que a crise econômica nacional está levando as famílias a procurarem alternativas à falta de empregos, ao arrocho salarial, muitas vezes optando pelo comércio ambulante como saída. O comércio ambulante precisa de ordenamento, não de punição.

Nas capitais e grandes cidades a questão é sempre tensa. O poder público, no caso a prefeitura, tem o papel de por ordem na casa, mas em tempos de crise não se resolve em curto prazo um problema que a cidade levou mais de uma década alimentando e convivendo.

Ambulantes incomodam a quem mesmo? Lojistas? Lojistas seguem a risca suas obrigações sociais? A legalidade é exigida para uns e para outros não? Quantas empresas usam as calçadas públicas irregularmente?

Não podemos pensar nos ambulantes como uma questão meramente estética, mas sim como um problema social grave. O debate requer a presença de representantes da classe também. Uma audiência pública talvez. Decidir de cima pra baixo não resolve o problema nem é democrático. Apenas atende aos interesses dos lojistas, que é só um lado da questão. 

Se vamos consertar a cidade, vamos passar logo o rodo, consertar geral, tolerância zero com a ilegalidade. Meia-sola é um mero paliativo ou proteção.   

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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