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17 de Outubro de 2018
GERALDINHO ALVES

GERALDINHO ALVES

Otto Alencar confirma convite feito ao ex-prefeito Robério para ser suplente

O vice-governador Otto Alencar (PSD) confirmou o convite feito ao ex-prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira, para ser seu suplente na chapa majoritária governista, onde concorre para senador. Otto fez a declaração ao radialista Jota Bastos, em entrevista à rádio Ativa FM, na quarta-feira, 12 de março. O vice-governador disse ainda que a decisão cabe ao ex-prefeito.

Eleição 2014: Marcelo Nilo se aproxima de ACM Neto

“Sou presidente da Assembleia Legislativa pela quarta vez e em duas oportunidades tive o apoio do DEM e do PSDB. Sou muito grato a eles. É claro que não farei nada às pressas. Assim que o governador Jaques Wagner me comunicar a decisão, se ele me comunicar, irei, primeiro à igreja do Bonfim. Logo depois, sentarei com minha família, meus amigos  e meus prefeitos e tomarei um direcionamento”, declarou Marcelo Nilo, ao justificar sua presença na posse do novo chefe da Casa Civil da Prefeitura de Salvador, Luiz Carrera. A cerimônia teve a presença do prefeito ACM Neto (DEM), que rasgou elogios a Marcelo Nilo.

Mas o presidente da Assembleia desconversou: “Estou aqui porque estou prestigiando um grande amigo e uma grande pessoa que é Luiz Carreira. Sei muito bem separar as coisas”, garantiu o deputado.

Os rumores dos bastidores é de que o governador Jaques Wagner já teria decidido que o nome do vice da chapa governista será indicado pelo PP.

 

Eunápolis: fatos e versões do caso da gestante que teve atendimento recusado em hospital particular

Depois de ouvir os envolvidos no caso da paciente gestante que teve o atendimento recusado por não ter dinheiro em mãos no Hospital Ramos, em Eunápolis, no sábado, 8 de março, cabem algumas observações:

1 – Ficou provado que o Hospital Regional passou a ser referência de atendimento médico hospitalar em Eunápolis em casos de urgência e emergência, apesar da falta de UTI ainda. Mérito da equipe médica competente da unidade de saúde municipal;

2 – Hospitais privados sempre terão como prioridade o lucro e os médicos que trabalham neles seguem essa visão. O caso da gestante com gravidez de risco não trata disso. A questão é que, sendo noite de sábado, tanto ela, quanto o marido ficaram assustados e foram pegos de surpresa com os riscos relatados pela médica, acreditando que o atendimento deveria ser imediato;

3 – Ainda que a médica se defenda e que o hospital se justifique, o repugnante da história é a condição inexorável: ou paga ou vai embora. É uma frase que revolta qualquer ser humano, ainda mais sendo mulher, gestante ou sendo marido dela. Talvez falte ao Hospital Ramos mais humanidade, a presença de uma Assistente Social ali na recepção, talvez;

4 – A médica Regina Lessa atende também pelo SUS no município, podia ser mais sensível com o caso e dar opções de atendimento gratuito à gestante. Podia mais até (ela ou o próprio hospital): ligar para o Regional, ver quem era o médico plantonista, relatar o caso, passar informações do prontuário, encaminhando a gestante para atendimento pelo SUS. Afinal, são duas vidas em jogo;

5 – Apesar das justificativas do Hospital Ramos e da médica envolvida no caso, deve-se alertar as instâncias controladoras e fiscalizadoras (Cremeb, Ministério Público estadual etc.) do fato, para garantir os direitos de ambos, tanto da paciente, quanto do hospital.

Por Geraldinho Alves

Eunápolis: problemas urbanos a resolver

Caminhando a passos largos para se consolidar como a capital do extremo sul da Bahia, Eunápolis ainda precisa resolver problemas crônicos que continuam sendo obstáculos ao desenvolvimento da cidade. Agora que, finalmente, o saneamento básico saiu da gaveta, a estrutura da saúde pública passa por uma revolução histórica, a educação trilha um caminho positivo e a economia segue deslanchando com boas perspectivas, pode-se aproveitar a oportunidade para avançar em questões cruciais:

1 – Resíduos sólidos. Questão do que fazer com o lixo diário, tanto doméstico, quanto hospitalar. O prefeito Neto Guerrieri busca uma solução coletiva em consórcio com alguns municípios vizinhos. O problema precisa ser resolvido a curto prazo, pois lixões se tornarão, em breve, coisa do passado. As escolas e órgãos municipais, por exemplo, já podiam ir ensaiando a coleta seletiva;

2 – Trânsito e mobilidade. O problema maior é que a população precisa ser educada para respeitar as leis do trânsito, mas, temos de garantir que uma vez aplicadas as multas que os infratores não procurem o “jeitinho brasileiro” de resolver a situação. Pedestres e ciclistas precisam de mais espaço; o centro da cidade precisa disciplinar (talvez não privatizar) os estacionamentos; Já é tempo de se falar em ciclovias, temos uma cidade feita para automóveis, onde ciclistas dividem espaço com carros; a iniciativa do executivo de regularizar a sistema de transporte público chega em boa hora.

3 – Serviços públicos. O ordenamento da cidade é outro campo minado politicamente falando, os prefeitos anteriores tentaram e não conseguiram avançar muito, mas é inevitável que seja feito. Como disciplinar o uso de calçadas; acabar com o uso irregular de toldos em fachadas de lojas pondo pedestres em risco; ordenar rigorosamente o comércio ambulante – principalmente de alimentos; poluição sonora e visual, entre outros.

SOLUÇÕES

Ainda bem que o governo municipal e os vereadores não estão dispostos a empurrar os problemas pra frente e parecem querer resolvê-los de forma legal, democrática e criativa. Que ouçam a população e que prevaleça a eficiência das soluções encontradas.

 

Por Geraldinho Alves/jornalista e editor do Bahia40graus

 

 

 

 

 

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