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21 de Junho de 2018

Pinheiro culpa o PT por mais um encândalo de corrupção

'É mais uma vez o PT pregando peça para cima de mim', afirma o senador petista Walter Pinheiro, acusado de caixa dois eleitoral em sua campanha à Prefeitura de Salvador, em 2008.

O senador Walter Pinheiro sempre se orgulhou de estar do lado certo nas disputas políticas. Quando o PT mergulhou no mar de lama do mensalão, ele foi uma das poucas vozes petistas a falar contra a prática, batendo de frente inclusive com a cúpula mensaleira e seu próprio partido. Na edição da revista Veja dessa sema, porém, o senador aparece no lado oposto do enredo.

Dalva Sele, a presidente do Instituto Brasil, segundo a Veja uma ONG criada por petistas para desviar recursos públicos, disse que parte da campanha dele foi financiada com dinheiro roubado dos pobres – recursos do Fundo de Combate à Pobreza que deveriam ter sido usados para construir casas para a população carente da Bahia.

Segundo Dalva, a campanha de Walter Pinheiro à Prefeitura de Salvador, em 2008, foi bancada com o dinheiro sujo. Os móveis do comitê, as refeições dos cabos eleitorais, os carros de som, faixas, panfletos e o aluguel de uma Parati que transportava o candidato – tudo foi pago pelo Instituto. Atual vice-líder do PT no Senado, Pinheiro nega as acusações, diz que foi enganado e culpa seu partido, o PT, pelo escândalo. A presidente do Instituto disse que a mulher de Pinheiro era quem buscava o dinheiro durante a campanha.

Em entrevista a Veja, ao reconhecer a montagem do esquema, ele condenou o próprio partido por tê-lo atirado num clássico esquema de caixa dois eleitoral. “Essa mulher (Dalva) pertencia às correntes do PT, as mesmas correntes que nacionalmente viviam se estapeando comigo por causa do negócio do mensalão. Ela não veio para a minha campanha pelas minhas mãos, ela veio a partir das relações delas dentro do PT.” A seguir, o senador apresenta a sua versão para as acusações da presidente do Instituto Brasil.

INSTITUTO BRASIL – “Quando eu cheguei para a campanha de 2008 essa mulher já prestava serviço ao Estado. Nunca aceitei sentar para negociar com ninguém nada a respeito do que essa mulher fez ou deixou de fazer. Pelo que eu entendi, essa mulher utilizava esse negócio de campanha para traficar as coisas dela”

RELAÇÃO COM DALVA – “Você me perguntou se eu a conhecia essa mulher. Eu disse: óbvio! Ela chegou na minha campanha trazida pelo PT. Essa mulher não veio para a campanha pelas minhas mãos ou pelas mãos da minha mulher, por ninguém. Ela veio a partir das relações dela dentro do PT.

CARRO ALUGADO – “Eu peguei o pessoal todo da campanha e perguntei sobre essa história da Parati (carro que Dalva Sele afirma ter alugado com dinheiro de caixa dois do Instituto). Esse carro foi trazido, como qualquer outro, por um militante do PT que chega lá e diz: tá aqui um carro para rodar. Qual é o benefício que eu iria extrair daí?”

DINHEIRO PARA A CAMPANHA – “Esse dinheiro não veio para a minha campanha. Um dos caras que trabalhou comigo me diz agora que foi funcionário do Instituto Brasil. Essa pessoa veio na época da campanha, era funcionário do governo do Estado e tinha relação pessoal com ela. Eu nem sabia”

MULHER – “A minha mulher não tem nenhuma militância de PT. É óbvio que ela se envolve nas campanhas. É natural que se jogue na campanha, mas ela nem sabe onde essa Dalva mora. Essa acusação me dói na alma”.

DEDO DOS MENSALEIROS – “Essa mulher pertencia às correntes do PT, as mesmas correntes que nacionalmente viviam se estapeando comigo por causa do mensalão. Todo mundo sabe o quanto eu apanhei dentro do PT por causa disso. Quase fui expulso naquela época do mensalão. É mais uma vez o PT pregando peça para cima de mim. Você confiar numa história de um partido...”

INDIGNAÇÃO – “Isso me dói muito. Você ser enganado, ludibriado por um esquema desses, por alguém que vem como militante, se aproveitando. Ela (Dalva) está querendo, no fundo, é extorquir o Governo do Estado. Aí vai jogando lama na vida de todo mundo”.

 

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Seis bairros de Eunápolis estão sendo beneficiados com obras de infraestrutura – asfalto e drenagem – nesta semana: Dinah Borges, Recanto das Árvores, Minas Gerais, Urbis III, Santa Lúcia e Centro. Além desses, está sendo feita a pavimentação de 10 m² em paralelo no distrito da Colônia. De acordo com o secretário de Infraestrutura, José Carlos Cruz, são mais 60 mil m² em pavimentação por toda a cidade. “E asfalto de qualidade, com espessura de 5 cm”, garante José Carlos.

Os trabalhos estão divididos em seis frentes:

1 - Rua Leste, no bairro Minas Gerais, para asfaltar cerca de 10 mil m² e iniciar o serviço de imprimação na Rua Esmeralda, interligando a Urbis III à BR 367;

2 - Rua Sítio Quiron, no bairro Santa Lúcia, mais 04 mil m². A prpoxima é a Rua das Palmeiras;

3 - Avenida Santos Dumont, foram concluídas neste fim de semana 8 mil m² de recapeamento.

4 - No bairro Dinah Borges a pavimentação asfáltica da Rua K está sendo concluída;

5 – Zona Rural, com 10 mil m² de pavimentação em paralelo no Distrito da Colônia, atendendo a população da Rua Agostinho da Platina e melhorando a qualidade de vida de toda a comunidade local;

6 – Início do asfaltamento da Avenida do Estádio Araujão.

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