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19 de Julho de 2018

Brasil - Bahia 40 Graus

BNDES e Caixa emprestaram R$ 7 bi a Euke Batista

O líder do PSB na Câmara, deputado Beto Albuquerque (RS), enviou requerimentos de informação aos ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Guido Mantega (Fazenda) pedindo explicações sobre o financiamento público  a empresas do grupo EBX, do ex-bilionário Eike Batista. O PSB quer saber as condições e garantias estabelecidas nos contratos de financiamento e também sobre a legalidade desses contratos, estímulos tributários, desonerações e participação de bancos oficiais e fundos de pensão públicos em operações que beneficiaram as empresas citadas.

“Queremos entender as condições que foram dadas a estas empresas e se estes benefícios são os mesmos que qualquer outra empresa teria”, explicou o parlamentar.

O BNDES confirmou empréstimo de aproximadamente R$ 6 bilhões para corporações do empresário Eike Batista. O banco aprovou R$ 10,4 bilhões ao Grupo EBX, mas o valor não foi totalmente contratado. Receberam o benefício as empresas SIX Semicondutores, OGX Petróleo e Gás Participações S.A e OSX, indústria naval. A Caixa Econômica Federal também emprestou o valor de R$ 1,1 bilhão para a empresa.

A petroleira OGX Petróleo e Gás Participações S.A já entrou com pedido de recuperação judicial e tudo indica que a OSX seja a próxima. Da quantia devida à Caixa, R$ 400 milhões venceram este mês, e a empresa renegocia o débito. Já a dívida com o BNDES vence no fim de novembro, mas o presidente do banco, Luciano Coutinho, já avisou que deve renovar o prazo do empréstimo.

Por meio de outro requerimento de informação enviado ao presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Augusto Nardes, o PSB deseja saber quais providências o TCU tomará quanto à fiscalização dos contratos de operações financeiras do BNDES e de outros órgãos públicos e instituições financeiras oficiais em benefício do grupo EBX. “Esperamos com a fiscalização do TCU esclarecer o destino dos recursos públicos nas empresas citadas que estão em situação de risco no mercado”, argumenta o líder do PSB na Câmara. Do blog de Cláudio Humberto.

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Marighella recebe homenagem póstuma em SP

A Comissão da Verdade do Estado de São Paulo e a viúva de Carlos Marighella, Clara Charf, fizeram nesta segunda-feira (4) um ato na alameda Casa Branca, na região da avenida Paulista, para lembrar a data do assassinato do militante, ocorrido nessa rua há 44 anos, durante uma emboscada da polícia. De acordo com a versão oficial, Marighella foi morto em um tiroteio entre agentes policiais do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) de São Paulo e membros da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização que liderava.

De acordo com Clara Charf, o importante da homenagem é marcar uma posição perante a história, porque muitas pessoas não sabem que Marighella foi morto naquela rua, em 4 de novembro de 1969. "Ele veio se encontrar com os padres [frades dominicanos que simpatizavam com a causa] porque queria que ajudassem a tirar os perseguidos políticos do país pela fronteira. A polícia montou todo um esquema e transformou essa rua em um horror. Ele entrou de peito aberto como sempre, sem saber que aquilo tudo o que havia na rua era apenas um cenário."

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