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20 de Setembro de 2018

Mostrando itens por tag: CORRUPÇÃO - Bahia 40 Graus

Fraudes no hospital de Guaratinga colocam sob suspeita as gestões de Kenoel e Christine. Ministério Público tá na cola

  • Publicado em Poder

A temperatura está subindo.

As denúncias feitas pelo vice-prefeito de Guaratinga, Ezequiel Xavier, no início do ano, com grande repercussão na imprensa regional, apontando supostos desvios de recursos da Saúde no hospital Joana Moura, já mobilizaram a Polícia Federal e os ministérios públicos Estadual e Federal. O cerco está se fechando contra os suspeitos de fraudarem o faturamento das AIHs (Autorizações de Internações Hospitalares) do SUS. As duas gestões, a anterior de Kenoel Viana e da atual prefeita Christine Pinto respondem às investigações.

Versões - Tanto o ex-prefeito Kenoel, quanto a prefeita Christine dizem que são inocentes. A prefeita ainda diz que mandou apurar o fato assim que tomou conhecimento. Uma servidora já foi demitida, o então secretário de Saúde do período da denúncia feita pelo vice-prefeito pediu demissão, “mas esses são considerados ‘peixes pequenos’ diante do grande volume de desvios”, diz Ezequiel Xavier. O viés político pode atrapalhar as investigações, uma vez que os dois gestores disputam o poder na cidade.

Guaratinga - Enquanto isso, a pobre e explorada população de Guaratinga, cidade de 23 mil habitantes encravada no extremo sul baiano, a 700 km de Salvador, assiste o desfecho do caso, sem ter ao menos uma saúde pública de qualidade para desfrutar.

Impunidade - Infelizmente, é a política brasileira onde as famílias dominam os currais eleitorais na base do chicote, do coronelismo e do abuso do poder econômico, alimentado pela corrupção, graças à impunidade.

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Luta contra a corrupção perde um guerreiro: Cláudio Weber Abramo da Transparência Brasil

  • Publicado em Brasil

O jornalista foi um dos principais articuladores da Lei de Acesso à Informação, aprovada em 2011.

O jornalista Cláudio Weber Abramo, um dos fundadores  da ONG Transparência Brasil, morreu no domingo à noite, aos 72 anos, vítima de uma câncer no intestino. Ele estava internado no Hospital Samaritano, em São Paulo.

Abramo era vice-presidente do Conselho Deliberativo da ONG Transparência Brasil, cujo principal foco é o combate à corrupção. Ele também foi diretor-executivo da entidade por quase 15 anos (2001-2015).

Além de jornalista, ele era bacharel em matemática pela USP e mestre em filosofia da ciência pela Unicamp. Foi editor de economia do jornal “Folha de S.Paulo” e editor-executivo da “Gazeta Mercantil”.

Abramo era uma das principais referências no combate à corrupção e integridade das instituições públicas do país, tendo colaborado frequentemente como autor de artigos em publicações especializadas sobre corrupção e seu enfrentamento.

Nos últimos anos, vinha se dedicando à ONG Dados.org, criada por ele, cujo foco é a transparência e dados do setor público.

“Perdemos um batalhador pelas melhores causas e um amigo do bom jornalismo”, disse o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Daniel Bramatti.

“Claudio Weber Abramo será sempre uma inspiração para quem luta pela democracia, pela transparência e pela aplicação correta dos recursos públicos. Na Abraji, as bandeiras que ele defendeu continuam erguidas”, afirmou Bramatti.

 

Abramo deixou quatro filhos, seis netos, a mulher e uma enteada.

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TRF4 não vê suspeição de Moro por causa de foto com Dória em Nova York

  • Publicado em Brasil

MORO DISSE QUE PESSOAS TIRARAM FOTOS EM EVENTOS PÚBLICOS

O pedido de afastamento do juiz Sérgio Moro de dois processos contra o ex-presidente, feito pela defesa do líder petista ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), foi negado pela 8ª turma da Corte, nesta quarta-feira (25).  Os advogados alegaram omissão a um artigo do Código de Processo Civil, que estabelece que um juiz deve ser considerado suspeito para julgar um réu quando "interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes".

Foto com Dória - A defesa de Lula queria que a Justiça considerasse Moro suspeito de julgar o ex-presidente por participar em Nova York de um evento do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), empresa ligada ao ex-prefeito paulistano João Doria, pré-candidato do PSDB ao governo de São Paulo.

Ainda em Nova York, no dia anterior ao evento do Lide, Moro e Dória posaram juntos para fotos no evento em que o juiz foi premiado como a "Pessoa do Ano" pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. Com isso, os advogados de Lula pediram o afastamento do juiz dos processos sobre o sítio de Atibaia (SP) e sobre um terreno comprado pela Odebrecht, supostamente destinado ao Instituto Lula.

Choro de perdedor - De acordo com nota divulgada pelo TRF-4, o relator da Lava Jato no Tribunal, desembargador João Pedro Gebran Neto, considerou que não houve nenhuma omissão ou contradição no julgado. "No caso, há mera insatisfação com o resultado do julgamento, o que não abre a oportunidade de rediscussão pela via dos embargos de declaração", afirmou Gebran.

Foto em evento público - O próprio Moro já havia negado que seria suspeito para julgar Lula por aparecer em fotos com Dória. Na ocasião, o magistrado afirmou que "pessoas tiram fotos em eventos públicos" e que é possível encontrar na internet dezenas de fotos de Lula com "políticos oposicionistas", citando o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA).

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Polícia Federal realiza Operação contra corrupção em 8 cidades do sudoeste e extremo sul da Bahia

  • Publicado em Bahia

A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), cumpre nesta terça-feira, 24 de julho, 20 mandados de busca e apreensão e mais 14 intimações nas cidades de Maiquinique, Macarani, Itapetinga, Itamaraju, Teixeira de Freitas, Jequié, Mirante e Vitória da Conquista. A operação foi batizada de Ciranda de Pedra e visa combater crimes de desvio de dinheiro público destinado à área de infraestrutura, entre 2012 e 2017.

 

Licitações fraudadas - A operação decorre de uma investigação iniciada em 2017, sobre obras inacabadas na pavimentação com bloquete sextavado que deveriam ter sido executadas nas ruas do município de Maiquinique, decorrentes de seis procedimentos licitatórios celebrados na gestão local, quadriênio 2013-2016, em convênio com o Ministério das Cidades. Além dos serviços não executados ou parcialmente executados, a investigação descobriu que um grupo de quatro empresas fazia revezamento nas licitações e parte dos recursos era destinada a pagamentos de parentes e pessoas ligadas à prefeitura.

 

Apurou-se, ainda, que algumas dessas empresas, vencedoras de licitações recorrentes, serviam apenas de “fachada” e eram compostas por sócios “laranjas”. A organização criminosa obteve contratos da ordem de R$3.428.183,03 (três milhões, quatrocentos e vinte e oito mil, cento e oitenta e três reais e três centavos), dos quais R$1.587.619,76 (um milhão, quinhentos e oitenta e sete mil, seiscentos e dezenove reais e setenta e seis centavos) está estimado como o valor potencial do desvio com ordem de bloqueio judicial. Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos e fraude à licitação.

 

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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