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19 de Julho de 2018

Mostrando itens por tag: CORRUPÇÃO - Bahia 40 Graus

Desembargador que tentou soltar Lula é petista de carreira e chegou ao TRF4 escolhido por Dilma

  • Publicado em Brasil

Filiado ao PT por 19 anos, Favreto ocupou diversos cargos nos dois governos de Lula, entre 2005 e 2010. É bom lembrar que em Setembro, Dias Toffoli, que foi advogado do PT assume a presidência do STF.

O plantonista do TRF4 e desembargador Rogério Favreto, autor da ordem para soltar o ex-presidente Lula, neste domingo, 8 de julho, chegou ao cargo por escolha da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2011, diz o jornal O Globo. Antes disso, o magistrado foi filiado ao PT por 19 anos e trabalhou na Presidência durante o segundo mandato de Lula.

O desembargador assumiu o cargo por indicação da Ordem dos Advogados do Brasil, em 2011. Na ocasião, a OAB enviou uma lista tríplice e Favreto, o mais votado, foi o indicado pela então presidente Dilma Rousseff. Quando tomou posse no cargo do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, citou o ex-ministro Tarso Genro como amigo.

 

Ao todo, Favreto também ocupou quatro cargos diferentes no governo Lula, em quatro ministérios diferentes. De março a dezembro de 2005, foi assessor jurídico da subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência entre março e dezembro de 2005. Deixou o cargo para assumir a chefia da Consultoria Jurídica do Ministério do Desenvolvimento Social, posição que ocupou até junho de 2006, quando passou a ser chefe da assessoria jurídica especial da Secretaria de Relações Institucionais. Por fim, foi o secretário nacional da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, entre abril de 2007 e junho de 2010.

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Eleições 2018: candidatos sem dinheiro começam e terminam perdendo

  • Publicado em Poder

A democracia brasileira é de mentirinha. O espaço político dificilmente é preenchido por quem não tem dinheiro para bancar uma campanha eficaz. Essa é a regra do jogo do faz de conta político no país. O povo vota por obrigação em candidatos que o sistema escolhe antes, para manter o mecanismo funcionando. E tanto faz se de esquerda ou direita.

 

Caixa 2 - Os novos candidatos a deputado que ensaiam entrar na política este ano já estão enfrentando esta barreira: a fonte de financiamento da campanha. O dinheiro grosso da política só chegava para a maioria dos candidatos pelo caminho revelado nos escândalos da Lava Jato: o caixa 2 eleitoral, uma propina paga antecipada para garantir que os interesses dos financiadores fossem defendidos pelos políticos financiados e eleitos. Será que o jogo mudou?

 

Gastos - Portanto, não basta ter uma candidatura no papel e nas redes sociais. É preciso ter dinheiro para pagar combustível, hospedagem, alimentação, propaganda, despesas operacionais, advogado, contador, publicitário, equipe de trabalho e as contas que surgem durante a campanha. E como a maioria dos políticos perdeu o crédito que tinha, tudo é pago a vista, muitas vezes antecipado. Embora seja uma lógica perversa e antidemocrática, candidatos sem dinheiro começam e terminam perdendo.

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Mais uma do STF: Mário Negromonte está de volta ao TCM mesmo depois de virar réu na Lava Jato

  • Publicado em Bahia

O ministro Marco Aurélio Mello acatou na sexta-feira, 29 de junho, o pedido feito pelo conselheiro do TCM-BA (Tribunal de Contas dos Municípios) para retornar ao cargo de onde foi afastado por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Negromonte alega que o STJ cometeu equívocos ao tê-lo afastado sem nenhuma materialidade e na ausência de pedido formal do Ministério Público Federal (MPF).

 

Agora é com Moro - Mas na sexta também o STJ divulgou que remeterá o processo de Negromonte para Curitiba, ao juiz Sérgio Moro. A defesa do conselheiro disse que vai recorrer. A avaliação é a de que o caso deveria tramitar em Brasília ou na Bahia por não ter relação com a Lava Jato. O caso estava sendo analisado pelo STJ porque o cargo de conselheiro tinha prerrogativa de foro. O relator é o ministro Luis Felipe Salomão.

 

Entenda - Negromonte foi afastado do TCM em fevereiro deste ano pelo STJ, quando se tornou réu em processo por corrupção passiva. Ele foi citado em delação premiada do doleiro Alberto Yousseff em caso envolvendo suposta negociação de R$ 25 milhões em propinas em benefício de empresas de rastreamento de automóveis.

O sistema de rastreamento, se efetivado, seria operado pelo Departamento Nacional de Trânsito, ligado ao Ministério das Cidades, de acordo com informações que circularam na grande imprensa sobre a delação. O conselheiro do TCM nega as acusações e diz que não há provas. Para ele, trata-se de um delator querendo amenizar sua pena.

 

Os prefeitos, presidentes de Câmaras e demais agentes políticos serão fiscalizados por Negromonte na Bahia. Não ria, o caso é sério.

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STF concede habeas corpus a Cunha. Brincadeira né?

  • Publicado em Brasil

 

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello determinou em decisão liminar (provisória) a revogação da prisão preventiva do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) decretada pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte, informa o portal UOL. O ex-deputado, no entanto, deverá permanecer preso por ser alvo de ordens de prisão preventiva em outros processos. Na decisão, Marco Aurélio afirma que Cunha deverá ser solto apenas "caso o paciente não esteja recolhido por motivo diverso". No processo a que se refere a decisão de Marco Aurélio, Cunha foi denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal) junto com o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (MDB-RN) por suspeitas de participação em um esquema de propina investigado pela Operação Manus, derivada da Operação Lava Jato. Também foram denunciados quatro empresários ligados a empreiteiras suspeitas de integrar o esquema. Cunha teve a prisão preventiva decretada nesse processo, medida agora revogada pelo ministro do STF, informa o UOL.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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