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18 de Outubro de 2018

Mostrando itens por tag: DEMISSÃO EM MASSA - Bahia 40 Graus

Petrobras vai fechar a Fafen na Bahia e demitir em massa

  • Publicado em Bahia

A Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), localizada em Camaçari, será fechada. A informação foi anunciada na segunda-feira (19/3) pela Petrobras, que alegou prejuízo milionário e disse que o processo será efetivado até o final do semestre. Nesta terça-feira (20/3), o governador da Bahia, Rui Costa, lamentou o caso. “Como cidadão e governador, manifesto aqui o meu repúdio e minha indignação com essa postura do governo federal. Esta é uma péssima notícia para o Nordeste e para todo o país”, disse Rui.  E continua: “O fechamento da Fafen terá um impacto negativo no Brasil, que está se firmando como uma das principais nações do mundo no agronegócio, na agricultura de médio e grande porte e na agricultura familiar. Não dá para entender esta medida. Quantas fábricas mais eles vão fechar? Os brasileiros não aguentam mais esse verdadeiro desmonte que está acontecendo no país”, declarou o gestor estadual durante o seu programa, “Papo Correria”, transmitido pelas redes sociais.

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Demissão em massa em faculdade privada cria tensão entre professores universitários

  • Publicado em Brasil

A notícia de que o grupo de ensino superior Estácio de Sá, um dos maiores do Brasil em número de alunos, havia demitido mais de mil professores viralizou nas redes sociais nos últimos dois dias. Além da cifra de de desligamentos da empresa, o episódio expôs a tensão e as dúvidas em torno da nova legislação trabalhista e certo desconhecimento sobre a reforma trabalhista aprovada no governo de Michel Temer.

A informação extraoficial que circulou foi a de que os supostos 1.200 professores demitidos, de um universo de pouco mais de 7.000, seriam recontratados em janeiro via trabalho intermitente, pagos por hora ou terceirizados. A nova lei permitiria isso?

A enxurrada de críticas foi grande. Professores e alunos se revoltaram. Dezenas de políticos, especialmente da oposição, se uniram à onda dos comentários virtuais. Em nota oficial, a Estácio confirmou que havia desligado alguns profissionais e lançado um cadastro reserva de docentes para atender possíveis demandas nos próximos semestres. Frisou, no entanto, que "todos os profissionais que vierem a integrar o quadro da Estácio serão contratados pelo regime CLT, conforme padrão no grupo".

Justificou ainda dizendo que a medida tinha como objetivo manter a sustentabilidade da instituição e foi realizada dentro dos princípios do órgão regulatório. Questionada pela reportagem sobre o número de desligamentos, a assessoria de imprensa da empresa não confirmou o número de 1.200 demissões e afirmou que não divulgaria a quantidade exata de desligamentos efetuados.

A faculdade informou ainda que as novas contratações não serão via trabalho intermitente, quando o funcionário é convocado esporadicamente e pago por hora. Para justificar a reestruturação da empresa, a Estácio ressaltou que muitos dos professores demitidos estavam com o salário acima da média do mercado.

 

 

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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