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20 de Junho de 2018

Mostrando itens por tag: GREVE - Bahia 40 Graus

APLB fará nova greve em Itabela, bem no meio do ano letivo

A queda de braço entre a APLB Sindicato dos Professores e a prefeitura de Itabela terá mais um round nesta quarta-feira (13), véspera do niver de emancipação político-administrativa da cidade, quando a entidade lidera mais uma paralisação, dessa vez reivindicando solução de problemas enfrentados pela categoria, como a regularização da Capremi (fundo de aposentadoria dos servidores); plano de carreira do magistério e pagamento dos repasses sindicais que foram descontados dos contracheques dos professores pelos gestores anteriores (leia-se Osvaldo Caribé e Júnior Dapé), mas não chegaram à conta da APLB, segundo um dirigente sindical.

Precatórios - Na verdade, segundo uma fonte ligada à categoria, a greve teria como pano de fundo a polêmica questão dos precatórios do Fundef, ainda correndo na Justiça, cujo desfecho vem frustrando a APLB. Uma decisão liminar de 1ª instância bloqueou parcialmente os recursos dos precatórios depositados na conta da prefeitura, mas alguns advogados acreditam que a decisão pode ser revertida, já que o município recorreu apontando contradição e obscuridade na liminar, o que levará o juiz a reexaminar a decisão, dizem os advogados da prefeitura.

Expectativa - O fato é que os professores acreditaram na expectativa criada, por diversas vezes - inclusive por alguns vereadores - de que o dinheiro dos precatórios chegaria rapidamente aos salários da categoria, mas a questão não era tão simples (a própria APLB sabia disso), devido ao entendimento do TCU, Ministério Público, MEC e TCM, que interpretam o pagamento aos professores com o dinheiro dos precatórios do Fundef como inconstitucional, passível de punição por improbidade administrativa contra o gestor.  

Alunos prejudicados - Enquanto o impasse continua, os alunos da rede municipal são os grandes prejudicados, com as aulas paralisadas. Eles acabam perdendo o ritmo dos estudos, terão que assistir aulas fora do calendário previsto para compensar os dias perdidos e se desestimulam. Até porque a greve parece ser planejada contra o ensino. Deveria ser realizadas durante a greve atividades extracurriculares, por exemplo, mobilizando as escolas. Os alunos não iriam ficar em casa ou nas ruas, ociosos. Os pais não teriam que mudar a rotina. Será que a APLB já pensou nisso? Ou será o dinheiro o único objetivo da carreira dos professores de Itabela? Particularmente, acho que não. Por isso, não custa pensar nos alunos.

 

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Agora vem a greve dos petroleiros a partir de quarta para abaixar preços da gasolina e gás de cozinha

  • Publicado em Brasil

Depois da paralisação geral dos caminhoneiros do país provocando esse caos no abastecimento que estamos vivendo, os petroleiros se preparam para fazer uma greve de 72 horas em todo o país a partir da próxima quarta-feira, 30 de maio. Isso significa risco de falta de combustíveis nas refinarias e distribuidoras, incluindo gás de cozinha. Com a popularidade beirando a zero, o presidente Temer tem tudo para se tornar o rei do panelaço, destronando a ex-presidente Dilma.

 

VEJA SEGUIR A NOTA PUBLICADA PELO SINDICATO DOS PETROLEIROS

 

PETROLEIROS VÃO À GREVE PARA ABAIXAR PREÇOS DO GÁS DE COZINHA E COMBUSTÍVEIS

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocam a categoria petroleira para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Os trabalhadores do Sistema Petrobrás iniciarão o movimento a partir do primeiro minuto de quarta-feira, 30 de maio, para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente, que, com o aval do governo Michel Temer, mergulhou o país numa crise sem precedentes.

A atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás. Os culpados pelo caos são Pedro Parente e Michel Temer, que, intensifica a crise ao convocar as força armadas para ocupar as refinarias. A FUP repudia enfaticamente mais esse grave ataque ao Estado Democrático de Direito e exige a retirada imediata das tropas militares que estão nas instalações da Petrobrás.

A greve de advertência é mais uma etapa das mobilizações que os petroleiros vêm fazendo na construção de uma greve nacional por tempo indeterminado, que foi aprovada nacionalmente pela categoria. Os eixos principais do movimento são a redução dos preços dos combustíveis, a manutenção dos empregos, a retomada da produção das refinarias, o fim das importações de derivados de petróleo, não às privatizações e ao desmonte da Petrobrás e a demissão de Pedro Parente da presidência da empresa.

Já neste domingo, 27, os petroleiros farão novos atrasos e cortes de rendição nas quatro refinarias e fábricas de fertilizantes que estão em processo de venda: Rlam (BA), Abreu e Lima (PE), Repar (PR), Refap (RS), Araucária Nitrogenados (PR) e Fafen Bahia.

Na segunda-feira, 28, a FUP e seus sindicatos realizarão um Dia Nacional de Luta, com atos públicos e mobilizações em todo o Sistema Petrobrás, denunciando os interesses que estão por trás da política de preços de combustíveis, feita sob encomenda para atender o mercado e as importadoras de derivados. A gestão entreguista de Pedro Parente está obrigando a Petrobrás a abrir mão do mercado nacional de derivados para as importadoras, que hoje são responsáveis por um quarto de todos os combustíveis comercializados no país.

O número de importadoras de derivados quadruplicou nos últimos dois anos, desde que Parente adotou preços internacionais, onerando o consumidor brasileiro para garantir o lucro do mercado. Em 2017, o Brasil foi inundado com mais de 200 milhões de barris de combustíveis importados, enquanto as refinarias, por deliberação do governo Temer, estão operando com menos de 70% de sua capacidade. O povo brasileiro não pagará a conta desse desmonte.

Todos contra a entrega do Sistema Petrobrás. Todos contra o aumento dos combustíveis. Privatizar faz mal ao Brasil.

 

Fora Pedro Parente!

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APLB e professores de Itabela recuam e decidem não fazer greve

Decisão sensata foi tomada pelos professores da rede municipal de Itabela em assembleia da categoria convocada pela APLB sindicato e realizada nesta terça-feira, 6 de fevereiro. Por maioria dos presentes, a categoria decidiu não entrar em greve logo no início das aulas deste ano, esta semana, e aguardar a decisão judicial sobre a ação movida na Justiça própria APLB. 

Antes da decisão, um assessor jurídico da APLB chegou a defender nas redes sociais que os professores não iniciassem as aulas até que o impasse do pagamento dos precatórios fosse solucionado. 

A APLB usou de sabedoria para evitar que o impasse dos precatórios produzisse uma greve precoce e inconsequente no começo do ano letivo, prejudicando o futuro dos alunos da cidade. Agora, é esperar celeridade por parte do Poder Judiciário.  

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Ano letivo em Itabela começa com ameaça de greve dos professores

Mais de 5 mil alunos das 28 escolas de Itabela, no extremo sul da Bahia, começam o ano letivo nesta segunda-feira, 5 de fevereiro, sob ameaça de greve dos professores logo nos primeiros dias de aula. A APLB convocou para esta terça (6) à tarde uma assembleia da categoria onde a proposta de paralisação das aulas será feita, radicalizando a pressão pelo pagamento do polêmico dinheiro dos precatórios, apesar da entidade ter entrado na Justiça com ação reivindicando o pagamento. Por sinal, esta ação foi considerada “um erro estratégico” pelo setor jurídico da direção estadual da entidade. 

No entendimento do Ministério Público Federal, do TCU (Tribunal de Contas da União) e TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) a prefeitura não pode pagar salários dos professores com o dinheiro dos precatórios, sob pena do prefeito responder por improbidade.

No dia 9 de janeiro, o coordenador do núcleo da APLB de Itabela, professor Valtim Lima, afirmou durante entrevista a uma emissora de rádio da cidade que as aulas na rede municipal não terão início sem os pagamentos dos precatórios do Fundef. 

“Os professores da rede municipal de ensino de Itabela ganham salários em dia, acima do piso nacional da categoria”, garante uma fonte da Secretaria de Educação. Muitos docentes já contraíram dívidas acreditando na tese da APLB de que teriam o dinheiro dos precatórios incorporados aos salários. 

Em áudio postado nas redes sociais, o assessor jurídico da APLB, Joel Câmara, defende que “o ano letivo não deve começar enquanto não resolver o impasse dos precatórios” e também defende a aprovação de uma lei do “Plano de Aplicação” na Câmara Municipal, que sob pretexto de favorecer os professores, gera despesa para o Executivo, o que a Constituição também não permite. 

“A radicalização com uma greve precoce só prejudica os alunos e as famílias itabelenses. A APLB poderia esperar a decisão judicial da ação que a entidade moveu na Justiça local antes de radicalizar”, comenta um professor que não concorda com uma greve no início das aulas. 

POSIÇÃO DO PRFEITO

Resultado de imagem para prefeito de itabela vai investir em construção e reforma de escolas

O prefeito Luciano Francisquetto (PRB) anunciou em coletiva de imprensa, no dia 17 de janeiro, a aplicação dos precatórios do Fundef na construção de 2 escolas: uma na sede do município e outra no distrito de Montinho, além da reforma de uma escola no distrito de Monte Pascoal. 

Na coletiva, o prefeito disse ainda que não é contra o pagamento dos precatórios aos professores, mas que não pode descumprir como gestor recomendações do Ministério Público Federal, TCU e TCM. Disse também que acatará decisão judicial transitada em julgado.   

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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