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21 de Setembro de 2018

Mostrando itens por tag: PROPINA - Bahia 40 Graus

A 3 meses da eleição, Odebrecht faz acordo para voltar a ser contratada por estatais

  • Publicado em Brasil

 

Grande vilã da Lava Jato, a empreiteira Odebrecht fez acordo de leniência com a União para voltar a ser contratada pelas estatais. A empresa, que chegou ter um departamento para administrar as propinas pagas aos políticos, vai pagar R$ 2,7 bilhões para limpar sua ficha. O acordo acontece a três meses das eleições, a Odebrecht financiou com caixa 2 de campanha diversos políticos que disputam o pleito em outubro.

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Eleições 2018: candidatos sem dinheiro começam e terminam perdendo

  • Publicado em Poder

A democracia brasileira é de mentirinha. O espaço político dificilmente é preenchido por quem não tem dinheiro para bancar uma campanha eficaz. Essa é a regra do jogo do faz de conta político no país. O povo vota por obrigação em candidatos que o sistema escolhe antes, para manter o mecanismo funcionando. E tanto faz se de esquerda ou direita.

 

Caixa 2 - Os novos candidatos a deputado que ensaiam entrar na política este ano já estão enfrentando esta barreira: a fonte de financiamento da campanha. O dinheiro grosso da política só chegava para a maioria dos candidatos pelo caminho revelado nos escândalos da Lava Jato: o caixa 2 eleitoral, uma propina paga antecipada para garantir que os interesses dos financiadores fossem defendidos pelos políticos financiados e eleitos. Será que o jogo mudou?

 

Gastos - Portanto, não basta ter uma candidatura no papel e nas redes sociais. É preciso ter dinheiro para pagar combustível, hospedagem, alimentação, propaganda, despesas operacionais, advogado, contador, publicitário, equipe de trabalho e as contas que surgem durante a campanha. E como a maioria dos políticos perdeu o crédito que tinha, tudo é pago a vista, muitas vezes antecipado. Embora seja uma lógica perversa e antidemocrática, candidatos sem dinheiro começam e terminam perdendo.

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FHC também pediu caixa 2 a Odebrecht para o PSDB

  • Publicado em Brasil

A política brasileira entrou no mato sem cachorro, diria um pensador das antigas. Na linguagem moderna o papo é reto: a casa caiu também para o PSDB. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o cacique tucano que ainda estava fora da vala comum da corrupção, é pauta dos noticiários políticos.

 

A Polícia Federal encontrou um pedido de doação de FHC à Odebrecht para financiar campanhas de dois senadores do PSDB em 2010, Antero Paes de Barros e Flexa Ribeiro. Somente o primeiro se elegeu. A revista Veja traz detalhes da negociata. O primeiro e-mail enviado a Marcelo é de 13 de setembro de 2010, com o assunto "pedido". Nele, Fernando Henrique diz que, recordando da conversa que tiveram em um jantar, envia um "SOS". "O candidato ao senado pelo PSDB, Antero Paes de Barros, ainda está em segundo lugar, porém a pressão do governismo, ancorada em muitos recursos, está fortíssima. Seria possível ajudá-lo? Envio abaixo os dados bancários", escreve FHC.

 

“O de sempre” - Marcelo Odebrecht responde que o ex-presidente pode ficar tranquilo. "Depois aproveito, e lhe dou o feedback dos demais apoios e reforços que fizemos na linha do que conversamos", afirma. Em outro e-mail, de 21 de setembro do mesmo ano, com o assunto "o de sempre", FHC pede perdão pela insistência e volta a pedir ajuda financeira - desta vez para Flexa Ribeiro, candidato ao Senado no Pará. "Ainda há tempo para eles alcançarem, no caso na verdade é manterem, a posição que os leva ao êxito." Odebrecht diz que já contatou Antero, que sabe que irão apoiá-lo. "Flexa não sei dizer, mas vou verificar", escreve. Na prestação de contas dos candidatos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não constam registros de doações oficiais da Odebrecht.

 

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STF manda pro TJ-BA inquérito que acusa Arthur Maia de receber propina da “Máfia do lixo”

  • Publicado em Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu enviar ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) um inquérito contra o relator da Reforma da Previdência, deputado federal Arthur Oliveira Maia (DEM-BA). A decisão foi do ministro Ricardo Lewandowski, baseada no entendimento firmado pela Corte de restringir o foro privilegiado de deputados e senadores apenas para crimes relacionados ao mandato.

 

Máfia do lixo - Maia foi acusado pelo Ministério Público Federal de receber um mensalinho de R$ 125 mil, proveniente de um esquema envolvendo uma empresa de coleta de lixo e a prefeitura de Bom Jesus da Lapa. A denúncia do suposto esquema da “Máfia do lixo” foi feita por um servidor estadual e líder do PTC em Bom Jesus da Lapa, Edimar Matheus de Oliveira. Há suspeita de superfaturamento e desvio de dinheiro público no contrato investigado.

 

Defesa de Maia - "Sou adversário político e não tenho nenhuma relação com o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro, que é o responsável pela contratação dos serviços de limpeza pública", se defende o parlamentar em Nota enviada à imprensa. Ele alega também que não conhece nenhuma das empresas envolvidas no processo de licitação para a coleta de lixo na cidade. Ainda segundo Maia, um jornalista divulgou o caso em um site local em junho de 2015 e um adversário político protocolou a denúncia. De acordo com o parlamentar, o responsável pela denúncia já fez uma retratação judicial em que admite não ter apurado as informações divulgadas.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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