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17 de Outubro de 2018

Incêndio no depósito de Secretaria da prefeitura de Eunápolis pode ter sido criminoso

O vizinho e proprietário do prédio disse ao Bahia40graus que há uma testemunha que teria visto alguém jogar algo no local minutos antes do incêndio começar. Uma câmera de monitoramento instalada numa empresa pode ter flagrado este momento. Ele também disse que na quinta-feira (11) um carro passou a noite estacionado na garagem do depósito e só saiu no dia seguinte. A secretária de Assistência Social disse que o local não era vigiado.  

Segue cercado de especulações o estranho incêndio que consumiu no fim de semana passado, na madrugada de sábado para domingo, 200 cestas básicas e documentos contábeis no local usado como depósito da Secretaria de Assistência Social de Eunápolis. O fato aconteceu uma semana após as eleições de outubro.

Local sendo demolido - Segundo Tito Fonseca, superintendente de Serviços públicos, a Polícia Civil já liberou o local após a perícia ser feita. A secretária de Assistência Social Margot Kunzendorff deu entrevista hoje à emissora do grupo político do prefeito e tratou o fato como uma fatalidade, advertindo que sua pasta já não dispõe de orçamento para reparar os prejuízos. A Polícia Civil confirmou que liberou o local após a perícia ter sido feita e que vai investigar a versão da existência da imagem captada por uma câmera de monitoramento.  

Por Geraldinho Alves, jornalista e editor do Bahia40graus

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Operação Midas: 20 presos na Bahia

  • Publicado em Bahia

 

Segundo a polícia, dinheiro de roubo a carros-forte e caixas eletrônicos também financia campanhas políticas.

A Operação Midas, deflagrada simultaneamente pela Polícia Civil de 25 estados e do Distrito Federal, prendeu 1.496 pessoas até o final da tarde de quarta-feira (26). Na Bahia, de acordo com o balanço parcial divulgado pelo Departamento de Inteligência Policial (DIP), 20 mandados foram cumpridos no estado e quatro criminosos foram presos em flagrante, segundo matéria do jornal Correio.

Das ordens de prisão cumpridas na Bahia, 14 foram por roubo, duas por latrocínio e quatro por outros crimes. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos em mais de 250 cidades do interior do estado, além da capital baiana e Região Metropolitana de Salvador (RMS).

A operação foi realizada para cumprir mandados de prisão contra autores de crimes violentos. A ação reuniu ainda 650 delegados, investigadores e escrivães, de todos os departamentos da Polícia Civil da Bahia, participam da ação, que segue até esta quinta-feira, 27 de setembro.

Balanço nacional

A megaoperação tem por objetivo prender autores de crimes de roubo e de latrocínio (roubo seguido de morte). Do total de detenções efetuadas, 427 foram por roubo, 17 por latrocínio e 783 por outros crimes, além de 269 detenções em flagrante.

Também foram apreendidos 109 adolescentes. Ao todo, foram cumpridos 535 mandados de busca e apreensão e apreendidos 88 armas de fogo e 75 veículos. Os números finais da operação serão divulgados na sexta-feira (28).

Midas é a terceira operação realizada a partir de uma parceria com as polícias estaduais e coordenada pelo Ministério da Segurança Pública, no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Participam da operação conjunta 8 mil policiais civis de 25 estados e do Distrito Federal. O único estado que não participa da Operação Midas é o Amazonas.

Financiamento de campanhas

Em entrevista, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, informou que as operações têm sido lançadas de forma simultânea em todo o país para demonstrar a coordenação com as polícias estaduais. Entre as justificativas da operação, ele aponta a de que o dinheiro roubado, principalmente de carros-fortes e de caixas eletrônicos, acaba sendo usado por facções para a prática de outros crimes, como tráfico de drogas, contrabando e até mesmo financiamento de campanhas políticas.

“O roubo a caixas eletrônicos tem acontecido em quantidade de milhares ao ano. Nossos setores de Inteligência informam que ele serve de capital de giro para as facções, para o financiamento de outras atividades, como tráfico de drogas, contrabando, descaminho e tantas outras operações que são promovidas pelo crime organizado”, explicou o ministro.

 

Na entrevista, o ministro disse que o governo pretende reduzir em 3,5% ao ano o número de 63 mil homicídios registrados, em média, no País. Ele informou ainda que serão apresentadas nos próximos dias as metas do Plano Nacional de Segurança Pública para 2019.

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Tiroteio em Porto Seguro: 2 suspeitos mortos, 2 moradores vítimas de balas perdidas

Dois suspeitos morreram após atirarem contra uma guarnição da Polícia Militar, que resultou numa intensa troca de tiros entre os dois lados, na noite desta terça-feira (25), no bairro Cambolo, em Porto Seguro. No whatsapp moradores postaram vídeos, fotos e sons do tiroteio.

Segundo o portal Radar64, o tiroteio ocorreu em frente uma escola municipal, após as 22 horas. Uma guarnição da PM abordou um carro com 5 suspeitos, que não obedeceram e dispararam contra os policiais, que revidaram. Na troca de tiros dois suspeitos foram feridos e morreram em seguida. Um deles identificado como traficante de alta periculosidade, segunda a PM. Duas pessoas que passavam no local foram atingidas atingidas por balas perdidas no tiroteio e levadas para o Hospital Luís Eduardo Magalhães e não correm risco de morrer. 

Ainda segundo o Radar64, a PM apreendeu com os suspeitos um carro modelo HB20, cor branca, com placa clonada, além de uma metralhadora 0.9 mm, uma pistola de igual calibre, um colete à prova de bala e muita munição. A polícia informou também que o outro suspeito morto tem passagem por tráfico de drogas e homicídios.

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Dono da empresa e contador são acusados pelo Ministério Público no caso da fraude dos cilindros de oxigênio em Teixeira de Freitas. Cadê os políticos?

  • Publicado em Bahia

Lógico que há políticos por trás dessa fraude que pode ter levado à óbito pacientes das unidades de saúde onde o gás industrial foi usado no lugar do medicinal. Outras cidades da região precisam ser investigadas também.

Até agora, o comerciante Izaias Rodrigues dos Santos e o contador Diogo Lemos Dias dos Santos, da empresa Assis e Rodrigues Ltda, foram os únicos denunciados à Justiça pelo Ministério Público estadual da Bahia (MP-BA) no caso da fraude dos cilindros de oxigênio, onde foi flagrado uso de oxigênio industrial no lugar do medicinal, com adulteração ainda de quantidade e prazo de validade nos cilindros entregues e usados nas unidades de saúde de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano.

A denúncia foi feita pelos promotores de Justiça Gilberto de Campos, Michelle Resgala, Graziella Pereira, José Dutra Júnior, George Elias Pereira, Fábio Corrêa, João Batista Madeiro, Kerginaldo de Melo e Moisés Garnieri. Segundo as investigações, Izaias, que é sócio administrador e representante da empresa, fraudou contrato decorrente de licitação realizada para aquisição de mercadorias, entre o final de 2017 e primeiro semestre de 2018, entregando produtos de empresa diversa à indicada na licitação, bem como alterando a substância e a qualidade da mercadoria fornecida. Ele se comprometeu a fornecer gás de oxigênio medicinal da marca Air Products Brasil Ltda para atender as demandas existentes nas unidades de saúde do Município, mas entregou produtos de outras empresas e com alteração da substância.Resultado de imagem para PACIENTE USANDO OXIGÊNIO MEDICINALLaudo da Vigilância Sanitária do Município confirmou que os cilindros fornecidos apresentavam:

1 - Diferença entre os lacres e selos de origem

2 - Ausência de prazo de validade

3 - Lacres sem a origem do produto

4 - Cilindros de oxigênio industrial, da cor escura, pintados de cor verde para serem entregues como medicinal

Uma operação deflagrada pelo MP-BA apreendeu na sede da empresa diversos lacres de cilindros de oxigênio em desconformidade com o determinado pela Anvisa, além de diversos instrumentos utilizados para corromper, fraudar e adulterar os cilindros, afirmam os promotores de Justiça. Eles ressaltam que Diogo Lemos, “em comunhão de vontade e unidade de desígnios com o primeiro denunciado, tinha em depósito para venda produtos corrompidos e adulterados destinados a fins medicinais, como o oxigênio medicinal sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização e com a redução de seu valor terapêutico”.

Cadê os políticos envolvidos nesse esquema? Não existe crime com dinheiro público sem envolvimento de agentes políticos. Não pode aumentar a sensação de impunidade que prevalece em todo o extremo sul da Bahia.

 

 

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