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24 de Setembro de 2017

‘Toque de recolher’ em Catu: Polícia prende suspeito com áudios ameaçando comerciantes e população

Após um rápido e eficiente trabalho de investigação, um homem suspeito de espalhar mensagens ameaçando comerciantes e moradores na rede social whatsapp foi preso no final da tarde desta sexta-feira (11), no município de Catu, cidade a 78 quilômetros de Salvador. A informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Zenildo dos Santos Júnior foi preso por policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) de posse de celulares com áudios que espalhavam mensagem com ‘toque de recolher’ destinado ao comércio e a população da cidade. Segundo a polícia, o suspeito é da mesma facção criminosa de “Marreno”, morto em confronto com policiais da Força-Tarefa da SSP esta semana.  

 

 

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Corte de 44% no orçamento da Polícia Federal deixa caminho livre para os corruptos e o crime organizado

A partir de agosto, a Polícia Federal estará de mãos atadas e deve suspender as grandes operações de combate a corrupção, inclusive parte das investigações relacionadas à Operação Lava-Jato, segundo disse a cúpula da instituição. Com o corte de 44% no orçamento determinado pelo governo Temer, a Polícia Federal não terá dinheiro para bancar passagens aéreas e diárias de policiais em viagens pelo país, entre outras despesas essenciais nas grandes operações. 

A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgou nota nesta sexta-feira, 28 de julho, rebatendo as declarações do ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre o corte no orçamento da PF. O ministro disse que o contingenciamento de recursos não deve afetar o trabalho da Operação Lava Jato. 

"A Fenapef entende que o corte nos recursos, que já se encontravam no limite, significa deixar o caminho livre para a ação de corruptos, organizações criminosas e de traficantes", destaca o comunicado. Na nota, a Federação pede que o Ministério da Justiça reveja a questão. "O que tem que ser feito é otimizar os gastos, evitar desperdícios, dentro de um planejamento de gestão eficiente", cita a entidade no comunicado.

"A Federação vinha sentindo um movimento na construção de um discurso para justificar o estrangulamento de importantes operações da PF, incluindo a Lava Jato. O fim da força-tarefa, também com ar de medidas administrativas, reforçou as suspeitas", cita a nota que diz ainda: "não se economiza em segurança pública. O barato poderá sair muito mais caro". 

 

 

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