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14 de Agosto de 2018

Julgamento do caso Ronaldo Santana pode ser decidido nesta quarta em Eunápolis

Pelo ritmo que tomou, o júri popular do caso do assassinato do radialista Ronaldo Santana, que acontece no fórum da cidade de Eunápolis, onde o crime foi cometido em 1997, pode decidir o veredito nesta quarta-feira, 16 de maio, 21 anos depois. O julgamento começou na segunda-feira (14) e já cumpriu as etapas da defesa, depoimentos dos réus e da acusação, feita nesta terça (15) pelo promotor de Justiça Ariomar da Silva, designado pelo Ministério Público estadual há poucos dias do júri iniciar, após dois promotores indicados terem se declarado impedidos de participar do julgamento.

Os quatro réus são Paulo Dapé, que era prefeito do município à época do crime e três servidores comissionados do então governo municipal: Valdemir Batista Oliveira (atualmente vereador), Antônio Oliveira Santos (bancário aposentado) e a sacerdotisa Maria Sindoiá.

De acordo com o site Radar64, 14 testemunhas foram dispensadas pela defesa logo no primeiro dia do julgamento, pois, segundo o advogado de Paulo Dapé, Maurício Vasconcelos, elas não acrescentariam nada de relevante ao processo. Durante a tarde de segunda, os réus foram interrogados. Todos disseram que a morte do radialista seria de difícil solução, pois ele criticava e denunciava muita gente. A fase dos debates entre defesa ficou de ser concluída nesta terça. "Entendemos que a prova produzida não é suficiente para uma condenação, pois ela é duvidosa. Por isso, estamos confiantes no conselho de sentença", declarou Maurício ao Radar64.

No fim da manhã, os promotores Ariomar da Silva e Luiz Ferreira Neto pediram a condenação de Paulo Dapé como mandante e os outros três réus com participantes. A previsão é que o veredito seja pronunciado na quarta-feira (16). Para o promotor Ariomar da Silva, os réus atuaram na intermediação, pagamentos, empreitada do homicídio e outros foram os autores materiais. 

 

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Presidente estadual do PTC esclarece sobre filiação do ex-prefeito de Eunápolis Paulo Dapé

O presidente estadual do PTC Rivailton Veloso esclareceu por telefone sobre a polêmica filiação do ex-prefeito Paulo Dapé (ex-MDB), questionada pelo blog da jornalista Rose-Marie como ‘fake news’ devido ao fato de que o ex-prefeito estaria com os direitos políticos cassados, não podendo ser filiado a nenhum partido, segundo a legislação vigente. Rivailton reconheceu que Paulo Dapé assinou ficha de filiação partidária na sede do diretório estadual, mas que existe a pendência relacionada a situação jurídica do ex-prefeito junto a Justiça Eleitoral. Ainda segundo Rivailton, Dapé teria prometido providenciar a regularização da situação a tempo de ficar apto para ser candidato a deputado em outubro, o que interessa ao PTC, já que a legenda está ameaçada pela cláusula de barreira que obriga os partidos a ter no mínimo 1,5% de representantes eleitos na Câmara Federal.  

 

 

 

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Ex-prefeito de Eunápolis Paulo Dapé deixa o MDB e se filia ao PTC

O ex-prefeito de Eunápolis Paulo Dapé deixou o MDB para ingressar no PTC, partido comandado na cidade pelo empresário Ailton Tomazelli. Além do desgaste dos irmãos Vieira Lima perante a opinião pública, outras motivações movem Dapé, que não quis revelar ainda seus planos políticos. A filiação do ex-prefeito foi bem recebida pela direção do PTC em Salvador, o próprio presidente estadual da legenda, Rivailton Veloso fez questão de destacar o ato. Cordélia Torres também deixou o MDB, mas não acompanhou o marido, se filiando em outra legenda ainda não informada.

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Justiça marca pela 3ª vez data do juri popular do caso Ronaldo Santana

 

Foi agendada pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Eunápolis, Otaviano Sobrinho, o júri popular do caso do assassinato do radialista Ronaldo Santana, ocorrido em 9 de outubro de 1997. A nova data será 14 de maio, mas o júri foi adiado sucessivas vezes devido a recursos protelatórios e, por último, mudança de promotor. O julgamento será no Salão do Júri do Fórum Mário Albiani.

O caso tem 20 anos e praticamente caiu no esquecimento da população, sendo usado na imprensa e redes sociais pelo viés político que carrega por ter como réus integrantes de dois grupos políticos rivais na cidade. Os réus, que respondem ao processo em liberdade, são o ex-prefeito Paulo Dapé, que exercia o mandato à época; o vereador Valdemir Batista de Oliveira (Dudu); o advogado Antônio de Oliveira Santos (Toninho da Caixa) e Maria José Ferreira Souza. O júri já foi marcado outras duas vezes em 2015 e 2016. Até o julgamento vamos comentar aqui sobre o caso e tentar ouvir os réus.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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