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20 de Setembro de 2018

Vereador pede à Polícia Federal para investigar uso das verbas da Saúde em Eunápolis e destino dos equipamentos

Falta transparência e sobra desconfiança de que o dinheiro do SUS estaria sendo usado ilegalmente.

 

O vereador Jurandi Leite (PPS) protocolou, na quarta-feira, 12 de setembro, denúncia dirigida ao delegado Pancho Vilas, chefe regional da Polícia Federal, em Porto Seguro, para que a PF investigue o uso das verbas recebidas pela prefeitura de Eunápolis referente a saúde pública municipal (SUS) e ainda o destino de equipamentos hospitalares e recursos recebidos para construção e implantação da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), localizada no bairro Rosa Neto, até hoje sem funcionar. A denúncia do edil está embasada em farta documentação e na citação de leis que regulam o uso de recursos do SUS. O caso da UPA se encaixa como uma luva no quadro do programa Fantástico: “Cadê o Dinheiro que Tava Aqui?”.

 

Jurandi foi eleito com 1.058 votos em 2016.

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Polícia Federal prende em flagrante 3 advogados ligados à máfia dos precatórios

Organização criminosa pode ter retirado mais de R$ 20 milhões de forma fraudulenta, segundo estimativas.

 

No começo da semana passada (3/9), a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante 3 advogados e um bacharel em Direito efetuando saques fraudulentos de precatórios judiciais numa agência da Caixa, em São Paulo, capital, usando procurações falsas. A prisão ocorreu no momento em que o grupo tentava sacar R$ 50 mil. Policiais federais, apoiados pelo banco, investigaram um grupo de pessoas que, tendo conhecimento de precatórios judiciais não sacados (ganho judicial depositado em conta e disponível para saque pelo beneficiário), falsificavam documentos que ‘autorizavam’ o saque, passando-se por procuradores dos beneficiários. Assim, sacavam os valores nas agências da Caixa em prejuízo dos verdadeiros beneficiários e/ou do próprio banco.

 

 

Outros estados - Em 2015, a PF realizou uma grande operação prendendo estelionatários que praticavam o mesmo golpe com saques fraudulentos de precatórios na Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco, Pará, São Paulo e Piauí. O esquema contava com participação de advogados e funcionários da Caixa.

 

A investigação em São Paulo se deu em ação conjunta entre a PF e a área de segurança institucional da Caixa. Estima-se que o grupo ao qual pertencem os advogados presos possa ter retirado mais de R$ 20 milhões em nome de terceiros.

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Blog de Conquista diz que assessor do deputado Ronaldo Carletto teria sido detido pela PF

  • Publicado em Bahia

Embora a informação não tenha fonte oficial, o blog Sudoeste Hoje publicou que Vivaldo Gois, conhecido assessor do deputado federal Ronaldo Carletto (PP) e ex-presidente do Pros, teria sido detido na operação da Polícia Federal realizada na Bahia, na quinta-feira, 30 de agosto, para desarticular um esquema de compra de votos que elegeu o vereador Rodrigo Moreira (PP) em Vitória da Conquista, envolvendo empresas de fachada e contratações de eleitores por empresas fornecedoras do governo e prefeitura, onde algumas pessoas também foram nomeadas para cargos de confiança. Vivaldo teria sido detido durante execução de mandado de busca e apreensão pela PF em sua residência, supostamente devido a porte ilegal de arma de fogo. Bahia40graus não conseguiu confirmar oficialmente a informação.   

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Polícia Federal desarticula esquema de crimes eleitorais no sudoeste da Bahia

  • Publicado em Bahia

Deputado federal, assessores, 2 empresários e um vereador são suspeitos de integrar a organização criminosa.  

A Polícia Federal (PF) realizou na manhã desta quinta-feira, 30 de agosto, a operação Condotieri que tem por objetivo combater crimes eleitorais cometidos em 2016 pelo então candidato, Rodrigo Moreira (PP), eleito vereador em Vitória da Conquista, sudoeste baiano.

Segundo a PF a operação contou com mais de 100 policiais federais, na Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso. O líder do esquema, segundo a PF, era o próprio vereador Rodrigo Moreira, afastado do cargo.

No total, os policiais cumprem 29 mandados de busca e apreensão, 23 mandados de medidas cautelares diversas da prisão e 61 mandados de intimação nos municípios baianos de Vitória da Conquista, Itabuna, Wenceslau Guimarães, Salvador e Lauro de Freitas, além do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro, e Cuiabá no Mato Grosso.

A operação é resultado de uma investigação iniciada em 2017 pela Delegacia de Polícia Federal em Vitória da Conquista, sobre o crime de corrupção eleitoral e falsidade durante a eleição de 2016.

De acordo com a apuração da PF o então candidato oferecia empregos no novo Presídio de Vitória da Conquista, que estava prestes a ser inaugurado, em troca de apoio na campanha e de votos.

A investigação descobriu ainda que a organização criminosa instalada se utilizou da estrutura de outros órgãos públicos, como o Detran e a Zona Azul, para o mesmo fim, bem como omitiu receitas e falsificou recibos entregues na prestação de contas à Justiça Eleitoral.

ENVOLVIDOS - Os investigados se serviram de pelo menos duas empresas de “fachada” para emissão de notas “frias”, que eram utilizadas para a prestação das contas. Além do vereador, de acordo com a PF, estão envolvidos no esquema um ex-presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, o assessor de um deputado federal, um ex-deputado estadual baiano, assessores, o ex-diretor do 4º Ciretran de Vitória da Conquista, membros da empresa que administra o novo presídio de Vitória da Conquista, sócios administradores do consórcio Zona Azul, além de outras pessoas.

Eles responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, corrupção ativa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica, patrocínio infiel e estelionato.

A Justiça Eleitoral determinou ainda o bloqueio de bens e valores de membros da organização criminosa na ordem de aproximadamente R$ 420 mil, em razão do valor potencial do desvio. Além disso, dois dos mandados cumpridos na operação contra empresários alvos na operação Calicute, que representou a 37ª fase da operação Lava Jato, que em 2016 desvendou esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa em obras do Rio de Janeiro.

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O nome da operação é uma alusão à obra de Nicolau Maquiavel denominada “O Príncipe, que trata das teorias políticas mais elaboradas pelo pensamento humano, servindo de guia para como se chegar e manter-se no poder. Os “condotieri” (mercenários), citados na obra, eram contratados pelos governantes da época com o intuito de obter conquistas territoriais na península Itálica do século XVI, utilizando-se de força ilegítima e sem qualquer ética política, sob o argumento de que "os fins justificam os meios".

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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