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20 de Julho de 2018

Polícia Federal investiga ameaças a Moro depois da frustrada manobra para soltar Lula

  • Publicado em Brasil

A Polícia Federal no Paraná investiga ameaças ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, que começaram a aparecer nas redes sociais após ele não acatar a ordem para soltar o ex-presidente Lula despachada de forma ilegal, segundo o STJ (Superior Tribunal de Justiça), pelo desembargador Rogério Favreto, plantonista do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), no último domingo (8). Favreto foi filiado ao PT por 19 anos e também trabalhou no governo Lula. Uma série de publicações nas redes sociais foram postadas depois da manobra frustrada para soltar o maior líder popular do país, hostilizando e buscando intimidar o magistrado.

 

As ameaças - O juiz federal Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio, reuniu algumas dessas ameaças e publicou em seu Twitter. São oito postagens publicadas no domingo. Todos os perfis compilados por Bretas falam sobre ‘matar o Moro’. “Não é possível que o PT não tenha um assassino de aluguel pra matar o Sérgio Moro”, afirma um deles. “Alguém precisa matar o Sérgio Moro”, diz outro. As investigações da PF correm em sigilo, em procedimento já aberto anteriormente. Não é a primeira vez que Moro sobre ameaças. Desde 2016 ele anda com escolta armada. Naquele ano, a PF investigou ameaças semelhantes feitas na internet, que pregavam atos de violência contra o juiz.

 

Carro blindado - Desde então, ele abandonou o carro e a bicicleta como meios de transporte para ir ao trabalho e demais compromissos – que também sofreram alterações. Voltou a andar em carro blindado e acompanhado de escolta armada sempre que sai de sua residência – em um bairro residencial de classe média de Curitiba.

 

Há dez anos, quando condenou o traficante carioca Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, o magistrado também viveu sob proteção de agentes federais e policiais civis. Sua escolta hoje é formada por agentes de segurança judiciária da Justiça Federal do Paraná e da Polícia Federal.

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Moro determina prisão de Lula, sem algemas e sem camburão

  • Publicado em Poder

O juiz federal Sérgio Moro determinou, na tarde desta quinta-feira, 5 de abril, a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, logo após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, ter encaminhado à Justiça Federal no Paraná o ofício com a autorização para a execução da pena. 

 

No despacho, Moro afirma que Lula pode se apresentar voluntariamente à Polícia Federal, em Curitiba, até as 17 horas desta sexta-feira (6). "Relativamente ao condenado e ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concedo-lhe, em atenção à dignidade cargo que ocupou, a oportunidade de apresentar-se voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17:00 do dia 06/04/2018, quando deverá ser cumprido o mandado de prisão". O juiz também vedou o uso de algemas "em qualquer hipótese". Caso Lula não se apresente o que pode acontecer?

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Moro pede à PF que apure assassinato de delator da Lava Jato na Bahia

  • Publicado em Bahia

A imprensa baiana quase não destacou a reportagem de capa da revista Veja dessa semana. O juiz da lava Jato, Sérgio Moro, pediu à Polícia Federal para investigar o assassinato do empresário e ex-prefeito José roberto Soares, Roberto do PT, que delarou o esquema de propina da Transpetro (subsidiária da Petrobras que cuida de portos e terminais) na Bahia.

CLIQUE AQUI E LEIA A REPORTAGEM

 

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Tribunal em Porto Alegre confirma condenação de Lula e eleva a pena para 12 anos

  • Publicado em Brasil

O Tribunal Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, confirmou a sentença do juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, que condenou o ex-presidente Lula (PT) a 9 anos e meio de prisão e ainda elevou a pena para 12 anos e 1 mês.

A decisão teve o placar de 3x0. O julgamento do ex-presidente, que parou o País nesta quarta-feira, 24 janeiro, acabou por volta das 16:50 horas com os três desembargadores da 8ª turma negando o recurso da defesa de Lula contra a sentença de Moro.

O réu tem 5 dias para recorrer com embargos declaratórios que serão julgados pelos mesmos desembargadores. 

Mas a candidatura do petista a presidente da República poderá ser mantida enquanto houver recursos pendentes contra a condenação. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é que decidirá se o petista ficará inelegível, aplicando ou não a Lei da ficha Limpa.   

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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