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18 de Fevereiro de 2018

Escândalo: orgia com dinheiro público e corrupção chegam ao mundo das ONGs 'humanitárias'

Está caiando a máscara da ONG britânica Oxfam, fundada em 1942, uma das maiores do mundo, que atua em todo o planeta com a fachada de ajuda humanitária. Seu presidente internacional foi preso na Guatemala acusado de corrupção e desvio de verbas do governo local, onde foi ministro das Finanças. 

Para piorar, o jornal inglês The Times publicou na semana passada que alguns dirigentes e funcionários da instituição contrataram prostitutas e organizaram orgias em instalações financiadas pela ONG no Haiti, durante a missão humanitária depois do terremoto que destruiu o país caribenho em 2010. 

Os dirigentes da Oxfam tentam minimizar o efeito devastador dos escândalos. Existem indícios de outros casos envolvendo assédio sexual a voluntárias dentro da estrutura da ONG, que teria tentado esconder as denúncias. Por sinal, foram mais de mil denúncias de assédio e abuso sexual contra ONGs britânicas humanitárias só em no ano passado. 

A Oxfam tem cerca de 5 mil funcionários, 27 mil voluntários e 800 mil apoiadores. Se for verdade o relatório da entidade, suas atividades ajudam mais de 11 milhões de pessoas no mundo. No ano passado, teria gasto cerca de R$ 1,2 bilhão em ‘ajuda humanitária’, desenvolvimento e campanhas. Dinheiro de doações e de recursos arrecadados com a venda de produtos em lojas de caridade no Reino Unido. A ONG também recebe dinheiro do governo britânico e da União Europeia (EU), que ameaçam cortar os recursos.

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Viés político não pode interferir nas investigações da Polícia Federal

Os delegados e agentes federais precisam resgatar com urgência a credibilidade da Polícia Federal, gravemente abalada com os últimos episódios. O viés político não pode interferir na corporação mais republicana do país. “A PF não é polícia do governo, mas polícia do Estado’, bradam os procuradores da República, com toda razão.

Deve ser decisiva para o futuro da PF a 'conversa' do diretor-geral da corporação, Fernando Segóvia, com o ministro do STF Luís Roberto Barroso, marcada para a próxima segunda (19). Em pauta declarações inadequadas (ou deturpadas), nada republicanas atribuídas ao diretor-geral sobre a suspeita de corrupção no Planalto. 

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: janeiro de 2008
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