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17 de Outubro de 2018

Secretário de Meio Ambiente de Eunápolis afirma que vai processar Sindicato por “calúnia, injúria e difamação”

O advogado e secretário de Meio Ambiente de Eunápolis, Maximino Xavier, afirmou ao Bahia40graus que o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsppor) cometeu “calúnia, injúria e difamação” ao acusá-lo, em Nota Pública, de praticar “conduta ilegal, imoral e antiética”, além “assédio e opressão”. Maximino disse que vai processar o Sindicato porque a entidade não poderia usar seu nome como pessoa física em ato praticado pelo Município, pessoa jurídica.  

 

Esclarecendo - Ele esclareceu que a publicação no Diário Oficial do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra um efetivo do setor de Licenciamento Ambiental, foi do Município de Eunápolis e não dele. O secretário informou que antes solicitar a abertura do PAD à Secretaria de Administração fez diversas notificações na sua Secretaria solicitando o cumprimento do horário de trabalho e assiduidade, como estabelece as normas estatutárias do serviço público municipal. Ele afirma ainda que agiu de acordo com a lei.

 

Assédio - Maximino afirmou ainda que o referido servidor descumpriu por diversas vezes as normas da Secretaria, com comportamento de insubordinação, falta de pontualidade e assiduidade. O secretário negou qualquer tipo de assédio ou opressão ao servidor.

 

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Em Nota de Repúdio Sindicato denuncia assédio na Secretaria de Meio Ambiente de Eunápolis

Secretário Max Xavier, indicado pelo ex-secretário da pasta Lourenço, irmão do prefeito, é acusado de assediar servidor efetivo do setor de Licenciamento Ambiental.

 

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais emitiu Nota de Repúdio onde externa “indignação” contra a “conduta ilegal, imoral e antiética do secretário municipal de Meio Ambiente de Eunápolis, Maximino Xavier”, denunciando “assédio e opressão” sofridos por um servidor concursado, que teve “informações sigilosas de sua vida pessoal”, inclusive a “situação clínica”, divulgadas por Maximino no Diário Oficial do município, para “degradar a imagem da pessoa”, segundo o Sindicato. O servidor trabalha no setor de Licenciamento Ambiental.

 

CLIQUE AQUI PARA VER A VERSÃO DO SECRETÁRIO MAXIMINO XAVIER

 

A imagem pode conter: texto

 

Bahia40graus tentou ouvir o secretário de Meio Ambiente que não retornou nosso contato até a publicação desta matéria.

 

 

 

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Ministério Público, PM e Ibama estão em campo para impedir agressões à Mata Atlântica em Porto Seguro e região

  • Publicado em Bahia

Objetivo é identificar desmatamentos em áreas de Mata Atlântica, punir os responsáveis e cobrar a reparação dos danos.

Participando da Operação “Mata Atlântica de Pé”, o Ministério Público estadual da Bahia está em campo fiscalizando o bioma da Mata Atlântica em Porto Seguro e região desde a segunda-feira (10), em parceria com policiais da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) e agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Na Bahia, a operação é coordenada pelo promotor de Justiça Fábio Fernandes Corrêa, coordenador do Núcleo Mata Atlântica (Numa), e pela promotora de Justiça Cristina Seixas Graça, coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente e Urbanismo (Ceama). A operação acontece em outros 14 estados do País.  

A MATA - O bioma da Mata Atlântica está presente em 17 estados brasileiros e cobre (em sua extensão original) cerca de 13% do território nacional, onde vivem aproximadamente 140 milhões de pessoas, que dependem das múltiplas funções ambientais da Mata Atlântica. Apesar disso, continuam ocorrendo desmatamentos em toda a sua extensão.

Reparação – A iniciativa busca a proteção e a recuperação do bioma a partir da identificação das áreas degradadas nos últimos anos e dos responsáveis pelas agressões, para cobrar a reparação dos danos e outras medidas compensatórias. Os resultados da operação serão apresentados no início da tarde do dia 13.

 

Os Centros de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente dos MPs de cada estado assumirão as tarefas de sistematizar os resultados das fiscalizações. Na sequência, encaminharão os relatórios, junto com material de apoio, às Promotorias de Justiça das comarcas onde forem identificados dos danos ambientais.

 

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Poder público continua omisso assistindo a morte da Lagoa do Dinah Borges em Eunápolis

Falta gestão de recursos hídricos no município.

 

Alimentada por uma nascente localizada no fundo do fórum Mário Albiani e da sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) subseção Eunápolis, a lagoa do bairro Dinah Borges, em frente ao colégio estadual Modelo, está tomada por algas, que se alimentam do esgoto lançado diretamente das residências, estabelecimentos comerciais e órgãos públicos situados nos arredores. Quanto mais recebe esgoto e lixo orgânico, mais a lagoa produz as algas que se alimentam de bactérias anaeróbicas.

 

Falta gestão - Enquanto isso, a prefeitura gasta uma fortuna capinando ao redor da lagoa sem iniciativa para recuperar mais um manancial da cidade maltratado. Eunápolis precisa voltar a ter gestão de recursos hídricos, que começou a ser feita na administração do ex-prefeito Neto Guerrieri, mas foi interrompida. É preciso dar prioridade aos mananciais urbanos.  




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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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