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21 de Abril de 2018
GERALDINHO ALVES

GERALDINHO ALVES

Robério se movimenta como pré-candidato em Eunápolis

Não há mais nenhuma dúvida de que o movimento do deputado estadual e ex-prefeito de Eunápolis Robério Oliveira (PSD) é de pré-candidato a prefeito. Ele vem participando do cotidiano da cidade, reunindo correligionários e buscando apoio.

Robério obteve pouco mais de 18 mil votos em Eunápolis  nas eleições de 2014, menos do que sua esposa Cláudia (PSD), hoje prefeita de Porto Seguro, quando foi eleita deputada estadual em 2010 (21 mil votos na cidade).

Cláudia abriu mão do mandato de parlamentar para disputar a prefeitura de Porto e Robério deve seguir a cartilha, abrindo mão do mandato de deputado, que ainda não lhe empolgou, para disputar a prefeitura. 

Apesar de todo esse movimento, Robério evita falar de sucessão municipal. Por enquanto, ele recruta os velhos correligionários abandonados no front após Cláudia ter ido para Porto Seguro, mais os insatisfeitos por não participarem da administração municipal como queriam. E vem alistando até gente historicamente ligada ao ex-prefeito Paulo Dapé, como um conhecido empresário da cidade.

São João de Porto Seguro só faltou mesmo forró nordestino no 1º dia

Ano que vem, prefeitura terá que investir, por lei, 60% da verba destinada a contratação de atrações para contratar forrozeiros autênticos como atração.

O São João Elétrico de Porto Seguro é uma festa criada para durar, de suma importância para a economia do município hoje, atraindo grande público – local, regional e de outras cidade baianas, até mesmo fora do estado. A festa lota os hotéis, movimenta os restaurantes, as barracas de praia, o comércio em geral, os serviços de táxis, as operadoras de turismo, postos de gasolina etc.

Embora oposicionistas da prefeita Cláudia Oliveira (PSD) critiquem os custos do evento, que é desconhecido do público, o investimento global da prefeitura no São João Elétrico de Porto Seguro é uma das ações mais importantes da administração municipal.

Tanto assim, que duas redes de televisão destacaram suas equipes de reportagens para cobrir a festa.

No sábado (20), primeiro dia do São João Elétrico, a grande atração foi Michel Teló, que disfarçou colocando um sanfoneiro no palco. Mas acabou tocando sertanejo, ritmo bem diferente do forró nordestino. A abertura teve grande público, a organização foi boa, a segurança também. 

Falta forró - O único pecado é não ter forró genuíno na programação principal, no lugar do forró ouvimos ritmos como pagode, pop, axé music, brega, sertanejo, até funk, menos o gostoso forró nordestino, patrimônio histórico cultural do país, com forte presença na Bahia. Devia ser papel da Bahiatursa preservar a cultura junina.

A salvação foi a banda Cheiro de Forró entre as atrações do dia. Mas aí, fica só o cheiro do forró. O secretário municipal de Comunicação, Cézar Aguiar, participando de um grupo de discussão no whats app, disse que "o público gostou das atrações". no mesmo grupo, outros participantes discordam. 

Nova lei - Forrozeiros baianos, inclusive, conseguiram aprovar na semana passada lei na Assembleia Legislativa em que as prefeituras e o estado são obrigados a investir 60% da verba de festas juninas contratando artistas e bandas locais cujo repertório seja forró.

Por Geraldinho Alves

 

 

Ouça Boechat mandar Silas Malafaia procurar uma “rol...”

O jornalista Ricardo Boechat, da Rede Bandeirantes (TV e rádio), se irritou com o pastor evangélico Silas Malafaia, da  Assembleia de Deus Vitória em Cristo, nesta sexta-feira (19). A revolta do jornalista ganhou as redes sociais. "Ô Malafaia, vai procurar uma rola., vai. Não me enche o saco. Você é um idiota, paspalhão, um pilantra, tomador de grana de fiel, explorador da fé alheia. E agora vai querer me processar pelo que acabei de falar que é o que você faz, você gosta muito é de palanque. Eu não vou te dar palanque porque tu é um otário, tu é um paspalhão", disse Boechat.

No Twitter, Malafaia respondeu. "Então eu não tenho medo de você e está desafiado. Não é no seu programa não, porque eu não vou te dar esse mole. Em qualquer programa. Senta na mesa comigo que eu vou te engolir. Porque tu não tem argumento. Tu é bom sozinho, eu quero ver no confronto."

Tudo começou quando Boechat disse que "é no âmbito de igrejas neopentecostais que estão acontecendo atos de incitação à intolerância religiosa". O caso se referia a menina de 11 anos que foi atacada por pedras, no último dia 14, ao sair de um culto de Candomblé. "Avisa ao jornalista Boechat , que está falando asneira, dizendo que pastores incitam os fiéis a praticarem a intolerância. Verdadeiro idiota", teria dito Malafaia, o que gerou a revolta de Boechat.

 

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