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27 de Fevereiro de 2017
GERALDINHO ALVES

GERALDINHO ALVES

Relatório Anual da Anistia Internacional aponta índices recordes de desigualdade, violência e impunidade

Níveis recordes de violência e desigualdade, assim como a impunidade generalizada, provocaram retrocessos dos direitos humanos nas Américas no último ano, concluiu a Anistia Internacional no seu relatório anual de 2016/17, publicado hoje.

O relatório 2016/17 apresenta uma análise abrangente da situação dos direitos humanos no mundo – com capítulos dedicados a 159 países, incluindo 23 no continente.

“Estamos enfrentando um dos ataques mais estruturados contra os direitos humanos nas últimas décadas”, disse Erika Guevara-Rosas, diretora para as Américas da Anistia Internacional.

“A retórica de ódio e anti-direitos permeou o discurso e as ações da maioria dos líderes políticos da região, colocando a segurança e a vida de milhões de pessoas em perigo.”

“Partindo dos índices alarmantes de violência por parte das forças de segurança, até a crescente onda de ataques contra defensores dos direitos humanos, e a falta de medidas para deter a crise de refugiados, as Américas enfrentam um dos seus piores momentos quando se trata de direitos humanos e justiça.”

“Muitos dos líderes da região devem conter a intolerância e concentrar seus esforços na busca de soluções práticas e duradouras para acabar com a desigualdade, e garantir a justiça.”

Entre as principais conclusões da Anistia Internacional sobre a situação dos direitos humanos nas Américas estão:

  •  A negação da necessidade urgente de refúgio de centenas de milhares de pessoas de alguns dos países mais violentos do mundo (incluindo El Salvador e Honduras) na região gera uma das mais sérias e invisíveis crises de refugiados do mundo.
  •  A tortura nas Américas continua a ser uma prática generalizada, e até mesmo por vezes admitida em narrativas públicas sobre a segurança pública. As autoridades de países como México, Venezuela, Brasil, Jamaica e Colômbia, muitas vezes, parecem tolerar ou aceitar a tortura como uma forma de obter “confissões”, ou cobrir “metas” para demonstrar que estão reagindo à crescente influência do crime organizado.
  • violência por parte das forças de segurança atingiu níveis alarmantes em países como Brasil, Estados Unidos, México, Peru, Venezuela, El Salvador e Jamaica, entre outros, sem que as autoridades tomem medidas para refreá-la. No estado do Rio de Janeiro, a polícia matou, em média, duas pessoas por dia, enquanto a cidade se preparava para sediar os Jogos Olímpicos. Nos Estados Unidos, a polícia usou força excessiva contra manifestantes que protestavam contra disparos fatais pela polícia em Minnesota e Louisiana, entre outros casos. Na Jamaica, em vez de investigar os numerosos casos de assassinato pelos agentes policiais, forças de segurança ameaçam e frequentemente assediam famílias que clamam por justiça.
  • Os ataques contra os defensores dos direitos que trabalham pelo acesso a terras, território e recursos naturais continuaram a um ritmo alarmante na região. Em 2015, dentre 185 assassinatos de defensores do direito à terra e ao meio ambiente registrados globalmente pela organização não-governamental Global Witness, quase dois terços, 122, ocorreram nesta região. O assassinato da líder indígena Berta Cáceres em Honduras é um dos casos mais emblemáticos de violência que enfrentam as pessoas, bem como a falta de resposta dos Estados. 
  • Os governos da região também colocaram em risco o sistema regional de proteção dos direitos humanos e a justiça que ele garante a centenas de milhares de pessoas. Em junho de 2016, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos se declarou em crise financeira e foi objeto de um controle político que muitos governos procuram exercer sobre suas atividades, colocando sua independência em risco.

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Eunápolis: Pai do empresário Geraldo Nunes dá nome a UBS da Colônia

A UBS (Unidade Básica de Saúde) do distrito da Colônia, em Eunápolis, ganhou o nome de João Nunes da Silva, pai do empresário Geraldo Nunes, que participou da inauguração no dia 20, ao lado do governador Rui Costa, do prefeito Robério Oliveira e do deputado Ronaldo Carletto. Nunes representou a família na homenagem póstuma prestada ao patriarca, falecido há 21 anos.

“No período dele como funcionário público da secretaria da Fazenda do Estado, na condição de primeiro fiscal de rendas a atuar na região, meu pai realmente implantou a cobrança de impostos de circulação de mercadorias e serviços (ICMS), fez alavancar a economia do antigo distrito que conseguiu crescer gradativamente chegando até se tornar uma cidade”, disse Geraldo Nunes, que seguiu a carreira do pai se tornando também auditor fiscal do Estado. 

O papel relevante do patriarca João Nunes da Silva e sua família para o fortalecimento da economia local também foi mencionada no palanque, montado ao lado do prédio da UBS, pelo prefeito Robério Oliveira e pelo deputado federal Ronaldo Carletto (PP).

GERALDO NUNES SENDO ENTREVISTADO

Gestão de Neto Guerrieri presta contas do 3º quadrimestre

Segundo o ex-prefeito Neto Guerrieri seu governo deixou para o sucessor Robério Oliveira as contas em dia. Nesta quarta-feira, 22, o ex-secretário de Finanças de Eunápolis Alécio Vian apresentou a última prestação de contas obrigatória da gestão passada, relativa ao 3º quadrimestre de 2016. Os números de Receita e Despesa foram apresentados no auditório da Câmara de Vereadores, com pouca gente presente, além de alguns vereadores. O ex-secretário mostrou que o governo passado cumpriu as metas de investimentos na Saúde e Educação, como também manteve-se no índice exigido por lei para pagamento de pessoal e gastos do Fundeb. 

Tributos - Durante a prestação de contas, foi destacado o eficiente trabalho do Setor de Tributos, dirigido por Marcos Braga, hoje promovido a Superintendente do setor. No ano passado, a arrecadação municipal própria atingiu 7 milhões de reais com as medidas implantadas, inclusive o autoatendimento. Outo destaque também foi a superação da meta de repasses provenientes do ICMS.

Eunápolis já teve 185 casos de dengue, 189 de chikugunya e 49 de zika este ano

Dados oficiais da Secretaria de Saúde de Eunápolis revelam que a cidade, apesar das campanhas de conscientização e ação intensa dos agentes de endemias, já registrou este ano 185 casos de dengue, 189 de chikungunya e 49 casos de zika. Diante do quadro, a Vigilância em Saúde prepara uma ação conjunta com participação de inspetores sanitários e agentes de endemias para combater larvas do mosquito aedes aegypti nas residências e imóveis vazios. Enquanto isso, a Secretaria de Saúde continua até o final de fevereiro com o carro fumacê pulverizando inseticida nas localidades com maior incidência do mosquito. 

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: janeiro de 2008
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