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25 de Setembro de 2018
REDAÇÃO

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Candidato a senador pelo MDB Jorge Vianna diz que teve o hospital descredenciado por retaliação

Emedebista acusa governo de descredenciar a UTI do seu hospital por perseguição política, comparando o ato a época da ditadura militar no Brasil.

Candidato a senador pelo MDB da Bahia, Jorge Vianna disse ser perseguido pelo governo estadual. Em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, o médico disse que já amarga as consequências da candidatura.

“Fui contra a ditadura o tempo todo. Só por ser candidato ao Senado, me cortaram o credenciamento da UTI do meu hospital. Estou te chamado atenção, pois as represálias acontecerão”, acusou.

Para o emedebista, o estado de hoje é “a Bahia da mentira”. “Você tem um governador que vive mentindo. A ponte de Ilhéus está parando porque não tem dinheiro. Fizeram o Hospital do Cacau, fecharam o Hospital Regional. Não tem postos de saúde funcionando. O Hospital do Cacau estava devendo aos médicos cinco meses. O que vai acontecer depois da eleição, vocês se preparem. Essas pesquisas não são verdadeiras”, disse.

Para o aspirante ao Congresso, o País poderia estar pior se não fosse a atuação Henrique Meirelles (MDB), ex-ministro da Fazenda e candidato à Presidência da República. “Tivemos Meirelles como ministro e, por isso, não estamos como a Argentina. A culpa não foi dele. A culpa foi do que fizeram”, declarou.

Vianna ainda disse acreditar que todos os opositores serão presos após o pleito eleitoral. “Todos os meus adversários estão respondendo na Polícia Federal e vão ser presos. Wagner vai ter que provar onde estão os R$ 80 milhões da Fonte Nova. Os R$ 6 milhões do relógio de comissão. Ele que assinou o emprego da mulher dele no Tribunal de Justiça sem nem prestar concurso. Ele que assinou a aposentadoria dela, então, a maior vergonha. Se ele for preso, quem vai assumir, quem é o suplente dele? Pergunte às construtoras, presidente de sindicato, respondendo também por ter corrompido funcionários. Se Haddad foi eleito, tem uma outra do PCdoB [Manuela D’Ávila]. Se acontecer alguma coisa com ele, quem assume é o partido comunista, se é isso que você quer…”, ponderou.

 

TRE de Porto Seguro leva urna eletrônica às escolas da cidade

Estudantes de 4 escolas de Porto Seguro receberam nas últimas duas semanas o projeto TRE na Escola, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) local. Cerca de 500 alunos do 3º ano ao ensino médio, de escolas públicas e privadas, participaram da oficina de votação simulada. “A intenção é que esses alunos sejam multiplicadores e levem para suas casas, suas ruas, seus bairros, o que aprenderam hoje”, disse Francisco Santos, funcionário do TRE.

Durante a ação, os alunos acompanharam de perto o funcionamento das urnas eletrônicas e o processo simulado de uma eleição, onde candidatos e partidos fictícios foram criados para que os alunos pudessem realmente votar.

“Eu gostei bastante, pois ensinou para gente um pouco mais sobre as eleições”, afirmou Fernanda de Souza, 14 anos, aluna da rede estadual.

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Iniciativa

 

A iniciativa para levar o projeto TRE na Escola em Porto Seguro partiu do juiz eleitoral do município, André Strogenski, que viu a importância da conscientização dos estudantes, "o projeto tem como princípio, chamar a atenção dos alunos para a importância da escolha dos seus representantes, além de ensinar o eleitor a utilizar a urna eletrônica", finalizou o magistrado.

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Jornal A Região em crise corre risco de fechar em Itabuna

Com 29 anos circulando nas bancas de Itabuna, Ilhéus e cidades do sul da Bahia, o jornal A Região está apelando aos leitores para que façam contribuição financeira como tentativa de evitar o encerramento da edição impressa, já anunciado pelo diretor e editor Marcel Leal para o próximo mês de outubro.

 

Custo alto sem anunciantes - Marcel justifica o fim da edição impressa afirmando que “embora seja o jornal mais lido, é ignorado pelos anunciantes. A venda nas bancas continua boa, mas não cobre nem 10% do custo de fazer um jornal de qualidade. Não temos mais como bancar uma edição impressa que não se paga e é responsável por 80% dos custos. Só faremos edição impressa em ocasiões especiais, como o Natal”, afirma Marcel.

 

29 anos de resistência - A Região se destaca na imprensa do interior pela coragem, denúncias bombásticas e muitas informações de bastidores. O jornal foi fundado em 1989 pelo pai de Marcel, o também jornalista Manoel Leal, assassinado em 1998 em Itabuna. A Região já chegou a ter Sucursal em Eunápolis.

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