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20 de Junho de 2018

Analisando a vitória da chapa 2 na Câmara

A governabilidade em Porto Seguro saiu do controle com a vitória da chapa 2 na Câmara Municipal e vai dar trabalho para que as coisas voltem ao normal. Embora tente tapar o sol com a peneira numa estratégia para minimizar o estrago, os derrotados subestimaram a capacidade dos vereadores e superestimaram a infalibilidade do rei. Mas a vitória da chapa 2 não é vitória da oposição, embora tenha a presença de dois oposicionistas de ocasião entre os quatro cavaleiros do apocalipse. 

As frustrações - A disputa pelo poder em Porto Seguro parecia estar decidida e o cenáuio de 2016 seria o melhor dos mundos para o governo municipal, mas os resultados das eleições de outubro, da eleição para diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos e da eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores mostraram que a classe política do município está se reorganizando.

Capital da corrupção - Por isso mesmo que o governo Cláudia não pode repetir as mazelas dos antecessores - Ubaldino, Jânio e Abade. Nem por lembrança. Precisa mostrar que é o que prometeu ser em 2012, um projeto novo, de renovação política e visão administrativa capazes de tirar Porto Seguro de dentro da areia movediça que entrou quando se tornou “a capital da corrupção”, no início do ano 2000. A governabilidade não pode ser reduzida ao toma lá dá cá de antigamente.

Futuro nas mãos - Ou se aproveita o momento e a classe política faz um grande pacto, incluindo a sociedade e os movimentos sociais, para se decidir o futuro de Porto Seguro, ou o município vai continuar sendo campeão da desigualdade social no extremo sul, com índices de violência astronômicos; um destino turístico sem futuro a longo prazo; um lugar onde pra viver e ser feliz não serve nem mesmo sendo amigo e aliado do rei da ocasião.

Por Geraldinho Alves

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Porto Seguro: Secopa encerra atividades sem concluir reforma do estádio

Depois do oba-oba do Mundial, órgão estadual se tornou um elefante branco burocrático, com uma despesa mensal milionária.

Com o decreto de encerramento das atividades já publicado no Diário Oficial do Estado, a Secopa (Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo) vai deixar como “legado”, entre outras pendências, a reforma inacabada do estádio municipal de Porto Seguro, que serviu de local de treinamento para a seleção da Suíça durante a primeira fase da Copa do Mundo.

A obra, estimada em R$ 2,9 milhões, teve a primeira etapa concluída às vésperas do início do Mundial, mas o projeto prevê ainda construção de cobertura das arquibancadas, tribuna de imprensa e lounge para convidados. Cadê?

 

 

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