Robério teve 7 prestações de contas rejeitadas em 10 contas julgadas pelo TCM-BA

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O TCM-BA (Tribunal de Contas dos Municípios) acaba de reprovar na terça (08/9) a prestação de contas do ano de 2018 do prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira (PSD). É a 7ª conta rejeitada desde o 1º mandato dele. São 15 anos na política, quase metade sem fazer o dever de casa. Nas contas de 2018 o prefeito terá de devolver R$ 1.246.737,75 devido ao pagamento de folhas de pessoal sem apresentação dos arquivos de retorno de crédito, com a indicação nominal dos beneficiados.

Desde 2005, já foram reprovadas pelos conselheiro do TCM-BA as seguintes prestações de contas:

2006 – 2008 – 2009 – 2010 – 2011 – 2012 e agora 2018. 

Todas apontam graves irregularidades, prejuízo ao município e renderam multas, além de notificações ao Ministério Público. Nas 6 últimas contas reprovadas os vereadores da cidade reverteram o parecer técnico do TCM-BA.

Condenações

Robério tem na carreira política duas condenações por improbidade em colegiado de 2ª instância – abastecimento de veículos particulares (inclusive trio elétrico) com dinheiro da saúde e remanejamento do orçamento sem autorização legislativa. Ele ainda responde a inúmeros processos e é réu na Operação Gênesis da Polícia Federal, quando foi secretário em Porto Seguro. E é investigado como o cabeça na Operação Fraternos, que o deixou afastado do cargo pela Justiça Federal por 5 meses.

Um péssimo currículo e um mau exemplo para um gestor que quer reeleição para o 4º mandato. 

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