Licitação do transporte escolar foi direcionada e fraudada, diz MPF

O contrato custa R$ 4 milhões aos cofres municipais. Vão responder à Justiça: o prefeito, a secretária de Educação, o pregoeiro e os donos da empresa licitada.

Calma, ainda não é em Eunápolis isso, apesar dos indícios de irregularidades que uma pequena parte da imprensa vem apontando, mas está acontecendo em Guanambi, cidade no centro-sul da Bahia.

Liminar – Segundo decisão liminar da Justiça, a pedido do Ministério Público Federal, “há indícios de ilegalidades relacionadas à licitação, bem como à subcontratação total do objeto, em ofensa ao edital, e ainda com relação às condições deficientes de prestação do serviço de transporte escolar”.

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