Wagner é acionado por improbidade

O senador eleito pelo PT-BA, Jaques Wagner, está sendo acusado de improbidade administrativa em ação civil movida pelo Ministério Público Federal (MPF) em Brasília.

O caso refere-se ao tempo em que Wagner foi ministro da Defesa, em 2015, quando ele nomeou o marido da ex-ministra petista Ideli Salvatti para um cargo que não existia na Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, nos EUA.

O MPF alega que o 1º tenente Jefferson da Silva Figueiredo, músico do Exército, marido de Ideli, não podia ser nomeado na função de “ajudante” na Junta Interamericana de Defesa da OEA porque o cargo não existia e Wagner não tinha poderes para criar a função.

O Ministério Público requer a suspensão dos direitos políticos de Wagner por 5 anos, pagamento de multa, impedimento de contratar e receber créditos ou benefícios do poder público por 3 anos, além da condenação e da devolução dos valores gastos ao erário devido ao prejuízo causado pela nomeação do marido da petista.