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22 de Setembro de 2018

Dono da empresa e contador são acusados pelo Ministério Público no caso da fraude dos cilindros de oxigênio em Teixeira de Freitas. Cadê os políticos?

  • Publicado em Bahia

Lógico que há políticos por trás dessa fraude que pode ter levado à óbito pacientes das unidades de saúde onde o gás industrial foi usado no lugar do medicinal. Outras cidades da região precisam ser investigadas também.

Até agora, o comerciante Izaias Rodrigues dos Santos e o contador Diogo Lemos Dias dos Santos, da empresa Assis e Rodrigues Ltda, foram os únicos denunciados à Justiça pelo Ministério Público estadual da Bahia (MP-BA) no caso da fraude dos cilindros de oxigênio, onde foi flagrado uso de oxigênio industrial no lugar do medicinal, com adulteração ainda de quantidade e prazo de validade nos cilindros entregues e usados nas unidades de saúde de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano.

A denúncia foi feita pelos promotores de Justiça Gilberto de Campos, Michelle Resgala, Graziella Pereira, José Dutra Júnior, George Elias Pereira, Fábio Corrêa, João Batista Madeiro, Kerginaldo de Melo e Moisés Garnieri. Segundo as investigações, Izaias, que é sócio administrador e representante da empresa, fraudou contrato decorrente de licitação realizada para aquisição de mercadorias, entre o final de 2017 e primeiro semestre de 2018, entregando produtos de empresa diversa à indicada na licitação, bem como alterando a substância e a qualidade da mercadoria fornecida. Ele se comprometeu a fornecer gás de oxigênio medicinal da marca Air Products Brasil Ltda para atender as demandas existentes nas unidades de saúde do Município, mas entregou produtos de outras empresas e com alteração da substância.Resultado de imagem para PACIENTE USANDO OXIGÊNIO MEDICINALLaudo da Vigilância Sanitária do Município confirmou que os cilindros fornecidos apresentavam:

1 - Diferença entre os lacres e selos de origem

2 - Ausência de prazo de validade

3 - Lacres sem a origem do produto

4 - Cilindros de oxigênio industrial, da cor escura, pintados de cor verde para serem entregues como medicinal

Uma operação deflagrada pelo MP-BA apreendeu na sede da empresa diversos lacres de cilindros de oxigênio em desconformidade com o determinado pela Anvisa, além de diversos instrumentos utilizados para corromper, fraudar e adulterar os cilindros, afirmam os promotores de Justiça. Eles ressaltam que Diogo Lemos, “em comunhão de vontade e unidade de desígnios com o primeiro denunciado, tinha em depósito para venda produtos corrompidos e adulterados destinados a fins medicinais, como o oxigênio medicinal sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização e com a redução de seu valor terapêutico”.

Cadê os políticos envolvidos nesse esquema? Não existe crime com dinheiro público sem envolvimento de agentes políticos. Não pode aumentar a sensação de impunidade que prevalece em todo o extremo sul da Bahia.

 

 

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Dono da rede de farmácias Pague Menos é preso por golpe na bolsa de valores

  • Publicado em Brasil

Dono da rede de farmácias Pague Menos, o empresário Francisco Deusmar de Queirós, 71 anos, foi preso no domingo (9), em Fortaleza (CE), e transferido para um presídio em Aquiraz, na região metropolitana. O empresário foi condenado, em 2ª instância, a 9 anos e 2 meses de prisão por crime contra o sistema financeiro nacional, segundo o Ministério Público Federal. A rede Pague Menos possui 1.092 lojas no País, inclusive em vários municípios da Bahia, como Eunápolis.

 

Outra empresa de Deusmar, a Renda Corretora de Mercadorias, comprava ações de pessoas físicas para revendê-las através da Pax Corretora de Valores e Câmbio, que não teria autorização para fazer negócios na Bolsa. Mesmo sem ser autorizado, obteve R$ 2.840.026,32 de lucro com os negócios.

 

A Pague Menos informou por meio de Nota que o processo em que o empresário foi condenado não possui qualquer relação com a rede de farmácias e que a condenação de Deusmar em nada afeta as operações da empresa. Informa ainda a nomeação de Mário Henrique Alves de Queirós, atual diretor presidente, para o cargo de presidente do Conselho de Administração no lugar de Deusmar Queirós.

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Polícia Federal prende em flagrante 3 advogados ligados à máfia dos precatórios

Organização criminosa pode ter retirado mais de R$ 20 milhões de forma fraudulenta, segundo estimativas.

 

No começo da semana passada (3/9), a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante 3 advogados e um bacharel em Direito efetuando saques fraudulentos de precatórios judiciais numa agência da Caixa, em São Paulo, capital, usando procurações falsas. A prisão ocorreu no momento em que o grupo tentava sacar R$ 50 mil. Policiais federais, apoiados pelo banco, investigaram um grupo de pessoas que, tendo conhecimento de precatórios judiciais não sacados (ganho judicial depositado em conta e disponível para saque pelo beneficiário), falsificavam documentos que ‘autorizavam’ o saque, passando-se por procuradores dos beneficiários. Assim, sacavam os valores nas agências da Caixa em prejuízo dos verdadeiros beneficiários e/ou do próprio banco.

 

 

Outros estados - Em 2015, a PF realizou uma grande operação prendendo estelionatários que praticavam o mesmo golpe com saques fraudulentos de precatórios na Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco, Pará, São Paulo e Piauí. O esquema contava com participação de advogados e funcionários da Caixa.

 

A investigação em São Paulo se deu em ação conjunta entre a PF e a área de segurança institucional da Caixa. Estima-se que o grupo ao qual pertencem os advogados presos possa ter retirado mais de R$ 20 milhões em nome de terceiros.

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Presos no interior da Bahia 3 estelionatários que fraudavam contratos de celular no plano controle

  • Publicado em Bahia

Ao menos 100 clientes caíram no golpe, segundo as operadoras.

A Polícia Civil desmontou um esquema que fraudava contratos de telefonia móvel (celular), prendendo 3 estelionatários na operação 'Off Line', deflagrada na manhã de quinta-feira (6). Os policiais civis iniciaram as investigações em agosto, após denúncia das operadoras de telefonia.

 

O golpe - Os vendedores Rafael de Souza Nicolau, Maria Elizângela Santos Souza e Daniela Pereira da Silva abriam contratos do Plano Controle sem conhecimento dos clientes, usando documentos autênticos. Em seguida, por um preço menor, eles comercializavam ilegalmente os pacotes que davam direitos a ligações e dados móveis para uso de internet.

 

Além dos mandados de prisões cumpridos contra o trio, durante busca e apreensão, na casa de Rafael, foram localizados documentos, formulários, alguns assinados, entre outros materiais. As empresas de telefonia relataram que pelo menos 100 contas foram abertas através da fraude. Os criminosos foram autuados por estelionato e associação criminosa. Rafael, Elizângela e Daniela, após confessarem os crimes durante depoimentos, seguiram para o Presídio Regional de Feira de Santana.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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