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17 de Julho de 2018

Prefeitura de Eunápolis autua infrator que abriu vala no centro da cidade

Cerca de meia hora após a denúncia de um internauta ser postada no Bahia40graus a prefeitura de Eunápolis enviou prepostos do Departamento de Trânsito e da Secretaria de Infraestrutura à Rua Castro Alves, no centro da cidade, onde foi aberta uma vala de ponta a ponta, rasgando o asfalto e afrontando o poder público. Os setores estão de parabéns pelo pronto-atendimento a uma denúncia que defende o interesse coletivo. Mas a obra clandestina no centro da cidade não poderia ter chegado onde chegou.

Nenhum texto alternativo automático disponível.A imagem pode conter: carro e atividades ao ar livreA imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre

 

O autor do absurdo foi autuado, o serviço interrompido e o caso agora vai dar muito pano pra manga para servir de exemplo. O estrago ao bem comum deve ser creditado ao infrator e não ao contribuinte. A imprensa está atenta e chega de fazer de conta que ninguém viu só porque o infrator é apadrinhado por algum político, como já aconteceram algumas vezes em outras denúncias feitas aqui e em outros sites locais. A cidade não pode se dar ao luxo de virar casa-de-mãe-joana, o município é da coletividade.

 

Clique aqui para ler a denúncia que fizemos

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Quatro acusados de matar líderança do MST na Bahia são presos, outros dois conseguem fugir

  • Publicado em Bahia

Foram presos pela Polícia Civil da Bahia nesta quarta-feira, 11 de julho, em Iguaí, na região sudoeste, quatro suspeitos de envolvimento na morte de um líder do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) Fábio dos Santos (foto), assassinado com 15 tiros em 2 de abril de 2013 no povoado de Palmeirinha, zona rural da cidade. As prisões ocorreram nas respectivas residências dos acusados, em Iguaí, onde a polícia encontrou armas de fogo. Veja a seguir a relação dos presos na operação policial que cumpriu ainda 22 mandados de busca e apreensão em diferentes localidades com 15 equipes de policiais:

1 - Délcio Nunes Santos, fazendeiro;

2 - Fabiano Cunha Borges, comerciante;

3 - Arenaldo Novais da Silva, vaqueiro;

4 - Neuton Muniz da Silva, vaqueiro.

Foragidos - Também envolvidos no crime, o fazendeiro Welder Leonardo Gusmão Amaral e o vaqueiro Ricardo Neves de Oliveira não foram localizados e estão foragidos. Todos eles tiveram a prisão decretada em abril pela Justiça Criminal local.

Demora - De acordo com o jornal Correio, o juiz Reno Soares Viana disse que “a Secretaria de Segurança Pública informou que precisaria de tempo para organizar o cumprimento [das prisões], para evitar situações de conflito agrário”, justificando a demora. Titular da Vara do Júri e Execuções Penais de Vitória da Conquista, Reno ficou responsável pelo caso por sorteio do Tribunal de Justiça da Bahia, que fez isso após vários colegas da magistratura de Iguaí e região se colocarem como impedidos de atuar no processo.

 

Operação - A Polícia Civil informou que nas buscas e apreensões foram: revólveres, espingardas, um rifle e munições. Os envolvidos no crime foram denunciados à Justiça somente em julho de 2017 pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). O fazendeiro Délcio Nunes Santos e o vaqueiro Ricardos Neves de Oliveira são acusados de terem recebido R$ 10 mil para executarem a vítima. Eles teriam sido contratados pelos vaqueiros Arenaldo Novais da Silva e Neuton Muniz da Silva. E os mandantes, segundo o MP-BA, são o fazendeiro Welder Leonardo Gusmão Amaral e o comerciante Márcio Fabiano Cunha Borges. O MP-BA apontou como um dos motivos do homicídio a atuação de Fábio Santos nas lutas em defesa da Reforma Agrária, o que prejudicava os “interesses dos denunciados”.

 

Crime organizado - As investigações foram conduzidas pelo Grupo Especial de Mediação e Acompanhamento de Conflitos Agrários e Urbanos da Polícia Civil (Gemacau), que apontou a existência de uma “associação criminosa”, composta por fazendeiros e pistoleiros que atuavam na região de Iguaí, Ibicuí e Nova Canãa.

 

MST critica fuga - Em comunicado, o MST avalia que “a fuga dos dois denunciados é consequência da divulgação prévia do pedido de prisão feita pelo Ministério Público do Estado da Bahia”. “O Movimento entende que a divulgação foi inapropriada e exige que as buscas para localizar e prender os foragidos aconteçam com urgência”.

Outro caso na Bahia

MÁRCIO MARCOS - O MST diz que aguarda a conclusão sobre as investigações do assassinato de uma das maiores lideranças do movimento na Bahia, Márcio Matos, morto aos 33 anos em 24 de janeiro de 2018 com cinco tiros disparados por dois homens. 

O crime ocorreu no assentamento rural Boa Sorte, onde Matos residia, em Iramaia, na Chapada Diamantina. O delegado do caso, Fabiano do Santos Aurich, coordenador da 9ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Jequié), informou nesta quinta-feira (12) que várias pessoas já foram ouvidas e provas colhidas, porém disse que não poderia dar mais detalhes para não prejudicar as investigações.

 

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Eunápolis: Polícia localiza em menos de 24 horas 2 suspeitos de latrocínio, que morrem em confronto

O latrocínio que resultou na morte do comerciante Mamédio Soares da Silva, de 55 anos, na segunda-feira (21), foi rapidamente desvendado pelas forças de segurança pública de Eunápolis, logo na manhã desta terça-feira, 22 de maio. Em ação conjunta, as polícias Civil e Militar (7ª Cia Independente e Rondesp) conseguiram localizar dois suspeitos do crime, que reagiram e morreram em confronto com os policiais.

GRIMALDO MARTINS - FOTO RADAR64 

Um dos suspeitos foi identificado como Grimaldo Martins, vulgo Guina, de 25 anos, que tinha três mandados de prisão abertos e é apontado como autor de outros roubos no município, inclusive numa fazenda de café na zona rural. O outro indivíduo morto na ação ainda não foi identificado.  

A polícia recuperou no local alguns pertences roubados na residência de Mamédio, como anéis, aparelhos celulares, pares de calçados (tênis e sapatos), notebook, além das duas bolsas que foram utilizadas para colocar o produto do roubo. Inclusive, um anel da esposa da vítima foi encontrado no dedo de Grimaldo. 

Foram encontradas ainda duas armas que estavam em poder dos bandidos, provavelmente as mesmas utilizadas na ação criminosa, entre elas uma pistola ponto40, o mesmo calibre utilizado para matar o empresário. A Polícia Civil continua investigando para identificar outros possíveis envolvidos.

 

Fonte: 23ª COORPIN/Polícia Civil

 

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Defesa alega que processo do caso Ronaldo Santana não tem provas para condenar os réus. Júri popular começa nesta segunda-feira

 

21 anos depois do assassinato do radialista Ronaldo Santana, os quatro réus - o ex-prefeito Paulo Ernesto Ribeiro da Silva (Paulo Dapé); Antônio Oliveira Santos (Toninho da Caixa); Valdemir Batista de Oliveira (vereador Dudu) e Maria José Ferreira Souza (Maria Sindoiá) - suspeitos de participarem da trama que resultou no crime de mando vão a julgamento nesta segunda-feira, 14 de maio. O julgamento acontece a partir das 8:30 horas no fórum de Eunápolis, presidido pelo juiz Otaviano Sobrinho, titular da 1ª Vara Crime da comarca local. O caso é cercado de contradições, reviravoltas e viés político. E também por diversos adiamentos do júri. Os advogados de defesa dos acusados garantem que não há provas para condenar nenhum deles e que o processo seria inconsistente.

Imagem relacionada

DAPÉ, DUDU, SINDOIÁ E TONINHO - FOTO: RADAR654

 

COMO FOI O CRIME - Ronaldo Santana trabalhava na rádio Jornal AM, que pertencia ao ex-deputado José Ramos e foi morto a tiros, ao lado do filho, Márcio Alan, por um pistoleiro que estava em uma moto acompanhado do piloto, na manhã do dia 9 de outubro de 1997, quando se dirigia a emissora para fazer seu programa matinal. A vítima era um radialista polêmico, muito crítico do governo Dapé. O crime chocou a sociedade eunapolitana. Paulo Sérgio Mendes Lima, que está preso, apontou o ex-prefeito como mandante e os demais réus como envolvidos. Depois mudou sua declaração dizendo que acusou Dapé e os outros sob pressão.  

 

Seja qual for o resultado do júri esta semana, salvo um fato inédito surgido durante o julgamento, a pergunta que certamente ficará sem uma resposta, ao menos convincente, para quem acompanha o caso é: quem realmente mandou matar Ronaldo Santana?   

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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