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21 de Agosto de 2018

Procura-se o dinheiro da taxa de embarque no pier de Santa Cruz Cabrália

O vereador Humbertinho Cachoeira quer saber da prefeitura de Santa Cruz Cabrália informações detalhadas referente a arrecadação e destinação da taxa de embarque cobrada nos passeios fluviais e marítimos, que partem do pier de Santa Cruz Cabrália. Há diversos rumores circulando nos bastidores sobre a total falta de controle dessa arrecadação e do mau uso dos recursos, que para o edil precisam ser revertidos “em favor da população e do turismo” local.

O ex-secretário de Finanças e Administração, Apolinário, disse ao Bahia40graus que na sua curta gestão no governo interino de Carlos Lero não tomou conhecimento dessas taxas, ele disse ainda que ficou sabendo depois que deixou o cargo que elas eram administradas pelo então secretário de Turismo Guto Jones.

Tentamos contato com o ex-secretário de Turismo, hoje na iniciativa privada gerenciando um hotel em Porto Seguro, mas ele não retornou. O atual secretário de Finanças. Ataliba, também não atendeu nossa ligação. Sabe-se que Guto pediu exoneração e deixou a pasta sem prestar contas dos recursos das taxas de embarque. O caso pode chamar a atenção do Ministério Público que podia estabelecer o controle e procedimentos legais de prestação de contas e destinação, afinal é uma taxa cobrada pela prefeitura.

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A taxa - Para embarcar no pier, cada passageiro paga uma taxa de R$ 5,00. Os passeios são no Rio João de Tiba, no Parque Marinho de Coroa Alta e na Praia de Santa André. A AR/CVC opera os passeios há anos, embora não tenha nem escritório no município. Ou seja, explora uma atividade turística lucrativa, polui o meio ambiente, sem pagar 1 centavo de tributo ou imposto à prefeitura (salvo a polêmica taxa de embarque). A AR/CVC também não investe em nenhuma contrapartida para o turismo local, que se tenha conhecimento.

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Tonhão é cancelado em Cabrália a 10 dias da festa

O presidente da UPB (União dos Municípios da Bahia), Eures Ribeiro, prefeito de Bom Jesus da Lapa, já recomendou aos gestores baianos que ‘apertem os cintos’, a partir de agora, devido ao quadro de crise no país e no estado, reduzindo drasticamente a arrecadação e repasses. A prefeitura de Porto Seguro, no sul da Bahia, por exemplo, já cancelou a festa do São João Elétrico, que é realizada desde 2013, embora o cancelamento lá não tenha sido por conta de falta de recursos, mas devido a crise nacional e as condições precárias da infraestrutura local.

 

Tonhão - Em Santa Cruz Cabrália, cidade vizinha, o prefeito Agnelo Júnior (PSD) lançou a 2ª edição do Tonhão, festa junina ainda sem tradição na região, como se nada tivesse acontecendo, anunciando atração nacional em plena greve dos caminhoneiros, ignorando a crise de desabastecimento e de recursos próprios. Para piorar, as chuvas que caíram no município nos últimos dias causou alagamentos, mobilizando a Defesa Civil e secretarias municipais em busca de medidas para amenizar o sofrimento da população, que certamente vão demandar recursos públicos fora do orçamento previsto. No final da noite desta terça-feira, 29 de maio, o prefeito Agnelo anunciou o cancelamento, minutos depois dessa matéria ter sido postada.  

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