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20 de Setembro de 2018

Eleições 2018: candidatos sem dinheiro começam e terminam perdendo

A democracia brasileira é de mentirinha. O espaço político dificilmente é preenchido por quem não tem dinheiro para bancar uma campanha eficaz. Essa é a regra do jogo do faz de conta político no país. O povo vota por obrigação em candidatos que o sistema escolhe antes, para manter o mecanismo funcionando. E tanto faz se de esquerda ou direita.

 

Caixa 2 - Os novos candidatos a deputado que ensaiam entrar na política este ano já estão enfrentando esta barreira: a fonte de financiamento da campanha. O dinheiro grosso da política só chegava para a maioria dos candidatos pelo caminho revelado nos escândalos da Lava Jato: o caixa 2 eleitoral, uma propina paga antecipada para garantir que os interesses dos financiadores fossem defendidos pelos políticos financiados e eleitos. Será que o jogo mudou?

 

Gastos - Portanto, não basta ter uma candidatura no papel e nas redes sociais. É preciso ter dinheiro para pagar combustível, hospedagem, alimentação, propaganda, despesas operacionais, advogado, contador, publicitário, equipe de trabalho e as contas que surgem durante a campanha. E como a maioria dos políticos perdeu o crédito que tinha, tudo é pago a vista, muitas vezes antecipado. Embora seja uma lógica perversa e antidemocrática, candidatos sem dinheiro começam e terminam perdendo.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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