Menu
Banner Prefeitura TOPO
17 de Outubro de 2018

Está faltando remédios para tratamento de síndrome congênita do zika e epilepsia

A falta de definição sobre quem pagará pela aquisição do medicamento Levetiracetam está atrasando o fornecimento do remédio, indicado para o tratamento de bebês com síndrome congênita do Zika e pessoas com epilepsia. A droga foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) no final de 2017 com a proposta de melhorar a qualidade de vida de pacientes que dependem de anticonvulsivantes para inibir e controlar crises convulsivas.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que, para a oferta de medicamento aos usuários, além de definição de Protocolo Clínicos de Diretrizes Terapêuticas, é preciso que haja pactuação de financiamento na Comissão Intergestores Tripartite, onde é decidido de quem será a responsabilidade da compra. O item, segundo a pasta, está na pauta da próxima reunião, prevista para o fim do mês.

“É preciso esclarecer que o SUS já oferta medicamentos anticonvulsivantes, como o Carbamazepina e o Ácido Valpróico, para auxiliar no tratamento da microcefalia. A aquisição desses medicamentos é de responsabilidade do gestor municipal, já que faz parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica”, destacou o ministério.

voltar ao topo
  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
  • E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  
  • Tel/Whatsapp: (73) 99814-6777