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23 de Setembro de 2018

Guaratinga - Bahia 40 Graus

Polícia Federal em Guaratinga: vice-prefeito conta versão diferente da prefeita

Logo depois que a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em Guaratinga, no extremo sul baiano, na quinta-feira (26/4), a prefeita Christine Pinto (PSD) enviou Nota à imprensa onde afirma que as investigações da PF apuram desvio de dinheiro do SUS por meio de fraudes em cirurgias e internações no hospital Joana Moura teriam ocorrido na gestão do antecessor, Kenoel Viana. O ex-prefeito nega as acusações, mas prefere se pronunciar quando tomar conhecimento do inquérito.

 

Ao tomar conhecimento do fato, o vice-prefeito Ezequiel Xavier (PSB), que também foi vice de Kenoel, reagiu e disse que a versão da prefeita não seria verdadeira, enviando áudio ao Bahia40graus rebatendo a Nota da prefeitura. A PF está “investigando a gestão atual, porque o hospital de fevereiro a julho (de 2017) estava fechado e estava faturando (cirurgias e internações), inclusive operou mais de 5 ‘mortos’, o que existe é investigação mediante denúncia de agosto do ano passado e só agora veio à tona”, disse Ezequiel.

 

A prefeitura diz também na Nota que abriu sindicância para apurar as denúncias de fraudes no hospital Joana Moura, afastou uma servidora suspeita e está a disposição do Poder Judiciário e órgãos fiscalizadores para colaborar com as investigações. No mesmo dia da Operação da PF, a Sesab publicou no Diário Oficial do Estado o resultado de uma auditoria realizada no ano passado no hospital de Guaratinga, determinando a devolução de mais de R$ 817 mil referente a irregularidades cometidas.  



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Servidores protestam nas ruas de Guaratinga para receber salários de dezembro e 13º

A prefeita Christine Pinto (PSD) enfrenta sua pior crise no governo com centenas de servidores municipais nas ruas de Guaratinga, nesta segunda-feira, 15 de janeiro, protestando contra o atraso no pagamento dos salários de dezembro e do 13º.

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O Sindicato dos professores – APLB (Núcleo Garça Branca) – lidera a manifestação. O coordenador da entidade, Orlandi Pereira, reclama que o governo não dialoga com os servidores e que a prefeita mantém cargos comissionados e contratos desnecessários. “Não vejo na prefeita a vontade de resolver a situação”, diz o dirigente sindical. 

Além dos professores e pessoal de apoio da Educação, os agentes comunitários de Saúde e de combate a Endemias também participam do protesto. Os professores decidiram não iniciar o ano letivo até que a prefeitura pague os salários atrasados.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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