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20 de Julho de 2018

Mostrando itens por tag: CAIXA 2 - Bahia 40 Graus

A 3 meses da eleição, Odebrecht faz acordo para voltar a ser contratada por estatais

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Grande vilã da Lava Jato, a empreiteira Odebrecht fez acordo de leniência com a União para voltar a ser contratada pelas estatais. A empresa, que chegou ter um departamento para administrar as propinas pagas aos políticos, vai pagar R$ 2,7 bilhões para limpar sua ficha. O acordo acontece a três meses das eleições, a Odebrecht financiou com caixa 2 de campanha diversos políticos que disputam o pleito em outubro.

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FHC também pediu caixa 2 a Odebrecht para o PSDB

  • Publicado em Brasil

A política brasileira entrou no mato sem cachorro, diria um pensador das antigas. Na linguagem moderna o papo é reto: a casa caiu também para o PSDB. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o cacique tucano que ainda estava fora da vala comum da corrupção, é pauta dos noticiários políticos.

 

A Polícia Federal encontrou um pedido de doação de FHC à Odebrecht para financiar campanhas de dois senadores do PSDB em 2010, Antero Paes de Barros e Flexa Ribeiro. Somente o primeiro se elegeu. A revista Veja traz detalhes da negociata. O primeiro e-mail enviado a Marcelo é de 13 de setembro de 2010, com o assunto "pedido". Nele, Fernando Henrique diz que, recordando da conversa que tiveram em um jantar, envia um "SOS". "O candidato ao senado pelo PSDB, Antero Paes de Barros, ainda está em segundo lugar, porém a pressão do governismo, ancorada em muitos recursos, está fortíssima. Seria possível ajudá-lo? Envio abaixo os dados bancários", escreve FHC.

 

“O de sempre” - Marcelo Odebrecht responde que o ex-presidente pode ficar tranquilo. "Depois aproveito, e lhe dou o feedback dos demais apoios e reforços que fizemos na linha do que conversamos", afirma. Em outro e-mail, de 21 de setembro do mesmo ano, com o assunto "o de sempre", FHC pede perdão pela insistência e volta a pedir ajuda financeira - desta vez para Flexa Ribeiro, candidato ao Senado no Pará. "Ainda há tempo para eles alcançarem, no caso na verdade é manterem, a posição que os leva ao êxito." Odebrecht diz que já contatou Antero, que sabe que irão apoiá-lo. "Flexa não sei dizer, mas vou verificar", escreve. Na prestação de contas dos candidatos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não constam registros de doações oficiais da Odebrecht.

 

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Mais propina: Aécio Neves é acusado de receber R$ 110 milhões na campanha de 2014

  • Publicado em Brasil

A situação do senador Aécio neves (PSDB-MG) fica cada vez mais complicada:

1 - Sérgio Andrade, sócio do grupo empresarial e da empreiteira Andrade Gutierrez, em depoimento na Polícia Federal (PF), confessou que sua empresa assinou um contrato-fantasma de R$ 35 milhões com uma empresa de um amigo de Aécio Neves, Alexandre Accioly, para repassar recursos ao então presidente nacional do PSDB;

2 - Joesley Batista confessou à PF ter passado R$ 110 milhões para Aécio Neves, na campanha eleitoral de 2014. O dono da JBS-Friboi entregou à polícia uma planilha com as propinas, notas fiscais e recibos que provam o repasse do dinheiro a Aécio. Em troca, o tucano teria prometido, se eleito presidente, continuar favorecendo a JBS como fazia o governo petista;

3 - Joesley declarou, também, que, entre 2015 e 2017, passou R$ 50 mil por mês ao então presidente nacional do PSDB. Esse dinheiro foi pedido por Aécio a Joesley Batista e foi transferido através da Rádio Arco Íris, da qual o senador mineiro seria sócio. O dono da JBS-Friboi apresentou 16 notas fiscais em que sua empresa pagou por “serviços de publicidade” à Rádio Arco Íris, como patrocínio do programa radiofônico “Jornal da Manhã”. O valor total dessas notas fiscais é de R$ 864 mil.

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Dalva Sele que denunciou caixa 2 do PT na Bahia é acusada de calúnia

  • Publicado em Bahia

A presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele, vai responder na Justiça acusada de calúnia em ação movida pelo Ministério Público Eleitoral a pedido do governador Rui Costa (PT). Dalva tentou anular o processo mas não conseguiu. 

ENTENDA O CASO

Na campanha eleitoral de 2014, Dalva Sele acusou os petistas Rui Costa, Nelson Pellegrino, Afonso Florence, Walter Pinheiro (à época ainda no partido), entre outros, de se beneficiarem de recursos de sua ONG que teriam sido desviados para caixa 2 de campanha. 

Mas todos acusados negam relação com ela, menos Walter Pinheiro. “É muito estranho o pessoal do PT agora dizer que não me conhece, que nunca viu. Nelson Pellegrino já foi algumas vezes na minha casa, ia ao instituto sempre…”, disparou Dalva. 

Sobre Rui ela afirma: “A ex-mulher dele (Rui Costa) foi ao instituto pegar recursos para a campanha dele. Agora é muito simples dizer que não me conhece. Eu era uma militante ativa”, completou Dalva à época das acusações. 

Os advogados da presidente do Instituto Brasil aguardam o processo contra ela ser publicado no Diário da justiça para tomarem as providências cabíveis.

CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE O CASO DALVA SELE

 

 

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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