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25 de Fevereiro de 2017

GERALDINHO ALVES - Bahia 40 Graus

GERALDINHO ALVES

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Prefeituras de Porto Seguro, Eunápolis e Cabrália pagam mais de R$ 25 milhões de salários antecipados

O carnaval dos servidores municipais de Porto Seguro, Eunápolis e Cabrália, na Costa do Descobrimento, será com dinheiro no bolso. A prefeita Cláudia Oliveira e os prefeitos Robério Oliveira e Agnelo Santos, os três do PSD, anteciparam, nesta sexta-feira, 24 de fevereiro, os pagamentos dos salários do mês de fevereiro, aproveitando-se do equilíbrio fiscal de suas gestões. 

PORTO SEGURO - A prefeita Cláudia Oliveira afirmou que “a antecipação foi possível após um esforço do governo municipal e movimentará ainda mais a economia durante o Carnaval de Porto Seguro, além de demonstrar o empenho da gestão em priorizar e valorizar o servidor público”.

EUNÁPOLIS - Em Eunápolis serão injetados cerca de R$ 8 milhões na economia local, enquanto em Porto a injeção será de R$ 14 milhões. O prefeito Robério disse que nos próximos pagamentos os salários continuarão sendo pagos antecipados, dentro de cada mês.

CABRÁLIA - Apesar de herdar muitas dívidas da gestão anterior, o prefeito Agnelo Santos conseguiu equilibrar as finanças e com menos de dois meses no cargo já conseguiu pagar a folha de fevereiro antecipada. A prefeitura também liberou 50% do 13º salário dos aniversariantes de janeiro e fevereiro. O impacto na economia local é de R$ 2,5 milhões.

 

 

Com Prefeitura e Estado investindo nas atrações para o folião 'pipoca', blocos tradicionais ficam fora do carnaval de Salvador

Blocos tradicionais do carnaval de Salvador não participarão da festa este ano: Araketu, Nana Banana, Cheiro de Amor, Eu Vou e Traz a Massa são alguns deles. O modelo de negócio do carnaval está sendo revisado e os camarotes agora são a bola da vez. A Prefeitura e o governo estadual estão investindo cada vez mais em atrações que saem às ruas arrastando foliões sem cordas, na 'pipoca'. Um dos principais efeitos colaterais dessa mudança é sofrido pelos cordeiros, cerca de 10 mil ficarão sem o emprego temporário este ano devido a ausência dos blocos.  

Relatório Anual da Anistia Internacional aponta índices recordes de desigualdade, violência e impunidade

Níveis recordes de violência e desigualdade, assim como a impunidade generalizada, provocaram retrocessos dos direitos humanos nas Américas no último ano, concluiu a Anistia Internacional no seu relatório anual de 2016/17, publicado hoje.

O relatório 2016/17 apresenta uma análise abrangente da situação dos direitos humanos no mundo – com capítulos dedicados a 159 países, incluindo 23 no continente.

“Estamos enfrentando um dos ataques mais estruturados contra os direitos humanos nas últimas décadas”, disse Erika Guevara-Rosas, diretora para as Américas da Anistia Internacional.

“A retórica de ódio e anti-direitos permeou o discurso e as ações da maioria dos líderes políticos da região, colocando a segurança e a vida de milhões de pessoas em perigo.”

“Partindo dos índices alarmantes de violência por parte das forças de segurança, até a crescente onda de ataques contra defensores dos direitos humanos, e a falta de medidas para deter a crise de refugiados, as Américas enfrentam um dos seus piores momentos quando se trata de direitos humanos e justiça.”

“Muitos dos líderes da região devem conter a intolerância e concentrar seus esforços na busca de soluções práticas e duradouras para acabar com a desigualdade, e garantir a justiça.”

Entre as principais conclusões da Anistia Internacional sobre a situação dos direitos humanos nas Américas estão:

  •  A negação da necessidade urgente de refúgio de centenas de milhares de pessoas de alguns dos países mais violentos do mundo (incluindo El Salvador e Honduras) na região gera uma das mais sérias e invisíveis crises de refugiados do mundo.
  •  A tortura nas Américas continua a ser uma prática generalizada, e até mesmo por vezes admitida em narrativas públicas sobre a segurança pública. As autoridades de países como México, Venezuela, Brasil, Jamaica e Colômbia, muitas vezes, parecem tolerar ou aceitar a tortura como uma forma de obter “confissões”, ou cobrir “metas” para demonstrar que estão reagindo à crescente influência do crime organizado.
  • violência por parte das forças de segurança atingiu níveis alarmantes em países como Brasil, Estados Unidos, México, Peru, Venezuela, El Salvador e Jamaica, entre outros, sem que as autoridades tomem medidas para refreá-la. No estado do Rio de Janeiro, a polícia matou, em média, duas pessoas por dia, enquanto a cidade se preparava para sediar os Jogos Olímpicos. Nos Estados Unidos, a polícia usou força excessiva contra manifestantes que protestavam contra disparos fatais pela polícia em Minnesota e Louisiana, entre outros casos. Na Jamaica, em vez de investigar os numerosos casos de assassinato pelos agentes policiais, forças de segurança ameaçam e frequentemente assediam famílias que clamam por justiça.
  • Os ataques contra os defensores dos direitos que trabalham pelo acesso a terras, território e recursos naturais continuaram a um ritmo alarmante na região. Em 2015, dentre 185 assassinatos de defensores do direito à terra e ao meio ambiente registrados globalmente pela organização não-governamental Global Witness, quase dois terços, 122, ocorreram nesta região. O assassinato da líder indígena Berta Cáceres em Honduras é um dos casos mais emblemáticos de violência que enfrentam as pessoas, bem como a falta de resposta dos Estados. 
  • Os governos da região também colocaram em risco o sistema regional de proteção dos direitos humanos e a justiça que ele garante a centenas de milhares de pessoas. Em junho de 2016, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos se declarou em crise financeira e foi objeto de um controle político que muitos governos procuram exercer sobre suas atividades, colocando sua independência em risco.

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: janeiro de 2008
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