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18 de Outubro de 2018

Ambientalista é assassinado na Bahia: assalto ou execução?

A polícia não deve descartar a tese de crime de mando no assassinato do ambientalista e empresário Ivo Barreto Couto Filho, 48 anos, morto com três tiros na cabeça, na tarde de quarta-feira (19), no estacionamento de sua propriedade, no fim de linha do bairro de Nazaré, em Salvador.

Segundo a rádio Metrópole, testemunhas ligaram para a emissora e disseram que a vítima comemorava uma ação ganha na Justiça contra uma empresa, quando o criminoso apareceu no estacionamento.

ATIVISTA DENUNCIOU MULTINACIONAL

Ivo Barreto era um ativista engajado na defesa do meio ambiente. Em 2011, ele denunciou danos ambientais no município de Camaçari, no  litoral norte, supostamente causados pela multinacional de capital árabe, com sede nos EUA, Millennium, antiga Tibrás, que produz dióxido de titânio.

DENÚNCIAS

O ambientalista assassinado denunciou a destruição da fauna e da flora no entorno da fábrica Millennium, localizada próximo a Arembepe, além da poluição das praias por resíduos liberados pela atividade industrial, gerando investigação do Ministério Público.

Bahia40graus apurou que Ivo Barreto também lutava contra a destruição das dunas do Abaeté e Aeroporto, enfrentando os especuladores imobiliários.

O CRIME

Segundo informou a polícia, o crime aconteceu pouco depois das 14h no estacionamento Market, na rua Bela Vista do Cabral. Testemunhas também informaram que o ambientalista foi morto por um homem, ainda não identificado, que chegou armado no local e teria tentado assaltar om manobrista, quando Ivo quis impedir o assalto. A polícia ainda não tem pistas do assaino.

Ele ainda chegou a ser levado para o Hospital Santa Isabel, que fica próximo ao local do crime, mas já chegou sem vida.

 

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Ladrões já explodiram 38 caixas eletrônicos na Bahia este ano

Segundo dados do Sindicato dos Bancários da Bahia, em 2014 já ocorreram 38 explosões de caixas eletrônicos, número considerado superelevado pela entidade. A média é de uma explosão a cada dois dias, a maioria (36) no interior. Na capital Salvador foram apenas duas explosões.

FAZER O QUE?

Para o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, os bancos não estão tomando providências para prevenir os ataques na madrugada. O Sindicato dos Bancários também concorda com o secretário. Mas a Febraban (Federaçao nacional dos Bancos) discorda dos dois, diz que os bancos estão investindo alto na segurança física das agências e que o governo deveria controlar mais a circulação de explosivos. Da Redação com jornal A Tarde

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  • Jornalista Responsável: Carlos Geraldo Alves MTE/BA 4162 - Fundação: Novembro de 2012
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