APLB contesta matéria de que data do assassinato dos professores passou batida

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Em contato com a Redação do Bahia40graus, a APLB de Porto Seguro – Costa do Descobrimento – contestou a matéria falando que a data do assassinato dos professores teria passado batida, como publicamos. Não passou, a imprensa de aluguel é que passou batida.

Na verdade, a APLB manteve a tradição de cobrar punição para os assassinos, com atos públicos, outdoor e um congresso.

Outdoor em frente à UFSB

Os acusados de assassinar Álvaro Henrique e Elisney Pereira, dois professores sindicalistas que faziam greve na rede municipal de Porto Seguro, em 17 de setembro de 2009, ainda não foram a júri popular.

O assunto parece blindado na mídia e no meio político, porque um dos acusados, que se declara inocente, transita livremente entre políticos graúdos da região.

Portanto, a APLB Porto Seguro não recuou nem se omitiu, como a matéria deu a entender. Feita a nossa ressalva.

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Bahia40graus