A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou nesta terça (6) como chefe de sua guarda pessoal um general linha dura, tido como violento e torturador.
No país há mais de 800 presos políticos, muitos deles presos e torturados pelo general que acaba de ser nomeado, ex-chefe da polícia secreta de lá.
Traduzindo: a ditadura chavista venezuelana ainda não acabou com a prisão de Maduro pelos Estados Unidos. Está viva e atuante.
Jornalistas no país vizinho, por exemplo, não são bem vindos.