Polícia falha ao tentar prender ex-PM e miliciano foragido que passava o verão na Bahia

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A Polícia Civil da Bahia participou, na sexta passada (31/1), de uma operação conjunta e malsucedida, sob comando da Polícia Civil carioca. Participaram da ação 1 delegado e 2 agentes do Rio, mais uma equipe de apoio da polícia baiana.  

Os policiais invadiram uma casa num condomínio fechado na Costa do Sauípe, no litoral norte baiano. No local, estavam apenas a mulher do criminoso foragido e duas filhas de 17 e 7 anos.

O alvo da operação era o ex-capitão da PM (Bope) do Rio, Adriano Nóbrega, foragido há mais de um ano, com mandado de prisão em aberto, acusado pelo Ministério Público de ser o chefe do ‘Escritório do Crime’, milícia que atua na Zona Oeste do Rio de Janeiro formada por assassinos de aluguel e que faria a segurança de chefes do jogo do bicho.

A esposa do foragido e a sogra foram nomeadas no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, na Assembleia Legislativa carioca, hoje senador.

De acordo com o Ministério Público, contas bancárias controladas pelo ex-capitão PM Adriano foram usadas para abastecer Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.

Não há nas investigações nenhuma indicação de que Queiroz e a família Bolsonaro soubessem da atuação de Adriano com a milícia de Rio das Pedras.

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