Matéria do Correio levanta suspeita sobre a Polícia Federal na Operação Fraternos?

Com o título “Suspeitos de corrupção, prefeitos continuam nos cargos após um ano de investigação da PF”, o jornal Correio publicou uma extensa matéria assinada pelo jornalista Mário Bittencourt, na sexta-feira, 8 de fevereiro, tendo como pano de fundo a demora do desfecho da Operação Fraternos, no extremo sul da Bahia, que investiga desvios de R$ 200 milhões e tem como suspeitos os prefeitos de Eunápolis, Porto Seguro e Cabrália, todos da mesma família – Robério, Cláudia e Agnelo, respectivamente. 

Mas o que parecia uma cobrança do desfecho da Operação, deixa algumas dúvidas no ar que podiam ser respondidas:

1 – Por que a matéria cita o ex-delegado chefe da Polícia Federal Renovato Dias, prefeiturável em Porto Seguro?

2 –  Renovato nunca tratou do inquérito da Fraternos, segundo afirmou ao Bahia40graus.

3 – A matéria cita o fato de Renovato ter sido secretário do governo da prefeita Cláudia Oliveira. O que isso tem a ver com a Operação Fraternos? A matéria não deixa claro.

4 – E o que tem a ver com a Operação o fato da atual delegada chefe da PF em Porto Seguro ter trabalhado na equipe de Renovato quando ele ainda estava na ativa? Onde se encaixa essa informação no contexto da Operação Fraternos?

5 – A matéria cita sucessivas transferências de chefias da delegacia da PF de Porto Seguro depois da Operação Fraternos, isso indica tráfico de influência na cúpula da corporação para proteger os Fraternos ou o que?

6 – As transferências dos titulares da PF estariam relacionados à demora no desfecho da Operação Fraternos?

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